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	<title>Arquivo de apartheid - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de apartheid - Duas Linhas</title>
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		<title>FALAR DE CASSINGA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 10:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 4 de maio de 1978, em Angola, tropas paraquedistas sul-africanas atacaram em Cassinga a base da SWAPO</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/05/falar-de-cassinga/">FALAR DE CASSINGA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>Nos anos 70, a Namíbia era ainda um território ocupado pela África do Sul, governada por um regime branco racista que reprimia a maioria negra da população. O apartheid sul-africano, hoje frequentemente evocado quando se analisam outras realidades contemporâneas, era então um sistema internacionalmente isolado, apoiado apenas por alguns aliados estratégicos ocidentais e, até 1974, também pela ditadura portuguesa.</p>



<p>No dia 4 de maio de 1978, em Angola, tropas paraquedistas sul-africanas atacaram em Cassinga a base da SWAPO, o movimento de libertação que combatia a ocupação sul-africana da Namíbia. Depois da independência de Angola, em 1975, e da chegada do MPLA ao poder, a SWAPO encontrou em território angolano um espaço de retaguarda relativamente seguro para instalar bases, treinar combatentes e acolher refugiados.</p>



<p>Cassinga era um desses locais. Funcionava simultaneamente como base militar e campo de acolhimento civil, albergando também população não combatente ligada etnicamente e politicamente à SWAPO. Situada a centenas de quilómetros da fronteira namibiana, Cassinga parecia suficientemente distante para escapar à guerra. A distância, contudo, não impediu o ataque sul-africano, que acabaria por transformar-se num massacre com centenas de mortos entre guerrilheiros e civis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="456" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-1024x456.png" alt="" class="wp-image-49058" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-1024x456.png 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-300x134.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-768x342.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-1536x684.png 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-696x310.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-1392x620.png 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-1068x476.png 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x-1320x588.png 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2x.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Paraquedistas sul-africanos atacam Cassinga, Angola</figcaption></figure>



<p>A operação foi também um prenúncio do que viria depois. Nos anos seguintes, a África do Sul aprofundaria a intervenção militar em território angolano, procurando derrubar o MPLA e impedir que Angola se transformasse numa plataforma de apoio aos movimentos de libertação da região. Para Pretória, a sobrevivência do apartheid passava pelo controlo estratégico da Namíbia e pela contenção dos movimentos revolucionários internos. O apartheid sul-africano está hoje a ser replicado noutras geografias, mais uma vez com a complacência dos governos europeus e dos EUA.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="472" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-1024x472.png" alt="" class="wp-image-49060" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-1024x472.png 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-300x138.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-768x354.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-1536x708.png 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-696x321.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-1392x642.png 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-1068x492.png 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x-1320x608.png 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-2-2x.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Paraquedistas sul-africanos atacam Cassinga, Huambo, Angola</figcaption></figure>



<p>A intervenção cubana foi decisiva para impedir a queda do MPLA e alterar o equilíbrio militar regional. Também em Cassinga, o contra-ataque às forças sul-africanas contou com tropas cubanas estacionadas em Angola. Os militares sul-africanos acabariam por retirar, evitando prolongar um confronto que poderia provocar perdas significativas num exército dependente de uma minoria branca relativamente reduzida. </p>



