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	<title>Arquivo de eleições autárquicas - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de eleições autárquicas - Duas Linhas</title>
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		<title>O VOTO É A ARMA DOS PARTIDOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 11:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As autarquias são “centros de emprego” para os quadros partidários. Perder câmaras será mau para “boys &#038; girls” das várias forças políticas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2025/10/o-voto-e-a-arma-dos-partidos/">O VOTO É A ARMA DOS PARTIDOS</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As eleições são autárquicas mas vários líderes nacionais partidários podem estar a jogar o seu futuro, se os resultados foram demasiado maus. Isto é, por exemplo, se PS ou PSD perderem um número considerável de câmaras, Carneiro e Montenegro poderão ficar fragilizados demtro dos próprios partidos. Não devemos esquecer que as autarquias são um dos principais “centros de emprego” para os quadros partidários. Perder câmaras será mau para “boys &amp; girls” das várias forças políticas, da extrema-direita à esquerda.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Há ainda casos de “jovens turcos” que tentam uma carreira política com início nas estruturas autárquicas. Sabemos que a carreira política é uma corrida de fundo, mas partir coxo é meio caminho andado para nunca se conseguir chegar nos lugares da frente, leia-se chegar a ministro ou às administrações de grandes empresas. Sim, porque uma coisa está ligada à outra, através dos vasos comunicantes das chamadas “portas giratórias” da promiscuidade entre política e negócios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="983" height="646" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/boletins-de-voto.png" alt="" class="wp-image-44804" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/boletins-de-voto.png 983w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/boletins-de-voto-300x197.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/boletins-de-voto-768x505.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/boletins-de-voto-696x457.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/boletins-de-voto-741x486.png 741w" sizes="(max-width: 983px) 100vw, 983px" /></figure>



<p>Claro que os candidatos não falam destas coisas e apelam ao voto como se isso fosse fundamental para a vida dos cidadãos. Na verdade, é na vida deles que estão a pensar. De qualquer modo, as pessoas devem ir votar, escolhendo por opção ideológica, por opção pragmática ou por opção de proximidade ou simpatia por algum dos candidatos. Se eliminarmos os paraquedistas da política, os mentirosos e os trafulhas, acabaremos por escolher conscientemente.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h4 class="wp-block-heading"><strong>A dimensão das eleições autárquicas</strong></h4>



<p>Nestas eleições, são decididos os representantes de 308 câmaras, 308 assembleias municipais e 3.258 freguesias.</p>



<p>Os cadernos eleitorais continuam a registar mais de 9 milhões de eleitores inscritos para votar,&nbsp; um número algo estranho e que deve pecar por exagero. No site da PORDATA, por exemplo, o número de recenseados é de &nbsp;9.260.214 pessoas para um total de 10.749.635 pessoas residentes (incluindo imigrantes). A serem verdadeiros estes totais, quase não temos crianças.</p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="567" height="455" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/recenseados.png" alt="" class="wp-image-44800" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/recenseados.png 567w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/recenseados-300x241.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><figcaption class="wp-element-caption">fonte <strong><a href="https://www.pordata.pt/pt?_gl=1*1hjsr6v*_up*MQ..*_ga*MTA4NTMyMTAwNy4xNzYwMjY2ODc1*_ga_HL9EXBCVBZ*czE3NjAyNjY4NzUkbzEkZzEkdDE3NjAyNjc1MDIkajYwJGwwJGgw">PORDATA</a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="592" height="542" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/populacao.png" alt="" class="wp-image-44801" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/populacao.png 592w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/populacao-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></figure>
</div>
</div>
</div></div>
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		<title>Baldes de água fria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[cartoon de Hélder Dias / texto de Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 00:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baldes de água fria, houve alguns na noite eleitoral autárquica. Um dos mais inesperados terá sido a queda de Loures, dirigida por Bernardino Soares. Foi o PS quem aproveitou&#8230; &#160;Loures, concelho que a CDU tinha recuperado em 2013 com Bernardino Soares e que oito anos depois voltou para a esfera dos socialistas. Surpresa terá sido, [&#8230;]</p>
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<p>Baldes de água fria, houve alguns na noite eleitoral autárquica. Um dos mais inesperados terá sido a queda de Loures, dirigida por Bernardino Soares. Foi o PS quem aproveitou&#8230; &nbsp;Loures, concelho que a CDU tinha recuperado em 2013 com Bernardino Soares e que oito anos depois voltou para a esfera dos socialistas.</p>



