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	<title>Arquivo de Descobrimentos portugueses - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de Descobrimentos portugueses - Duas Linhas</title>
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		<title>Não foram os portugueses os primeiros a chegar aos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 11:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Vikings chegaram primeiro aos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cada vez mais indícios de que, por exemplo, não foram os navegadores portugueses os primeiros a chegar aos Açores. Um grupo internacional de cientistas e investigadores acaba de publicar um estudo onde se afirma que detetaram presença humana nos Açores 700 anos antes da chegada dos portugueses. E quem eram esses navegadores que se [&#8230;]</p>
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<p>Há cada vez mais indícios de que, por exemplo, não foram os navegadores portugueses os primeiros a chegar aos Açores. Um grupo internacional de cientistas e investigadores acaba de publicar um <strong><a href="https://www.pnas.org/content/118/41/e2108236118">estudo</a></strong> onde se afirma que detetaram presença humana nos Açores 700 anos antes da chegada dos portugueses.</p>



<p>E quem eram esses navegadores que se anteciparam aos portugueses? Muito provavelmente Vikings. Esta hipótese deriva do estudo feito às condições climáticas e aos ventos dominantes na Idade Média nesta região do Atlântico e que, segundo os cientistas, eram favoráveis para quem quisesse navegar do norte da Europa para sul. Os Vikings, como se sabe, dedicaram-se a pilhar a costa marítima da Europa, dos Países baixos a Inglaterra e a França, chegaram a atacar Paris, Espanha e Portugal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/isYlmR6.jpg" alt="" class="wp-image-12725"/><figcaption>veleiro Viking</figcaption></figure>



<p>O trabalho agora publicado regista a chegada dos primeiros colonos às ilhas açorianas no final da Alta Idade Média. Esta investigação contraria o consenso de que o arquipélago nunca tinha sido habitado até à chegada dos portugueses.</p>



<p>As conclusões científicas são baseadas em estudos químicos de resíduos bem preservados no fundo de lagos e lagoas nas ilhas de São Miguel, Terceira, Flores e Corvo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-pale-cyan-blue-color">A China também teve uma epopeia marítima</span></strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i.imgur.com/SbXFk5D.jpg" alt="" class="wp-image-12713" width="204" height="307"/></figure></div>



<p>Antes da descoberta dos Açores, já existiam mapas cartográficos desenhados no século XIII ou XIV onde estão identificadas ilhas no Atlântico, incluindo as Canárias, a Madeira e algumas ilhas açorianas.</p>



<p>Há uns anos, um capitão reformado da Marinha Mercante inglesa escreveu um livro polémico intitulado “1421, O ano em que a China descobriu o Mundo”, onde se desenvolve a tese de que marinheiros chineses fizeram uma viagem de circum navegação 70 anos antes de Colombo chegar à América, tendo aportado nos Açores 10 anos antes de Gonçalo Velho ter encontrado a ilha de Santa Maria. Na altura, Gavin Menzies foi completamente desconsiderado, mas hoje percebemos que há cada vez mais indícios de que os portugueses seguiram rotas já antes navegadas por outros.</p>



<p>Em 2011 a Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), revelou existirem fortes indícios de ocupação humana nos Açores anterior à chegada dos portugueses, como são os casos de vestígios de escrita sunita descoberta na Terceira, arte rupestre encontrada na Ilha Terceira e em S. Miguel, moedas cartaginesas e gregas descobertas no Corvo e hipogeus (estruturas escavadas na rocha usadas no Mediterrâneo como sepulturas) existentes no Corvo, na Terceira e em Santa Maria.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/R0zJWPz.jpg" alt="" data-id="12710" class="wp-image-12710"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">1</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/e8ruqny.jpg" alt="" data-id="12711" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=12711" class="wp-image-12711"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">2</figcaption></figure></li></ul></figure>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Imagem 1: provável necrópole (cemitério) tipicamente fenícia. Imagem 2: coluna com uma inscrição que Herbert Sauren (Universidade de Lovaina) traduz por &#8220;Odroy, o Senhor dos deuses, o deus dos Dácios&#8221;, o que a coloca no tempo do Império Romano, Ilha Terceira.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/b9pe4F3.jpg" alt="" data-id="12712" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=12712" class="wp-image-12712"/></figure></li></ul><figcaption class="blocks-gallery-caption"><em>Ilha Terceira, gravura típica da Idade do Bronze, 1000 anos A.C. </em></figcaption></figure>



<p><br>Existem dúvidas sobre uma ocupação humana dos Açores anterior aos portugueses? Não é um assunto simples de aceitar. Vai dar um trabalhão reescrever a História.</p>



<p></p>
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		<title>O Padrão dos Descobrimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 00:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrimentos portugueses]]></category>
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		<category><![CDATA[Maputo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois da independência das colónias, os novos regimes derrubaram ou retiraram as estátuas dos colonizadores. Em alguns casos, as estátuas foram vandalizadas. Foi a catarse normal, depois de séculos de opressão. Em Maputo, por exemplo, a estátua de Salazar foi retirada da rua e está na Biblioteca Nacional virada para a parede, um “castigo” eterno. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois da independência das colónias, os novos regimes derrubaram ou retiraram as estátuas dos colonizadores. Em alguns casos, as estátuas foram vandalizadas. Foi a catarse normal, depois de séculos de opressão. Em Maputo, por exemplo, a estátua de Salazar foi retirada da rua e está na Biblioteca Nacional virada para a parede, um “castigo” eterno.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/7p86JXY.jpg" alt="" class="wp-image-7884"/><figcaption>estátua de Salazar, em Maputo, Moçambique</figcaption></figure>



