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	<title>Arquivo de amor aos animais - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de amor aos animais - Duas Linhas</title>
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		<title>A MORTE DO GATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[António da Cunha Justo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 00:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ensinou-nos que a sociabilidade não é barulho, mas presença selectiva.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a partida do Yoschi, o meu “Bicho” de dezanove anos, não partiu apenas um gato. Partiu um pequeno embaixador de um mundo paralelo, que sempre coexistiu com o nosso. Ele era siamês, mas a sua verdadeira pátria era um reino de gestos simples e verdades profundas. Era sábio não por acumular conhecimento, mas por viver numa curiosidade perpétua. Era limpo e aprumado, não por vaidade, mas por um respeito inato pelo seu próprio ser e pelo espaço que partilhava connosco. Chamávamos-lhe Yoschi, seu nome alemão, e “Bicho” para mim; dei-lhe o nome de “Bicho” como título de honra, que celebrava a centelha de selva soberana que nele ardia, domada, mas nunca extinta.</p>



<p>O Yoschi/Bicho era um mestre da arte de ser. As suas lições eram silenciosas. Ensinou-nos que a sociabilidade não é barulho, mas presença selectiva. Afectuoso, mas não carente; aproximava-se para receber carinho e, uma vez satisfeito o seu grau de necessidade sentimental, recolhia-se com uma dignidade serena para as suas “meditações místicas”. Esta independência não era frieza, era autossuficiência. Nós não éramos os seus donos, éramos os seus companheiros de jornada. E, nessa qualidade, servi-lo, encher a taça de água, providenciar o conforto, tarefa que a senhoria assumia com carinho, tornava-se um acto de reverência, não de posse.</p>



<p>A sua maior magia era a sua percepção aguçada do ambiente. Parecia decifrar as emoções humanas com uma precisão que nos humilhava. Se a tristeza ou a doença pairassem no ar, ele dirigia-se ao coração da dor e, com o seu ronronar terapêutico que se assemelhava a um zumbido ancestral que parecia vibrar na própria frequência da cura, oferecendo consolo. Era um calmante vivo, um ajudante antisstress que não exigia mais do que o reconhecimento da sua existência única.</p>



<p>A sua vida foi um testemunho eloquente. Um gato como o Yoschi não é um substituto para uma relação humana; é uma ponte para uma forma de relação diferente, mais silenciosa e intuitiva. Ele não preenchia lacunas humanas; ensinava-nos a preenchê-las connosco próprios, mostrando-nos os valores da autonomia, da percepção e da comunicação não-verbal. Os animais, tantas vezes ignorados, são precisamente estes embaixadores. Eles não anseiam ser humanos, anseiam por ser compreendidos no seu próprio direito que lhe vem da nossa estima e companhia. O segredo da empatia entre os nossos mundos, como o Yoschi tão bem ilustrou, reside na nossa disponibilidade para “entrar em relação”, para ouvir a lição contida no seu olhar sereno, no seu ronronar regenerador, no seu modo de caminhar pelo mundo com uma soberania tranquila. Enfim, um exemplo do modo de se relacionar do cidadão com as suas chefias.</p>



<p>Naturalmente, o preço deste vínculo autêntico é a dor da despedida. No seu último dia, o Yoschi, já debilitado pela diabetes, percorreu todos os cantos da casa que outrora frequentava, um derradeiro ritual de despedida ao seu lar. A sua morte deixa um vazio, mas também a semente de uma compreensão mais profunda. Ele foi feliz, teve um lar como seria de desejar para muitos. E, ao fazê-lo, ofereceu-nos a rara oportunidade de espreitar os mistérios da vida animal, não para os dominar, mas para com eles aprender, honrando a sua memória através de um olhar mais respeitoso e empático para com todas as criaturas com quem partilhamos este mundo.</p>



<p>À memória do Yoschi, o “Bicho”, cuja vida foi uma lição de afeição sem dependência e de uma ligação que liberta em vez de aprisionar.</p>
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		<title>Canção para um cão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 23:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[amor aos animais]]></category>
		<category><![CDATA[animais de estimação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Spike amigo ,terno é o teu olhar, reconheces meus passos logo na rua ao pé de casa... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Percebemos bem.</p>



<p>São eles as suas companhias, são eles que, meigos, lhes aceitam os carícias, num suave ronronar, num gemido terno – quando os outros, os humanos, se entretêm, longe mas perto, com um iluminado rectangulozinho pejado de letras e de imagens…</p>



<p>Eles, a companhia de que não querem prescindir. Que se danem os haveres, as loiças, os lençóis!&#8230;</p>
</div></div>