<p>Surpresa terá sido, também, a vitória de Raul Castro na Câmara Municipal da Batalha. Trinta e dois anos depois, Raul Castro volta ao lugar onde iniciou a sua carreira política de autarca. Fez três mandatos em Leiria, sempre apoiado pelo PS e, agora, numa candidatura independente de novo apoiada pelo PS, mas onde integrou até simpatizantes do Chega, Castro volta a vencer. O derrotado foi Paulo Baptista, do PSD.</p>



<p>Houve outras surpresas, mas o grande balde foi o que vazaram na cabeça de Fernando Medina, em Lisboa. Sucessivas sondagens sempre deram a vitória ao presidente de Câmara que se recandidatava. A vantagem chegou a ser do dobro, em relação ao candidato Moedas do PSD. E de repente, a água estava gelada.</p>



<p>O cartoon é de Hélder Dias, como sempre.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/EgVKEkH.jpg" alt="" class="wp-image-12426"/></figure>



<p></p>
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		<title>As obras da vergonha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raul Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 00:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
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		<category><![CDATA[campanha eleitoral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As calçadas entram num reboliço entre pedras e pó para serem reparadas, as estradas são cortadas, inclusivamente, nas horas de maior tráfego para serem pavimentadas.Nasce uma rotunda aqui, marca-se o pavimento ali, coloca-se nova sinalização acolá. O país entra num alvoroço de máquinas e obras, a vida dos munícipes, fregueses e transeuntes transforma-se num caos.Alguns [&#8230;]</p>
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<p>As calçadas entram num reboliço entre pedras e pó para serem reparadas, as estradas são cortadas, inclusivamente, nas horas de maior tráfego para serem pavimentadas.<br>Nasce uma rotunda aqui, marca-se o pavimento ali, coloca-se nova sinalização acolá.</p>



<p>O país entra num alvoroço de máquinas e obras, a vida dos munícipes, fregueses e transeuntes transforma-se num caos.<br>Alguns negócios passam mal, com as ruas fechadas e os camiões de terra estacionados à porta. Ficam sem clientes e depois recebem uma miserável ajuda que não cobre um décimo dos prejuízos.<br>E estas obras, tão nobres quanto necessárias, começam a ser realizadas, sensivelmente, dois ou três meses antes das eleições, para que o povo (que como se sabe tem a memória curta) se lembre da cor do partido que tão grande progresso trouxe para a terra.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/bF6q2ps.jpg" alt="" class="wp-image-12279"/></figure>



<p>E assim é, por três motivos.<br>Porque os políticos não têm nenhum decoro, porque o povo vê (mas finge que não vê) e, também, porque a lei o permite.<br>É neste ponto que talvez valesse a pena refletirmos, acima de tudo porque será o único que podemos controlar.<br>Na verdade, retirar a ingenuidade às pessoas ou dotar os políticos de alguma vergonha, não me parece uma tarefa fácil.<br>É por isso que deveria ser proibida a realização de obras no último ano de mandato de qualquer autarca. E desta forma evitávamos duas coisas.<br>Que se iludissem as pessoas e que o autarca seguinte (quando assim acontece)&nbsp; não inicie o seu mandato com os &#8220;cofres mais vazios&#8221; e para que este não possa passar os três anos seguintes queixando-se da falta de verbas que, como sempre, surgirão novamente nos três meses que antecedem as eleições.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/IY00a7Y.png" alt="" class="wp-image-12280"/></figure>



<p>Infelizmente esta cadência é uma autêntica pescadinha de rabo na boca. Cada candidato usufrui de três anos em que pouco ou nada faz e depois, milagrosamente, a três meses de terminar o mandato, aparecem os projetos, o dinheiro e a obra feita.<br>E o pior é que eles sabem qual é a realidade.<br>E a realidade é simples. Um número significativo de pessoas não veem o que se passa e as que sobram fazem pouco barulho e estão a borrifar-se para a questão em apreço.</p>



