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	<title>Arquivo de crise no comércio - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de crise no comércio - Duas Linhas</title>
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		<title>A pobre cidade e o cinema fechado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 00:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Rua Francisco Sanches]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa, bairro de Arroios, rua Francisco Sanches. Quinhentos metros de rua que já foi de comércio e habitação. Hoje, um bom número de lojas encerrou. A crise sanitária, a crise do turismo e a desertificação da cidade fazem uma equação de difícil resolução e nem mesmo o empreendedorismo oriental consegue o milagre de manter as [&#8230;]</p>
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<p>Lisboa, bairro de Arroios, rua Francisco Sanches. Quinhentos metros de rua que já foi de comércio e habitação.</p>



<p>Hoje, um bom número de lojas encerrou. A crise sanitária, a crise do turismo e a desertificação da cidade fazem uma equação de difícil resolução e nem mesmo o empreendedorismo oriental consegue o milagre de manter as portas abertas.</p>



<p>Nestes 500 metros há várias lojas fechadas, algumas com ar de estarem fechadas há muito tempo. E há vários prédios devolutos. Vazios de gente. Edifícios que não cumprem a missão de serem abrigo, casa, morada, lar de famílias.</p>



<p>Quiseram fazer de Lisboa uma cidade de hotéis. Tudo foi destinado a albergar turistas ou outro tipo de passantes apressados.</p>



<p>Despejaram famílias, apressaram a morte dos mais velhos, pagaram ou coagiram as pessoas a procurar outras moradas, porque Lisboa era para <em>camones</em> e <em>franciús</em>, <em>vikings</em>, <em>tovarich</em> ou <em>marajás</em>. E a cidade foi ficando assim, semi deserta e decadente. A rua Francisco Sanches é um dos muitos reflexos desse estado a que a cidade chegou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">O cinema Pathé &#8211; Imperial</span></strong></h3>



<p>Mas já houve vida por aqui. Um dos edifícios abandonados é o mítico Cinema Pathé, construído em 1926 e que fazia da rua Francisco Sanches um dos centros de confluência de multidões.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="2048" height="1364" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/cinema-pathe.jpg" alt="" class="wp-image-16124"/></figure></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Esta é a primeira fachada do Pathé quando, em 1931 foi rebaptizado Cinema Imperial. Assim se chamou até 1973 quando decidiram recuperar o nome original e voltou a ser Cinema Pathé.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1614" height="1148" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/cinema-pathe-1a-fachada.jpg" alt="" data-id="16123" data-full-url="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/cinema-pathe-1a-fachada.jpg" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=16123" class="wp-image-16123"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="404" height="572" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/Planta-Imperial-Cinema_thumb.jpg" alt="" data-id="16125" data-full-url="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/Planta-Imperial-Cinema_thumb.jpg" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=16125" class="wp-image-16125"/></figure></li></ul></figure>



<p>Nos anos 50 foi modernizado e o edifício ganhou volume. A fachada ainda é a que hoje se mantém.</p>



<p>Nos anos 80, com o advento dos centros comerciais, os cinemas de bairro começaram a perder público. O Pathé acabou por fechar, ainda foi discoteca mas por pouco tempo.</p>



<p>Há mais de 20 anos que está fechado, entaipado. A Câmara Municipal aprovou um projeto para fazer deste edifício um hotel, que mais havia de ser…? Mas as obras nunca se iniciaram. A vizinhança diz que em 2019 ainda andaram por aqui uns tipos que pareciam engenheiros, mas desapareceram quando veio a pandemia.</p>



<p>O projeto aprovado pela autarquia prevê a demolição do edifício, que seria substituído por um mais alto, com 7 pisos. Mas parece que os donos da obra perderam a vontade…</p>
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		<title>Lisboa, comércio em colapso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 00:08:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que se passa no comércio do bairro de Arroios, repete-se por toda a cidade e, de um modo geral, em todo o país. Em Lisboa, a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina disse hoje que o Governo deve “tentar aliviar os empresários de custos imediatos”, aquando do desconfinamento, lembrando que o comércio naquela zona [&#8230;]</p>
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<p>O que se passa no comércio do bairro de Arroios, repete-se por toda a cidade e, de um modo geral, em todo o país.</p>



<p>Em Lisboa, a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina disse hoje que o Governo deve “tentar aliviar os empresários de custos imediatos”, aquando do desconfinamento, lembrando que o comércio naquela zona da capital está a atravessar “um período dificílimo”.</p>



<p>Sem turismo e sem clientes locais, o comércio da baixa lisboeta teme que os negócios não sobrevivam mesmo depois de terminado o confinamento.</p>



<p>Para Manuel Lopes, presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, o Governo deve pensar em ajudas “concretas” para o comércio, para a restauração e para os serviços.</p>