<p>As fotografias da época mostram sem filtro o horror da guerra: centenas de corpos amontoados, entre eles mulheres e crianças. A imprensa sul-africana, submetida à censura militar do regime, procurou enquadrar o massacre como uma vitória legítima contra “terroristas”, insistindo que a maioria dos mortos seriam homens adultos e, portanto, combatentes, mesmo quando muitos não usavam uniforme.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="504" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-1024x504.png" alt="" class="wp-image-49048" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-1024x504.png 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-300x148.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-768x378.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-1536x756.png 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-696x343.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-1392x685.png 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-1068x526.png 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-324x160.png 324w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-648x320.png 648w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x-1320x650.png 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/valas-comuns-em-cassinga-2x.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Existem igualmente imagens que comprovam a presença militar da SWAPO em Cassinga, com desfiles, treinos e cerimónias militares. Esse facto continua a ser usado para justificar o ataque, embora nunca tenha eliminado a controvérsia sobre a dimensão da matança de civis.</p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="443" height="285" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-parada-militar.jpg" alt="" class="wp-image-49053" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-parada-militar.jpg 443w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-parada-militar-300x193.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 443px) 100vw, 443px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parada militar da SWAPO em Cassinga</figcaption></figure></div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="441" height="326" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-armamento-sovietico.jpg" alt="" class="wp-image-49054" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-armamento-sovietico.jpg 441w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-armamento-sovietico-300x222.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 441px) 100vw, 441px" /><figcaption class="wp-element-caption">armamento soviético colocado em Cassinga</figcaption></figure>
</div>
</div>



<p>Em março de 1990, a Namíbia tornou-se independente e a SWAPO assumiu o poder. Poucos anos depois, em 1994, o apartheid sul-africano desaparecia ingloriamente com a chegada do Nelson Mandela à presidência. Na África Austral, movimentos apoiados pela URSS &#8211; como o MPLA, a SWAPO e o ANC &#8211; alcançaram o poder político, embora cada um tenha seguido trajetórias próprias, marcadas tanto pela Guerra Fria como pelas realidades internas dos seus países.</p>



<p>Cassinga e os que ali foram martirizados foram tabuleiro e peões, respetivamente, de uma guerra entre potências que nunca se importaram com o sofrimento humano que os seus jogos de guerra provocavam. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="525" height="1018" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-placa-crop-2.png" alt="" class="wp-image-49063" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-placa-crop-2.png 525w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/cassinga-placa-crop-2-155x300.png 155w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/05/falar-de-cassinga/">FALAR DE CASSINGA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>O TESTE DO LÁPIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Simões Piedade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 00:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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		<category><![CDATA[Zanele Muholi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na magnífica exposição de Zanele Muholi na Tate, em Londres, este autoretrato que remete para a infame prática do &#8220;teste do lápis&#8221; utilizada durante o apartheid na África do Sul para determinar a &#8220;classificação racial&#8221; de cada pessoa. Este teste exemplifica a brutalidade, a arbitrariedade e o profundo ridículo de um sistema racista que dividia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na magnífica exposição de Zanele Muholi na Tate, em Londres, este autoretrato que remete para a infame prática do &#8220;teste do lápis&#8221; utilizada durante o apartheid na África do Sul para determinar a &#8220;classificação racial&#8221; de cada pessoa. Este teste exemplifica a brutalidade, a arbitrariedade e o profundo ridículo de um sistema racista que dividia seres humanos em categorias raciais.</p>



<p>O &#8220;teste do lápis&#8221; era usado pelas autoridades em caso de dúvida sobre se uma pessoa deveria ser <a></a>classificada como &#8220;branca&#8221; ou como &#8220;negra&#8221;. Por vezes em audiência pública, para uma humilhação e desumanização mais eficaz, um lápis era enfiado no cabelo: se deslizasse por entre os fios de cabelo e caisse no chão a pessoa era classificada como &#8220;branca&#8221;, se o lápis ficasse preso no cabelo era classificada como &#8220;negra&#8221; ou &#8220;mestiça&#8221;. Com as respectivas consequências que daí adviriam no regime segregacionista e racista que só terminou em 1994. Ontem, portanto.</p>



<p>Ao mesmo tempo que caminhava na exposição da Zanele, ia lendo as notícias e reações à operação policial no Martim Moniz onde dezenas de pessoas imigrantes foram perfilhadas, encostadas à parede, revistadas, submetidas a humilhação pública sem qualquer suspeita concreta. Também li que foi aprovada no Parlamento (o que dirá o Palácio Ratton?) a restrição do acesso ao SNS a cidadãos estrangeiros não regularizados.</p>