<p>Bem sabemos que partidos e políticos comem todos do mesmo tacho.<br>Por essa razão, jamais aprovariam uma lei que impedisse a realização de obras no último ano de mandato e, para que tal não sucedesse, arranjariam mil justificações em tempo recorde.<br>Então que assim seja, que assim continue a ser tudo como sempre foi.<br>Resta-me a esperança de que um dia, os políticos acordem numa qualquer manhã e sintam a vergonha de nesta vida, que é apenas uma, terem sido tão poucochinho.<br>Resta-me também a esperança de numa destas eleições, as pessoas, através do voto, mostrem aos abutres que quem manda é o Zé Povinho.</p>



<p></p>
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		<title>Televisões não querem debater política autárquica</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/08/televisoes-nao-querem-debater-politica-autarquica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2021 00:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[debates autárquicos nas televisões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As eleições autárquicas são sempre um engulho para as direções de Informação dos órgãos de comunicação social, especialmente televisões. Os canais privados regem-se pela medição de audiências e receitas de publicidade e há a convicção de que este tipo de debates não atraem público a nível nacional, por mais interesse que tenham em determinada região. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As eleições autárquicas são sempre um engulho para as direções de Informação dos órgãos de comunicação social, especialmente televisões. Os canais privados regem-se pela medição de audiências e receitas de publicidade e há a convicção de que este tipo de debates não atraem público a nível nacional, por mais interesse que tenham em determinada região. A RTP não é uma empresa privada, mas também não descura por completo estas questões, embora tenha obrigações a cumprir por ser a concessionária do serviço público de televisão.</p>



<p>Nestas eleições, TVI e SIC já anunciaram a realização de apenas dois ou três debates, somente relativos às câmaras de Lisboa e Porto e exclusivamente com os candidatos dos dois principais partidos, enquanto a RTP apresentou uma grelha de 24 debates: todas as capitais de distrito, mais Almada, Amadora, Figueira da Foz e Odemira. Destes debates, apenas dois serão na RTP-1 (Lisboa e Porto), os restantes serão no cabo através da RTP-3.</p>



<p>Nenhum dos canais se deu ao trabalho de explicar publicamente os critérios, embora no caso dos canais privados eles sejam evidentes. Já a RTP deveria justificar-se, por dever do serviço público.</p>



<p>Os protestos já surgiram, principalmente das candidaturas que ficam sem voz neste debate político. Por exemplo, em Lisboa, o Bloco apresentou queixa na Comissão Nacional de Eleições contra a TVI por considerar que é ilegal dar apenas voz às candidaturas do PS e PSD. &nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/Di92DQu.jpg" alt="" class="wp-image-11586"/></figure>



<p>Outro exemplo, a candidatura do Nós Cidadãos em Sintra vai realizar um protesto na via pública, à porta da RTP, por não haver debate com as candidaturas à câmara do segundo mais populoso concelho do país. Um protesto em forma de &#8220;debate televisivo&#8221;, transmitido nas redes sociais, aprazado para o próximo dia 1 de setembro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/Ompi3y8.jpg" alt="" class="wp-image-11587"/></figure>



<p>Em Democracia nem tudo pode ser deixado ao livre arbítrio de decisões empresariais. No caso dos canais de televisão, por exemplo, mesmo os privados beneficiam de uma concessão pública para utilização do espetro eletromagnético, por onde se propagam as emissões dos canais generalistas. Se essa concessão obrigasse ao cumprimento de regras específicas sobre igualdade de tratamento e pluralismo na cobertura de atos eleitorais, por exemplo, estes problemas já não se colocavam.</p>



<p> </p>



<p></p>
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		<title>Candidaturas independentes desafiam o sistema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2021 00:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[candidaturas independentes às autarquias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As candidaturas independentes, vulgo movimentos de cidadãos, causam cada vez maiores dores de cabeça aos partidos políticos. Há variadíssimos exemplos disto, desde logo a tentação de criar leis que dificultem essas candidaturas. Foi o que aconteceu quando na Assembleia da República se aprovou uma lei que praticamente impedia as candidaturas independentes. No entanto, a reação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As candidaturas independentes, vulgo movimentos de cidadãos, causam cada vez maiores dores de cabeça aos partidos políticos. Há variadíssimos exemplos disto, desde logo a tentação de criar leis que dificultem essas candidaturas.</p>



