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	<title>Arquivo de andorinhas estão a desaparecer - Duas Linhas</title>
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		<title>UMA INVASÃO IMPIEDOSA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2023 23:01:24 +0000</pubDate>
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<p>Com a primavera, reaparecem as andorinhas e as abelhas. Cada vez menos. As andorinhas desaparecem porque está também a desaparecer o alimento disponível. Há cada vez menos insetos por causa do uso global de inseticidas na agricultura intensiva e, sem eles, as andorinhas morrem de fome. Estamos a assistir a alterações relevantes nos ecossistemas, o perigo para a biodiversidade é real.</p>



<p>Os desequilíbrios tendem a adquirir velocidade crescente, num efeito de bola de neve que quanto mais rola mais cresce.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>A par com o desaparecimento das andorinhas, assistimos ao desaparecimento das abelhas “domesticadas”, a abelha europeia, nome científico <em>Apis Mellifera</em>, de cuja existência dependem inúmeras espécies vegetais para a polinização e dependem milhares de apicultores em Portugal. A abelha não é a única polinizadora que contribui para a reprodução de espécies vegetais, mas é a única produtora de mel com importância económica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="906" height="593" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/04/polinizadores.jpg" alt="" class="wp-image-25660"/></figure>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>O problema das abelhas não é apenas com os inseticidas, mas também com a invasão imparável da abelha asiática, terrível predadora da abelha europeia. A destruição de colmeias atingiu já dimensões catastróficas.</p>



<p>Rodrigo Sousa Castro, conhecido militar de abril, hoje na reserva, dedica-se à apicultura, num projeto agrícola na região de Sintra. “Instalámos vários apiários, na região de Sintra, Colares, Pernigem, e noutros locais da Serra de Sintra tendo para isso feito um protocolo com o ‘Monte da Lua’. Durante alguns anos implantamos paulatinamente cerca de 12 apiários em locais diferentes com efetivos reduzidos tendo em vista o crescimento sustentado dos efetivos para o que, após uma fase inicial em que adquirimos algumas colónias começamos a reproduzir as colónias através de desdobramentos e outras técnicas.”</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1408" height="784" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/04/rodrigo-s-c-2.jpg" alt="" class="wp-image-25662"/><figcaption class="wp-element-caption">O apicultor Rodrigo Sousa Castro</figcaption></figure>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Durante anos o projeto cresceu, aumentou o número de colmeias, registou-se uma marca comercial, colocaram o produto no mercado. “Tínhamos tido conhecimento que a vespa asiática havia aparecido no norte do País em 2011, mas sempre pensamos que alguém tomaria algumas medidas para debelar a praga ou no mínimo evitar a sua progressão para sul,” diz Rodrigo Sousa Castro, antes de relatar o desastre total.</p>



<p>“Há três anos atingimos um efetivo de 200 colónias e preparávamo-nos para constituir uma sólida posição enquanto apicultores, quando a vespa apareceu aqui na região…”</p>



<p>Em 2021, a vespa asiática matou metade das abelhas europeias. No ano passado, já só sobreviviam 10% das abelhas melíferas. Este ano, não houve produção de mel. “Lançámos a toalha ao chão”, assume Rodrigo Sousa e Castro.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Numa década, a vespa asiática instalou-se em todo o país, depois de ter colonizado toda a Europa, especialmente os territórios do sul. Rodrigo Sousa Castro reconhece que o combate ao invasor é uma luta difícil, mas acusa as autoridades de passividade. “Só reagem quando os ninhos são indiciados e mesmo assim com grandes atrasos e deficiências.”</p>



<p>Todos os apicultores portugueses enfrentam este problema, mas na região de Sintra parece haver condições excelentes para a abelha asiática ter uma vida feliz. Vegetação verde luxuriante, temperaturas amenas, humidade quanto baste e pequenos cursos de água em profusão. E um combate ineficaz.</p>



<p>“Não sendo do meu feitio e natureza ficar pelo caminho, desta vez não tive outra alternativa”, diz-nos Rodrigo Sousa e Castro, a quem desejamos boa sorte em projetos futuros.</p>
</div></div>
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