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	<title>Arquivo de distribuição de correio - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de distribuição de correio - Duas Linhas</title>
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		<title>O correio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 18:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«– Será do seu António, será – respondeu o insensível funcionário. – O que lhe posso dizer é que traz obreia preta. A mulher, que já tremia ao receber a carta, deixou-a cair, ouvindo aquelas sinistras palavras.» Muitos se lembrarão desta passagem d’A Morgadinha dos Canaviais, de Júlio Dinis. Uma das cenas mais bem descritas, [&#8230;]</p>
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<p>«– Será do seu António, será – respondeu o insensível funcionário. – O que lhe posso dizer é que traz obreia preta.</p>



<p>A mulher, que já tremia ao receber a carta, deixou-a cair, ouvindo aquelas sinistras palavras.»</p>



<p>Muitos se lembrarão desta passagem d’<em>A</em> <em>Morgadinha dos Canaviais,</em> de Júlio Dinis. Uma das cenas mais bem descritas, mais emotivas e mais reais duma aldeia em que a comunicação com os entes queridos era por carta, muito de longe em longe. Carta que, para obter resposta, necessitava da ajuda do menino ou da menina que lograra estudar até à 4ª classe e sabia já os trâmites «Meu saudoso Jorge, estimo que estas regras te vão encontrar com saúde; nós por cá bem felizmente».</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Ainda <em>mexe</em> também com muitos de nós o «Postal dos Correios», de Rui Veloso, música singela mas tocante dos Rio Grande: «Querida mãe, querido pai, então que tal? Nós andamos do jeito que Deus quer». Neste caso, não a emigração para o Brasil ou para Franças e Araganças do tempo de Júlio Dinis, no século XIX, mas a vinda da província para a cidade a partir de meados do século XX. Para já se não falar dos aerogramas da guerra colonial, entre 1964 e 1974…</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-36228" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-1024x576.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-1536x864.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-696x392.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-1392x783.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa-1068x601.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/correio-capa.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">selos comemorativos da distribuição domiciliária de correio</figcaption></figure></div></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Agora, o telemóvel, a videochamada galgam fronteiras, matam saudades, num abrir e fechar de olhos. De vez em quando, porém, os que já levamos algumas décadas de vida</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-36231" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-1024x576.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-1536x864.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-696x392.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-1392x783.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x-1068x601.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/08/marco-do-correio-2x.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">marcos de correio vertical e de parede</figcaption></figure></div>


<p>– somos capazes de ficar sensibilizados, ao ver, em Londres, os marcos de correio como eram os da nossa meninice;</p>



<p>– somos capazes de, ao ter de escrever correcto e bem visível o código postal, nos lembrarmos que, na década de 50, bastava pôr o nome e «Lugar de Birre – Cascais» e o carteiro conhecia todos os moradores do lugar e sabia bem onde entregar, mesmo que fosse na taberna, que o destinatário vinha buscar;</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>– somos capazes de compreender quanto era doloroso para o Domingos Barradas, de 7 aninhos, para ganhar uns tostanitos com que ajudava a sopita, palmilhar, descalço, todos os dias da semana, os 7 quilómetros entre a Vendinha e Montoito, carregado com os sacos do correio (como era bom ter boleia da carroça que adregasse passar!&#8230;);</p>



<p>– somos capazes de recordar que, na Linha do Sul, se podia tomar, à noite, o comboio-correio, do Barreiro a Vila Real de Santo António, com mais demorada paragem na Funcheira, estação ainda hoje lembrada (mas, infelizmente, só lembrada!) como «ponto de junção das linhas oriundas de Setúbal, do Algarve, e do eixo Évora-Beja».</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Rio Grande - Postal dos Correios" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/1HQLggte01I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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</div></div>
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		<title>Os votos que se perderam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 15:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CTT]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição de correio]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda da Iniciativa Liberal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Era suposto a correspondência ter chegado uns dias antes mas, como já é costume, os CTT atrasaram-se na distribuição e só chegou hoje. Trata-se de um envelope que simula os envelopes do Fisco. No remetente diz “AE-Autoridade Extorsionária” e tem um logotipo constituído pelo escudo da bandeira nacional e uma foice. Lá dentro vem propaganda [&#8230;]</p>
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<p>Era suposto a correspondência ter chegado uns dias antes mas, como já é costume, os CTT atrasaram-se na distribuição e só chegou hoje.</p>



<p>Trata-se de um envelope que simula os envelopes do Fisco. No remetente diz “AE-Autoridade Extorsionária” e tem um logotipo constituído pelo escudo da bandeira nacional e uma foice.</p>



<p>Lá dentro vem propaganda política eleitoral da Iniciativa Liberal. Entre algumas verdades, meias verdades e mentiras de todo o tamanho, o apelo ao voto toca onde eles julgam que mais nos doi: o pagamento de impostos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1237" height="883" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/02/iniciativa-liberal-2.jpg" alt="" class="wp-image-16834"/></figure></div>