<p>Foi o que aconteceu quando na Assembleia da República se aprovou uma lei que praticamente impedia as candidaturas independentes. No entanto, a <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2021/04/novo-partido-politico-na-calha/">reação que isso provocou na sociedade</a></strong> e o chumbo dessa lei no Tribunal Constitucional, obrigaram os partidos a voltar atrás e a refazer o enquadramento legal das candidaturas independentes.</p>



<p>O problema dos partidos é que, normalmente, as candidaturas independentes são lideradas por personalidades proeminentes nos respetivos concelhos que, no caso de eleições autárquicas, valem muito mais votos que qualquer partido político. É o que se passa em Oeiras, com Isaltino Morais ou no Porto, com Rui Moreira. E teme-se o efeito que isso possa ter em Matosinhos com Joaquim Jorge, ou em Sintra com Guilherme Leite, embora neste caso a candidatura liderada pelo conhecido apresentador de televisão e ator tenha recorrido a uma barriga de aluguer, o Partido Nós, Cidadãos.</p>



<p>Os problemas da maioria das candidaturas independentes são a logística e o orçamento. Não será o caso de Isaltino nem de Moreira. Segundo os orçamentos disponibilizados hoje na página da Internet da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, o movimento &#8220;Rui Moreira: Aqui Há Porto&#8221; prevê gastar 316.388 euros, enquanto o movimento &#8220;Isaltino Inovar Oeiras&#8221; prevê despesas de 285.155,78 euros. Mas estes independentes já foram eleitos anteriormente e têm máquina montada e oleada, têm tanto ou mais apoios locais que os partidos políticos. Não será o que se passa nos outros dois casos que escolhemos como exemplo. Em Sintra, a candidatura de Guilherme Leite orçamentou 1.330 €, é a chamada “miséria franciscana” onde não há lugar a despesas com cartazes, brindes, bandeirolas ou pins. Nada de despesismo, está a ser e vai ser até ao final uma campanha feita nas redes sociais, nomeadamente no Facebook da Saloia TV que, na verdade, pode ser uma arma terrível devido aos 160 mil seguidores que por lá andam. Muitos não serão de Sintra, mas muitos serão. Vamos ver quantos votos vale a <strong><a href="https://www.youtube.com/c/saloiatv/videos">Saloia TV</a></strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/GU5OT1i.jpg" alt="" class="wp-image-11463"/><figcaption>(fonte: Tribunal Constitucional)</figcaption></figure>



<p>Já em Matosinhos, o candidato independente está disposto a abrir um pouco mais os cordões à bolsa: 8.389 € de despesas previstas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/Ak6cUJm.jpg" alt="" class="wp-image-11462"/><figcaption>(fonte: Tribunal Constitucional)</figcaption></figure>



<p>Depois de Rui Moreira e Isaltino Morais, os independentes mais endinheirados são o movimento &#8220;Elisa Ferraz &#8211; Nós Avançamos Unidos&#8221;, em Vila do Conde (distrito do Porto), com 125 mil euros, seguido de &#8220;Batalha é de Todos &#8211; Movimento Independente&#8221;, com cerca de 91 mil euros, do &#8220;SEMPRE &#8211; Movimento Independente&#8221;, em Castelo Branco, com 81.500 euros, do grupo de cidadãos &#8220;Pela Guarda &#8211; Autárquicas 2021&#8221;, com 80.343 euros, e do movimento cívico &#8220;Unidos por Torres Vedras&#8221;, com 80 mil euros.</p>



<p>O movimento independente &#8220;Figueira a Primeira&#8221;, liderado pelo antigo primeiro-ministro e ex-líder do PSD Pedro Santana Lopes, apresentou um orçamento de 64 mil euros. Pedro Santana Lopes já liderou a Câmara da Figueira da Foz entre 1998 e 2001. Na altura candidatou-se pelo PSD. Agora vai contra o PSD. Outro mau exemplo, tão mau que o PSD tentou impugnar a candidatura de PSL no tribunal, mas o juiz decidiu contra essa pretensão e a candidatura de Pedro Santana Lopes vai à luta.</p>



<p>As candidaturas independentes conquistaram nas últimas eleições autárquicas 17 câmaras municipais, mais quatro do que em 2013, e em 13 destes municípios conseguiram maioria absoluta.</p>