<p>Depois do 25 de abril, em Portugal os revolucionários fizeram cair, uma por uma, as letras S – A – L- A – Z – A – R da ponte sobre o Tejo. A estátua do marechal Carmona (Presidente da República entre 1926-1951) foi retirada e está hoje no jardim do Museu da Cidade. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/9sC2FYZ.jpg" alt="" data-id="7893" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7893" class="wp-image-7893"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/VkciFLL.jpg" alt="" data-id="7894" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7894" class="wp-image-7894"/></figure></li></ul></figure>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/Mmu8iPI.jpg" alt="" data-id="7896" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7896" class="wp-image-7896"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/vxW7N6u.jpg" alt="" data-id="7895" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7895" class="wp-image-7895"/></figure></li></ul></figure>



<p>Em todo o país, talvez houvesse duas ou três estátuas de Salazar. &nbsp;Uma delas, a que estava na terra natal do ditador, em Santa Comba Dão, foi decapitada. O passado nem sempre traz boas memórias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/rNycMO3.jpg" alt="" class="wp-image-7885"/><figcaption>estátua decapitada de Salazar, Santa Comba Dão</figcaption></figure>



<p>Noutros locais, onde entretanto o passar do tempo já amaciou as fricções da História, há memórias que permanecem. Calhou-me em sorte passar várias vezes pelo Quénia e percorrer boa parte desse interessante país. As memórias coloniais permanecem por ali. Os quenianos “deram a volta ao texto” de um modo muito pragmático. Lembram aos visitantes que aquilo são símbolos da opressão colonial e contam a História sob o seu ponto de vista. É o caso, por exemplo, do Forte Jesus, em Mombaça.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/mdZ8S2a.jpg" alt="" data-id="7886" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7886" class="wp-image-7886"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Fort Jesus, Mombasa, Kenya. Built by the Portugese in 16th century. UNESCO World Heritage Site. Photographed in 1975, Scanned film with grain.</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/rl0l7ra.jpg" alt="" data-id="7887" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7887" class="wp-image-7887"/></figure></li></ul></figure>



<p>Forte Jesus é um castelo seiscentista português. Tem a particularidade de ter sido construído com coral da baía de Mombaça. Os portugueses só sabiam construir em pedra e não havendo pedra em terra, foram ao mar buscá-la… a baía era rica em coral rosa, de modo que o Forte Jesus tem muralhas cor-de-rosa. Hoje diríamos que foi um crime ecológico.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/QvXQoZR.jpg" alt="" data-id="7888" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7888" class="wp-image-7888"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/WoCA16Z.jpg" alt="" data-id="7889" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7889" class="wp-image-7889"/></figure></li></ul></figure>



<p><br>Mas é a única coisa cor-de-rosa que o castelo tem. Tudo o resto faz lembrar guerras e morte. Os quenianos, que tão bem conservam o castelo, vão ao pormenor de venderem um pequeno livro com a história do local. Um pequeno livro cheio de 200 anos de guerras, morte e escravidão, afinal de contas, os ingredientes da História. Que começa assim:<br><br>“The Portuguese showed up in 1505 and took the town. The fighting took the lives of 1513 Mombasa defenders and 5 Portuguese attackers. After looting Mombasa and setting it on fire, they left and did not return for 15 years. The Portuguese looted the town again in 1528 and twice more in the 1580s. Two years after the last attack, Mombasa went on the offensive and attempted to conquer Malindi. The Mombasa attackers were massacred and the town fell shortly thereafter in a counterattack by Malindi, which turned Mombasa over to the Portuguese. The Portuguese began construction on Fort Jesus, which was finished in 1593”.</p>



<p>Tradução: Os portugueses chegaram em 1505 e conquistaram a cidade. Nos combates morreram 1513 defensores de Mombaça e 5 portugueses. Depois de saquear a cidade, pegaram-lhe fogo, foram-se embora e não voltaram durante 15 anos. Em 1528 voltaram a saquear a cidade, e mais duas vezes na década de 80 desse século. Dois anos depois do último ataque, Mombaça contra-atacou em Malindi (a praça-forte de Portugal naquela zona da costa africana). Os atacantes foram massacrados e Mombaça caiu nas mãos dos portugueses. A construção de Forte Jesus ficou concluída em 1593.</p>



<p>Mas este é apenas o relato do início de 200 anos de combates pela posse do forte. O Forte Jesus mudou de mãos nove vezes, na disputa entre portugueses e os árabes de Oman que dominavam aquela zona da costa africana. Os portugueses foram derrotados definitivamente em 1729. É interessante perceber como os outros sentem a História comum. Mesmo se não ficamos muito bem no retrato.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/rdhi90r.jpg" alt="" data-id="7890" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7890" class="wp-image-7890"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/2phV01o.jpg" alt="" data-id="7891" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7891" class="wp-image-7891"/></figure></li></ul></figure>



<p>Mas hoje o Forte Jesus é atração turística, livro de História e caixa registadora do dinheiro que eles cobram pela venda dos bilhetes de entrada no castelo que os portugueses construíram. Ou seja, deixem ficar o tal Padrão dos Descobrimentos e dêem-lhe o uso adequado: ensinar o que foi a primeira globalização e que consequências sociais, económicas e políticas implicou.</p>
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