<p>É verdade que pagamos muitos impostos e é verdade que o Fisco tem uma atitude arrogante com o contribuinte. São tiques salazarentos de que o Estado democrático ainda não se livrou, infelizmente. É verdade que o “Estado que premeia os seus funcionários pelas multas que cobram” ajuda a transmitir a sensação de que todos os contribuintes são olhados como potenciais infratores. E é verdade que quando o Fisco lança os podengos à canela dos que não pagaram uma portagem está a participar num conflito que não lhe devia dizer respeito. Só falta a Brisa ou a Ascendi contratarem a GNR para ir buscar os prevaricadores a casa…</p>



<p>Entre estas verdades e o disparate de dizer que a culpa dos incumprimentos fiscais não é do contribuinte, mas do Estado, ou esquecer que os impostos são, na verdade, o único meio exequível de distribuição de riqueza (promovendo o SNS ou escolas gratuitas), a propaganda da Iniciativa Liberal inserida nesta missiva tem bons ingredientes para convencer alguns ingénuos. Mas, aqui nesta zona do país, nos arredores de Lisboa, chegou tarde.</p>



<p>Já há muito tempo que os CTT privados se esqueceram de que a distribuição atempada de correio é um serviço ao público e à economia do país. </p>



<p>E assim a Iniciativa Liberal perdeu a oportunidade de ter mais votos que o partido dos fascistas. Não deixa de ser uma ironia que a culpa seja de uma empresa que o PAF de Passos Coelho nacionalizou.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1221" height="745" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/02/iniciativa-liberal-4.jpg" alt="" class="wp-image-16835"/></figure></div>



<p>    </p>
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		<title>Os CTT não existem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Dec 2021 00:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é feriado, poucos estarão a trabalhar. &#160;A grande maioria dos serviços públicos estão fechados, assim como também a maioria das empresas privadas. Em algumas dessas empresas nem se nota a diferença. Fechadas ou abertas, parecem sempre que estão mais fechadas do que abertas. É o que se passa com os CTT, por exemplo. Há [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje é feriado, poucos estarão a trabalhar. &nbsp;A grande maioria dos serviços públicos estão fechados, assim como também a maioria das empresas privadas. Em algumas dessas empresas nem se nota a diferença. Fechadas ou abertas, parecem sempre que estão mais fechadas do que abertas. É o que se passa com os CTT, por exemplo.</p>



<p>Há dias abri a caixa do correio e estava lá um postal ilustrado. Vinha de Espanha, da Andaluzia, região espanhola que faz fronteira com o Alentejo. Pela data do carimbo dos correios espanhóis, o postal demorou 2 meses e uma semana para chegar ao destino, nos arredores de Lisboa, como se comprova pelas imagens seguintes:</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1199" height="801" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/alhambra-2.jpg" alt="" data-id="15772" data-full-url="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/alhambra-2.jpg" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=15772" class="wp-image-15772"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1300" height="921" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/alhambra-3.jpg" alt="" data-id="15773" data-full-url="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/alhambra-3.jpg" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=15773" class="wp-image-15773"/></figure></li></ul></figure>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="261" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/IMG_5437-1.png" alt="" class="wp-image-15774"/></figure></div>



<p>Os CTT prestam um serviço miserável na distribuição de correio.</p>



<p>Tão miserável que está até a provocar prejuízos relevantes a algumas empresas. É o caso do jornal regional Beira Vouga. Na mais recente edição, este quinzenário traz um apelo aos CTT, na página 3. “Vimos aqui pedir aos CTT -com humildade e profundo respeito pelo importante trabalho que prestam- que nos ajudem. A reclamação dos nossos assinantes atinge dimensões nunca vistas e vai levar a que muitos desses assinantes acabem por cortar a assinatura. Há atrasos na distribuição que em alguns lugares quase atinge as duas semanas.”</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="546" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/beira-vouga.jpg" alt="" class="wp-image-15768"/></figure></div>



<p>O texto que estamos a citar prossegue com a certeza de que o futuro do Beira Vouga está em jogo, se a distribuição do jornal (que é remetido pelo correio para os assinantes) continuar a ter atrasos inaceitáveis. Os jornais regionais, de um modo geral, vivem das assinaturas. A maioria dos habitantes das regiões do interior já lá não vive, mas as pessoas assinam o jornal da terra, não só para não o deixar morrer mas, também, porque continuam interessados em saber o que se passa na aldeia.</p>



<p>Alguns dirão que o problema se ultrapassa com a digitalização das edições dessas publicações e disponibilizá-las online. Mas essa opção não serve, ainda, porque os anunciantes continuam a preferir o papel. A Farmácia oliveira, a Somos Seguros, a Construções Carlos Rocha, continuam a gostar de se ver na folha impressa, no jornal que espera pelo leitor em cima da mesa do café. É uma questão de proximidade, a esses clientes publicitários não lhes interessa estar na net porque eles prestam serviço às pessoas que vivem por ali. E por isso o Beira Vouga tem de ser impresso. E precisa de ser distribuído de modo expedito, como era antes dos CTT terem sido privatizados.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="625" height="860" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/beira-vouga-2.jpg" alt="" class="wp-image-15769"/></figure></div>
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