<p>As eleições autárquicas deste ano realizam-se em 26 de setembro.</p>



<p></p>
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		<title>O outdoor autárquico em Lisboa que apela ao voto… em Viseu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cavaco Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 00:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições autárquicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já estamos habituados de eleições anteriores a ter em solo lisboeta outdoors eleitorais de Loures, Odivelas ou outros concelhos limítrofes, mas campanha autárquica de um concelho a quase 300km da capital é uma originalidade que nos faz pensar: afinal, deve ou não a políticaautárquica da capital ter em conta os milhares de portugueses que passam [&#8230;]</p>
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<p><br>Já estamos habituados de eleições anteriores a ter em solo lisboeta <em>outdoors</em> eleitorais de Loures, Odivelas ou outros concelhos limítrofes, mas campanha autárquica de um concelho a quase 300km da capital é uma originalidade que nos faz pensar: afinal, deve ou não a política<br>autárquica da capital ter em conta os milhares de portugueses que passam mais tempo em<br>Lisboa do que nos seus concelhos de residência?</p>



<p>Os Censos de 2011 apontavam que a população lisboeta crescia diariamente cerca de 70%,<br>alcançando cerca de 926 mil indivíduos, face aos 550 mil habitantes registados,<br>aproximadamente. Dados mais recentes, do INE (Inquérito à Mobilidade, 2017), apontam que<br>por cada 100 habitantes, registam-se 110 entradas na capital, diariamente. Por mais que os<br>dados possam ser pré-pandemia, e que a mesma possa alterar com alguma significância a<br>sobrecarga gerada por este fluxo, é de questionar até que ponto os destinos da cidade de Lisboa possam ser apenas ditados com os seus residentes em mente.</p>



<p>Agora que estamos em campanha autárquica, várias ideias e propostas são avaliadas por<br>pessoas que, ‘utilizando’ a cidade, nela não residem, e como tal terão uma opinião que, legítima enquanto habitantes de facto de Lisboa, será provavelmente distinta dos residentes, votantes, da mesma.<br>Quando se fala de transportes públicos gratuitos, fala-se dos que levam ao trabalho ou às<br>compras quem mora na Penha de França à Baixa, ou do 708 que liga o Martim Moniz a Sacavém?<br>Quando se fala de silos de estacionamento, pensamos nos moradores que pagam dístico e não<br>têm lugar ou naqueles que todos os dias buscam espaço perto duma boca de metro para entrar<br>na rede citadina de transportes? Quando se constroem ciclovias procura-se beneficiar os<br>residentes ou prejudicar quem não tem outra alternativa a não ser o carro porque vem de fora?</p>



<p>A nivel de autocarros está a ser concluído o concurso metropolitano de transportes mas, em<br>muitas outras áreas, é imperativo que a organização da vida em sociedade e o planeamento de<br>Lisboa e arredores seja efetuado com visão supramunicipal, no âmbito da AML. Lisboa é<br>demasiado grande para ser gerida apenas a partir da Praça do Munícipio. Poderão alguns dizer<br>que no final do dia são os lisboetas que votam, e que para se preocuparem com os residentes<br>em Loures e de Odivelas existem os respetivos edis. Não sei se isto é um bom argumento.<br>Façamos uma analogia nacional ou mesmo europeia. Isto seria o mesmo que dizer que para<br>preocupar-se com os migrantes do norte de África, ou de quaisquer outras regiões, existem os<br>seus presidentes (ou ditadores..). E neste caso, felizmente, a União Europeia por exemplo não<br>procede assim. Sabemos que uma cidade, país ou continente só se desenvolve e alcança a paz,<br>o equilíbrio e a prosperidade se as regiões limítrofes tiverem um nivel razoável de<br>desenvolvimento e bem estar.</p>



<p>Para o próprio bem de Lisboa, da sua sobrecarga diária que afeta a mobilidade, a capacidade de resposta na saúde e na educação, a limpeza urbana e a habitação, entre outros problemas, é fundamental que haja a preocupação de garantir que os concelhos limítrofes têm a capacidade de cada vez mais fixar população, garantir emprego e bem estar, para que os quase 3 milhões de “lisboetas metropolitanos”, e de outras origens, não se concentrem demasiado no pouco espaço concelhio da capital, esgotando-a, e levando a uma degradação da qualidade de vida de todos os que cá passam a maior parte da sua vida. Todos, residentes ou não.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/fTOJECb.jpg" alt="" class="wp-image-11438"/></figure>