<p>Como a maior parte dos humanos mortais, também eu tive muitos gatos, só tenho um agora, que diariamente espera, paciente, que eu o vá escovar, quando for, de manhã, lavar os dentes, e que adormece, à noite, aconchegado à dona.</p>



<p>E um labrador, que recebi já com nome: Spike. De Spike, o irmão do Snoopy (dos Peanuts de Charles M. Schulz), que vivia sozinho no deserto da Califórnia e, a 4 de Agosto de 1975, escreveu ao irmão a anunciar que o iria visitar; por isso, a sua primeira aparição data do dia 13 seguinte. O nosso Spike veio mais tarde: nasceu a 4 de Janeiro de 2015 e está connosco desde 18 de Agosto de 2017.</p>



<p>Meigo e inteligente como todos os labradores, cativa os vizinhos, saúda toda a gente e cativou, de modo especial, a minha amiga Eugenia Serafini, de Roma, pintora e poetisa. Nas mensagens, além dos abraços para nós, vem sempre um terno croquete virtual para o Spike. Anteontem, porém, não resistiu e reagiu assim à foto dele que lhe enviei, fazendo minhas as suas palavras:</p>



<pre class="wp-block-verse">Non hai parole dolci o amare<br>amico Spike<br>ma teneri sguardi e<br>bisbigli sinceri mentre<br>attendi il mio ritorno<br>e riconosci il passo lungo la via<br>che mi riporta a casa<br>nel giardino dove i fiori profumano l'aria e<br>gli uccelli si posano a cantare<br>al ristoro del caldo gli alberi e i frutti succosi<br>E io torno a te<br>come <br>allora<br>Ulisse!<br>                                          <em>Eugenia per Spike</em></pre>



<p>Não resisti também eu e verti para português esse italiano poema:</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<pre class="wp-block-verse"><em>Não tens palavras doces nem amargas</em><br><em>Spike amigo</em><br><em>terno é o teu olhar</em><br><em>mui sinceros teus sussurros</em><br><em>enquanto esperas que eu volte</em><br><em>e reconheces meus passos</em><br><em>logo na rua ao pé de casa</em><br><em>no jardim onde as flores perfumam o ar</em><br><em>os pássaros poisam cantando</em><br><em>as árvores e seus suculentos frutos</em><br><em>aguardam que chegue o calor</em><br><em>E eu volto para ao pé de ti</em><br><em>como o Ulisses</em><br><em>d’outrora!</em></pre>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="622" height="779" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/spike-3-1.jpg" alt="" class="wp-image-40985" style="width:293px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/spike-3-1.jpg 622w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/spike-3-1-240x300.jpg 240w" sizes="(max-width: 622px) 100vw, 622px" /></figure></div></div>
</div>



<p>Quiçá estranho mundo seja este, onde cada vez nos apetece mais o refúgio da Natureza pura, o inspirador afago dos nossos animais!&#8230;</p>



<p></p>
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		<title>Pirata &#038; Motard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 23:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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		<category><![CDATA[amor aos animais]]></category>
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		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[gatos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Bem vindo pá! &#160;&#8211; Olá&#8230; &#160;&#8211; Que focinho é esse? &#160;&#8211; É difícil deixá-la&#8230;  &#8211; Nada disso, nunca estiveste tão perto como agora. Sentes-lhe o coração, o pensamento, todos os sentimentos. Podes sempre falar-lhe ao coração. Ela nem sempre ouve, é certo&#8230; &#8211; Pois&#8230; &#8211; Ai! Continuas no leite tónico? &#8211; Não, quero um shot [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>&#8211; Bem vindo pá!</p>



<p>&nbsp;&#8211; Olá&#8230;</p>



<p>&nbsp;&#8211; Que focinho é esse?</p>



<p>&nbsp;&#8211; É difícil deixá-la&#8230;</p>



<p> &#8211; Nada disso, nunca estiveste tão perto como agora. Sentes-lhe o coração, o pensamento, todos os sentimentos. Podes sempre falar-lhe      ao coração. Ela nem sempre ouve, é certo&#8230;</p>



<p>&#8211; Pois&#8230;</p>



<p>&#8211; Ai! Continuas no leite tónico?</p>



<p>&#8211; Não, quero um shot de tequila. Bonito este lugar.</p>



<p>&#8211; Muito obrigado!</p>



<p>&#8211; É teu&#8230;?</p>



<p>&#8211; Yap!</p>



<p>&#8211; Mas isto parece ser feito de diamantes!</p>



<p>&#8211; Quando largas a Terra todas as lágrimas que vertem por ti são diamantes aqui, eu vim coberto deles. Vai daí, resolvi fazer um hotel para cães e gatos, não sou racista.</p>



