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	<title>Arquivo de ecosistemas - Duas Linhas</title>
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		<title>Cavalos selvagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 00:08:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já não há cavalos selvagens. O que há são cavalos que vivem em liberdade, mas são poucos. Segundo divulgou a FAO – organização das Nações Unidas para a alimentação – existem apenas cerca de 600 mil cavalos em liberdade, que vivem na natureza sem dependência do homem. Os restantes 58 milhões de cavalos são animais [&#8230;]</p>
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<p>Já não há cavalos selvagens. O que há são cavalos que vivem em liberdade, mas são poucos. Segundo divulgou a FAO – organização das Nações Unidas para a alimentação – existem apenas cerca de 600 mil cavalos em liberdade, que vivem na natureza sem dependência do homem. Os restantes 58 milhões de cavalos são animais aprisionados.</p>



<p>Segundo uma pesquisa realizada pelos espanhóis Jesús Gil Morión, membro da Sociedade de História Natural de Cádiz, e Juanjo Negro, investigador da Estação Biológica de Doñana, “todos os cavalos selvagens descendem de animais libertados ou fugitivos”. Segundo estes investigadores, “pensava-se que uma espécie de cavalo selvagem, o <em>przewalski</em>, que vive nas estepes da Mongólia, fosse genuinamente selvagem, mas um estudo genético mostrou que descendia de cavalos domesticados por um grupo étnico nativo da Rússia e do Cazaquistão há mais de 5.000 anos.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/48RHRs4.jpg" alt="" class="wp-image-12372"/><figcaption>Cavalo <em>przewalski</em></figcaption></figure>



<p>O cavalo foi domesticado há cerca de 6.000 anos na Ásia Central e o ancestral selvagem foi extinto no século 19. O cavalos do qual descendem todos os cavalos domesticados é o extinto Equus Ferus Ferus (nome científico), um animal de pelagem castanha e crina curta e ereta como a das zebras, algo que as pinturas rupestres do Paleolítico refletem.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Sem Garranos não haverá lobos</span></strong></h4>



<p>Em Portugal, temos o cavalo de raça garrano, com algumas manadas a viver em liberdade no norte do país, nomeadamente no Parque Nacional da Peneda-Gerês. É um animal pequeno mas resistente às adversidades do clima e à dureza da vida nas montanhas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/4ej4jrm.jpg" alt="" class="wp-image-12369"/><figcaption>Cavalo Garrano, fotografia de&nbsp;<a href="https://www.flickr.com/people/43789968@N05">Maria Lemos</a>,&nbsp;Porto, Portugal<br></figcaption></figure>



<p>O garrano é uma espécie de ex-libris, de símbolo da Peneda-Gerês. Fizeram dele um atrativo turístico. Há empresas de safaris fotográficos que vivem de levar turistas a ver os Garranos em liberdade.</p>



<p>Esta raça de cavalos selvagens existe desde tempos primitivos. A sua origem remonta a um pónei ibérico pré-histórico que se adaptou à geografia e ao clima das regiões montanhosas do norte da Península Ibérica. Está patente em pinturas rupestres da era paleolítica em Portugal.</p>



<p>Por exemplo, no Sudeste de Trás-os-Montes, junto à aldeia de Mazouco, há um conjunto de figuras do Paleolítico assentes em xisto, do qual se destaca o desenho de um cavalo de dimensões relativamente pequenas com cerca de 20 mil anos de existência, gravura a que se deu o nome de &#8220;Cavalo de Mazouco&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/147pXoq.jpg" alt="" class="wp-image-12373"/><figcaption>Cavalo de Mazouco</figcaption></figure></div>



<p>O garrano foi classificado em 1994 como uma raça em perigo de extinção pela CEREOPA. Os garranos em liberdade são fundamentais para a manutenção do ecosistema, uma vez que este cavalo faz parte da dieta alimentar do lobo ibérico. Provavelmente, sem garranos não haverá lobos.</p>



<p></p>
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