<p>“A dúvida que nós temos e que nos preocupa é como vai ser o comércio de amanhã. […] Sabemos que o comércio vivia 60/70/80% do turismo, sabemos que ele não está cá, e interrogamo-nos quando irá aparecer: Sem ajuda e sem turismo como sobrevive o nosso comércio?”, questionou.</p>



<p>Manuel Lopes diz que com o desaparecimento do turismo, quase não há clientes no centro histórico de Lisboa.</p>



<p>“Tudo foi encaminhado para que o turismo fosse a grande força de compra na Baixa Pombalina. Quer a restauração, quer o comércio viviam – e não é exagerado – 70%, no mínimo, à custa do turismo”, indicava Manuel Lopes, na altura.</p>



<p>“Desapareceu o turismo, desapareceram clientes e os residentes são escassos. Obviamente, com este problema da covid, não havendo confiança das pessoas para circularem, a Baixa é aquela que mais se ressente”, disse na altura, ressalvando que tem havido muitos negócios a fechar.</p>



<p>Segundo o dirigente, torna-se mais económico uma empresa encerrar do que estar aberta.</p>



<p>Nas contas da associação, até novembro, terão encerrado cerca de 115 espaços comerciais na baixa de Lisboa, com o primeiro confinamento.</p>
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		<title>Lojas da Baixa de Lisboa fecham portas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[J B]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 08:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[comércio local]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nossa felicidade tem vivido dos preços da “uva mijona”. Mas pode ser o nosso azar, neste futuro próximo. Uma em cada seis lojas da Baixa de Lisboa já encerrou. E Fernando Medina continua desaparecido nesta tragédia. Andámos a plantar hipermercados a torto e a direito, para termos melão do Chile, uvas da África do [&#8230;]</p>
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<p>A nossa felicidade tem vivido dos preços da “uva mijona”. Mas pode ser o nosso azar, neste futuro próximo. Uma em cada seis lojas da Baixa de Lisboa já encerrou. E Fernando Medina continua desaparecido nesta tragédia.</p>



<p>Andámos a plantar hipermercados a torto e a direito, para termos melão do Chile, uvas da África do Sul, tangerinas de Marrocos. Enfim, as Nações Unidas nas prateleiras de Belmiros e Companhia que abastecem agora 75 por cento dos portugueses.</p>



<p>Entre os cinco maiores importadores em Portugal, estão a Sonae e a Jerónimo Martins, que depois nada exportam. Tal como em 1383-1385, saímos da crise a comprar tudo ao estrangeiros e não temos nenhuma Aljubarrota para nos redimirmos. Preferimos a papaia do Brasil e não apanhar as toneladas de laranjas do Ribatejo.</p>



<p>Calamo-nos quando as empresas portuguesas dão de borla o primeiro carregamento para entrar nas grandes superfícies. Não nos revoltamos quando os fornecedores portugueses recebem conforme a prateleira onde são colocados no hiper. Concentrámos tudo nas mãos de meia dúzia. E eles espremem os empregados a salário mínimo.</p>



<p>Vasco de Melo da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina alerta: “a situação vai agravar-se”. O pequeno comércio está pela hora da morte.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/ZuxoKyf.jpg" alt="" data-id="6601" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=6601" class="wp-image-6601"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/ljCzCJ8.jpg" alt="" data-id="6602" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=6602" class="wp-image-6602"/></figure></li></ul></figure>
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		<title>Crise no comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 17:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Comercial Colombo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sufoco no comércio não vai abrandar tão depressa, como é evidente. Janeiro e Fevereiro nunca foram meses bons para o setor, não é por acaso que é o período de saldos, na tentativa de atrair quem ainda tenha dinheiro para gastar, mas, além disso, é bom não esquecer que o desemprego aumentou muito, quem [&#8230;]</p>
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<iframe loading="lazy" title="Crise no comércio" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Dp7Xok-cjkM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><em>vídeo reportagem no Centro Comercial Colombo, Lisboa</em></figcaption></figure>



<p>O sufoco no comércio não vai abrandar tão depressa, como é evidente. Janeiro e Fevereiro nunca foram meses bons para o setor, não é por acaso que é o período de saldos, na tentativa de atrair quem ainda tenha dinheiro para gastar, mas, além disso, é bom não esquecer que o desemprego aumentou muito, quem está desempregado não vai gastar o dinheiro que não tem nos centros comerciais, e convém não esquecer que muitos dos que continuam a ter trabalho não ganham mais do que o salário mínimo, 635 euros, ou andam lá perto… e esses também não serão os melhores clientes para as lojas dos centros comerciais… e são mais de 20% das pessoas com trabalho, cerca de 800 mil trabalhadores que não ganham para comprar uma camisa no Colombo…</p>



<p></p>
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