<p></p>
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		<title>Oeiras, PAN junta-se à corrida autárquica</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/06/oeiras-pan-junta-se-a-corrida-autarquica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2021 16:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições autárquicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas próximas eleições autárquicas, o PAN também vai a jogo em Oeiras. A lista de candidatos é apresentada esta segunda-feira, dia 21, num evento marcado para as 17h00 no Jardim Municipal de Oeiras. O cabeça-de-lista para a Câmara é Pedro Fidalgo Marques, dirigente associativo. Já foi eleito em 2017 para a Assembleia de Freguesia da [&#8230;]</p>
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<p>Nas próximas eleições autárquicas, o PAN também vai a jogo em Oeiras. A lista de candidatos é apresentada esta segunda-feira, dia 21, num evento marcado para as 17h00 no Jardim Municipal de Oeiras.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>O cabeça-de-lista para a Câmara é Pedro Fidalgo Marques, dirigente associativo. Já foi eleito em 2017 para a Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Oeiras, São Julião, Paço d’Arcos e Caxias.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/qipf23p.jpg" alt="" class="wp-image-10555" /></figure>
</div></div>



<p>Para a Assembleia Municipal, o PAN colocou no primeiro lugar da lista o nome de Sílvia Marques. Não sabemos se são familiares, a coincidência do apelido pode ser apenas isso mesmo.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Sílvia Marques está na Assembleia Municipal, eleita sucessivamente desde 2013. Deve ser uma militante importante no partido, já que pertence à Comissão Política Nacional, a estrutura de topo partidária. Além disso, é porta-voz da Comissão Política Concelhia de Oeiras.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/PCtGcvY.jpg" alt="" class="wp-image-10553" /></figure>
</div></div>



<p></p>
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		<title>Evoluir Oeiras, os seis pontos para a evolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 08:34:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A coligação Evoluir Oeiras apresentou-se ao eleitorado. Numa ação que decorreu no Parque Urbano&#160;de Miraflores, a cabeça-de-lista Carla Castelo apresentou os seis pontos a partir dos quais o programa eleitoral vai ser desenvolvido: Alterar o Plano Diretor Municipal de Oeiras, para criar um instrumento de planeamento e gestão territorial de vanguarda, que demarque áreas estruturantes [&#8230;]</p>
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<p>A coligação Evoluir Oeiras apresentou-se ao eleitorado. Numa ação que decorreu no Parque Urbano&nbsp;de Miraflores, a cabeça-de-lista Carla Castelo apresentou os seis pontos a partir dos quais o programa eleitoral vai ser desenvolvido:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Alterar o Plano Diretor Municipal de Oeiras, para criar um instrumento de planeamento e gestão territorial de vanguarda, que demarque áreas estruturantes sem construção e que sejam a base de uma rede de corredores verdes.</li><li>Dar primazia a políticas de acesso à habitação a custos controlados em vez de privilegiar condomínios de luxo.</li><li>Mudar o modelo urbanístico para criar tecido urbano com habitação e local de trabalho próximos, ou acessíveis a pé, de bicicleta ou de transporte público.</li><li>Promover um pacto de Responsabilidade Ambiental com as Empresas sediadas no concelho, para a criação de um Fundo Ambiental, cujas verbas sejam investidas na redução das emissões de CO2, em especial no sistema de transportes.</li><li>Recuperar a designação “Município de Oeiras” e deixar de associar o concelho a um V de Valley, numa extravagante e dispendiosa operação de marketing.</li><li>Tornar transparente a governação da autarquia.</li></ol>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/ozi61ea.jpg" alt="" class="wp-image-10447"/></figure></div>



<p>A falta de transparência é, de resto, uma das acusações mais vezes repetida. Carla Castelo lembrou que &nbsp;a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa realizou um estudo, que entregou a Isaltino Morais, em julho de 2019. Esse estudo mantém-se secreto, segundo Carla Castelo, a autarquia não o divulga e os autores do documento estão obrigados contratualmente a um silêncio de 5 anos imposto pela CMO. Um discurso que terminou com o repto lançado ao presidente da Câmara para abrir à discussão pública os contributos que a ciência pôs à disposição dos oeirenses.</p>



<p>A coligação Evoluir Oeiras é formada pelo movimento Evoluir Oeiras e os partidos Bloco de Esquerda, Livre e Volt.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/jPOo5Fz.jpg" alt="" class="wp-image-10448"/></figure>