<p>Tempos estranhos estes&#8230; Há práticas de exclusão do nosso tempo presente que mais parecem um lápis invisível a desenhar fronteiras entre os que merecem direitos e os que podem ser descartados, excluídos, indignamente tratados. Um teste de lápis invisível a testar-nos&#8230;a todos.</p>



<p>[Li críticas a uma comparação feita entre uma imagem da operação no Martim Moniz e outra de judeus na Alemanha nazi. Percebo as críticas mas que se lembrem que o Holocausto não começou em Auschwitz nem de imediato com as câmaras de gás. Começou com o discurso de ódio, com as inscrições racistas nas montras das lojas dos judeus, com as pilhagens paramilitares e as detenções policiais arbitrárias, com a desumanização de seres humanos, com a classificação de seres humanos como inferiores e menos dignos, pela sua aparência, pertença, afiliação, etnia, religião&#8230;]</p>
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		<title>O PERIGO ISRAELITA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2023 10:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos dar o exemplo que a fotografia retrata. Em 1994, o governo israelita forçou o encerramento de 500 lojas que existiam naquela rua e proibiu o trânsito automóvel. No ano 2000, foi proibida a circulação pedestre a palestinianos. Passou a ser uma rua exclusiva para judeus e os palestinianos foram obrigados a vender as suas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vamos dar o exemplo que a fotografia retrata. Em 1994, o governo israelita forçou o encerramento de 500 lojas que existiam naquela rua e proibiu o trânsito automóvel. No ano 2000, foi proibida a circulação pedestre a palestinianos. Passou a ser uma rua exclusiva para judeus e os palestinianos foram obrigados a vender as suas propriedades a preços ridículos.</p>



<p>É por cenas deste género que um antigo chefe da Mossad, os serviços secretos israelitas, diz que &#8220;a maior ameaça somos nós”, porque é evidente que este tipo de repressão gera sempre reação.</p>



<p>O crítico chama-se Tamir Pardo, foi o<em> boss</em> da Mossad entre 2011 e 2016. Foi escolhido para o cargo por Netanyahu, o primeiro-ministro. Depois de abandonar essas funções, tornou-se um militante político da oposição.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="981" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/10/tamir-pardo.jpg" alt="" class="wp-image-29532"/><figcaption class="wp-element-caption">Tamir Pardo</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color"><strong>ISRAEL PREPARA ATAQUE CONTRA IRÃO</strong></h3>



<p>Tamir assume que Israel pratica <em>apartheid</em> e tem sido uma das figuras em destaque nas manifestações de rua contra a reforma judicial, com a qual Netanyahu pretende subverter o Estado de direito israelita, através de um ‘golpe de estado’ por via legislativa.</p>



<p>Devido às funções que exerceu na Mossad, <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Tamir_Pardo">Tamir Pardo</a></strong> assegura que Israel se prepara há muitos anos para atacar o Irão. As atuais circunstâncias do confronto com os palestinianos poderão proporcionar a Israel a oportunidade de lançar esse ataque. Não será por acaso que os EUA enviaram dois porta-aviões para a região, no apoio às ações militares dos israelitas. </p>



<p>Israel já ultrapassou todos os limites do que se poderia considerar uma resposta adequada ao ataque do Hamas de 7 de outubro. O grau de destruição em Gaza e noutras localidades fora da Faixa de Gaza, o número de vítimas (o número de mortos palestinianos aproxima-se dos 5 mil, há 1500 crianças mortas) deveria ser avassalador para qualquer ser humano, incluindo dirigentes políticos ocidentais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Crianças de Gaza" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/O2CazuHuMBo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em><sub>vídeo</sub></em></figcaption></figure>



<p>(Quem não conseguir visionar o vídeo no YouTube, podem fazê-lo neste <strong><a href="https://t.me/duaslinhas/840">link para a rede Telegram</a></strong>)</p>
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