<p></p>
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		<title>O infantilismo na política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Ilharco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 11:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[combate político]]></category>
		<category><![CDATA[eleições autárquicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O radicalismo, como todos os facciosismos, é sempre sinónimo de imaturidade, infantilismo e pouca inteligência. Todos os dias nos deparamos com situações absurdas de gente a defender, obviamente sem argumentos válidos, as mais absurdas ideias unicamente “porque sim”. Qualquer discussão sobre futebol, por exemplo, é, disso, exemplo acabado. O clubismo sobrepõe-se a qualquer tipo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O radicalismo, como todos os facciosismos, é sempre sinónimo de imaturidade, infantilismo e pouca inteligência. Todos os dias nos deparamos com situações absurdas de gente a defender, obviamente sem argumentos válidos, as mais absurdas ideias unicamente “porque sim”. Qualquer discussão sobre futebol, por exemplo, é, disso, exemplo acabado.</p>



<p>O clubismo sobrepõe-se a qualquer tipo de racionalidade até porque o cérebro (?) se recusa a considerar o que os olhos registam, desde que as imagens não venham de encontro às ideias e aos gostos de cada um.</p>



<p>Mas, regressando à política, o facciosismo e o radicalismo conseguem levar gente, que pensávamos inteligente, a tomar atitudes incompreensíveis e inaceitáveis. Em altura de eleições, obviamente, o grau de imbecilidade aumenta substancialmente.</p>



<p>Fazem-se as acusações mais torpes, insulta-se do modo mais soez, mente-se descarada e convictamente, inventa-se para além do que a imaginação mais fértil poderia conceber. E tudo sabendo-se, antecipadamente, que os resultados serão, sempre, péssimos.</p>



<p>Diz-se, com frequência, que o Povo Português é politicamente ignorante e que aceitará qualquer promessa que lhe queiram vender ou acreditará em qualquer aldrabice que lhe possam impingir. Claro que haverá quem se deixe influenciar mas, no fim da contagem dos votos, indubitavelmente, aqueles que se tentam impor com base em ataques pessoais, na maior parte das vezes reconhecidamente falsos, ficarão pelos 1 ou 2 por cento. Mais ou menos a percentagem de imbecis que se espalham pelo mundo.</p>



<p>Nas eleições autárquicas, por exemplo, é incompreensível que munícipes de quem não se conhecia uma crítica, um reparo, uma chamada de atenção, apareçam, em épocas de campanha, com discursos derrotistas criticando todas as decisões do Executivo.</p>



<p>O volume de críticas infundadas e insultuosas aumenta, como seria de esperar, na proporção da falta de conhecimentos e da imaturidade dos candidatos. Confirmando o infantilismo de que venho falando.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Querer subir com base na destruição dos adversários (que consideram “inimigos”), sem olhar a meios nem ao respeito pela verdade ou pelo bom nome destes, é vulgar, principalmente nos candidatos mais jovens ou “estreantes”. Mas, infelizmente, também acontece com cinquentões e sexagenários (de idade real que não intelectual).</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>É o país que temos…</p>
</div></div>



<p></p>
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		<title>O andarilho&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[cartoon de Hélder Dias / texto de Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 12:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições autárquicas]]></category>
		<category><![CDATA[Figueira da Foz]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Santana Lopes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É um andarilho da política, não sabe estar reformado, nunca ouviu dizer que não se volta ao “lugar do crime”… chegou a ser dado como candidato do PSD, mas Rio acabou por escolher outro. Como o partido que fez para si mesmo não serve para nada, vai a votos como independente e a liderar uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É um andarilho da política, não sabe estar reformado, nunca ouviu dizer que não se volta ao “lugar do crime”… chegou a ser dado como candidato do PSD, mas Rio acabou por escolher outro. Como o partido que fez para si mesmo não serve para nada, vai a votos como independente e a liderar uma lista de cidadãos… Para já, vai passar o próximo verão a deambular por algumas das melhores praias de Portugal. Depois, logo se vê… e talvez o palpite do cartoonista Hélder Dias seja uma premonição.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/9ffts5d.jpg" alt="" class="wp-image-9836"/></figure>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2021/05/o-andarilho/">O andarilho&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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