<p>&#8211; Ai que saudades.. Sabes que me cantou canções de embalar antes de eu sair?</p>



<p>&#8211; Claro que sei, peguei nos dois ao colo enquanto ela desafinava com toda a alma. Foi bonito. Repito, estás sempre com ela porque ela traz-nos sempre com ela. Nunca nos deixará. Mas olha, vens sem diamantes? Muita gente chorou por ti&#8230;</p>



<p>&#8211; O porteiro disse para os deixar à entrada&#8230;</p>



<p>&#8211; Ah, ah ah, ainda não te conhece. Agora o que precisas é de um projecto!</p>



<p>&#8211; Tens alguma coisa em mente?</p>



<p>&#8211; Yap, quero abrir uma cadeia de hotéis para cães e gatos, tu ficas com os cães eu com os gatos. O desafio é maior.</p>



<p>&#8211; Hum&#8230; boa. Como se vai chamar?</p>



<p>&#8211; Pirata &amp; Companhia.</p>



<p>&#8211; Então e eu?</p>



<p>&#8211; Ok, ok. Pirata &amp; Motard!</p>



<p>&#8211; Se vamos ser sócios&#8230; Motard &amp; Pirata!</p>



<p>&#8211; Eu cheguei primeiro!</p>



<p>&#8211; Os últimos são sempre os primeiros!</p>



<p>&#8211; Grrrrrrrrrr</p>



<p>&#8211; Fssssss</p>



<p>&#8211; Grrrrrrrrr</p>



<p>&#8211; Fssssss.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Silêncio&#8230;.</p>



<p>Pegam nos copos, olham-se nos olhos, dizem ao mesmo tempo:</p>



<p>&nbsp;&#8211; Companhia Ilimitada!</p>



<p>&nbsp;&#8211; Companhia Ilimitada!</p>



<p>&nbsp;&#8211; Grande nome, grande ideia!</p>



<p>&nbsp;&#8211; A ideia foi tua pá!</p>



<p>&nbsp;&#8211; Népia, foi tua!</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Silêncio&#8230;</p>



<p>Viram-se para o balcão, pedem mais dois shots. Tchim, tchim!</p>



<p>&nbsp;&#8211; Sacana, a ideia foi dela!</p>



<p> &#8211; Sacanita&#8230;</p>



<p>&#8211; Que saudades&#8230;</p>



<p>&#8211; <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=456561772929790&amp;set=a.106083677977603">Yap..</a>&nbsp;</p>
</div></div>
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		<title>Morreu o meu gato, não vou trabalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 12:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[amor aos animais]]></category>
		<category><![CDATA[PAN]]></category>
		<category><![CDATA[partido PAN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de cães acolhidos em vários canis municipais e associações ultrapassa os 37 mil, segundo números da Associação de Veterinários Portugueses. É a prova do nosso coração duro. A recente iniciativa de Cristina Rodrigues, ex-deputada do PAN, de um dia de luto por morte de animal de estimação não é, como se fez crer, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O número de cães acolhidos em vários canis municipais e associações ultrapassa os 37 mil, segundo números da Associação de Veterinários Portugueses. É a prova do nosso coração duro.</p>



<p>A recente iniciativa de Cristina Rodrigues, ex-deputada do PAN, de um dia de luto por morte de animal de estimação não é, como se fez crer, uma bizarrice. Essa proposta ajuda a melhorar a nossa relação com os animais de companhia e a pensar nos animais que comemos diariamente, depois de sofrerem torturas bárbaras.</p>



<p>Os suíços, franceses e australianos reconhecem que os animais têm sentimentos. A Suíça vai mais longe e concede-lhes advogado de defesa. Mas nós continuamos a cantar alegremente “atirei um pau ao gato, mas o gato não morreu”, doutrinando as crianças de forma negativa.</p>



<p>Quase 50 anos depois do libertador 25 de Abril de 1974, alguns ainda acham graça pisar o rabo do gato e dar um pontapé no cão. Ou deixar os gatos pelos telhados, porque alguém lhes dará comida. Ou abandonar os cães depois das caçadas, porque estão estafados ou não prestam.</p>



<p>Já não falo de quem se senta a uma mesa à frente de bife, retirado de uma vaca pendurada num matadouro como se fosse um trapo. Uma vaca mantida em baias uma vida inteira, até estar gorda para a matança. Ou de um bezerro de leite, assassinado com apenas alguns meses de vida, sem nunca ver a luz do dia.</p>



<p>Mas as coisas estão a mudar. Fui a um bar de praia com uma mulher excepcional que trata o seu cão como gente. E sem pedirmos, a empregada trouxe uma taça de água para o senhor cão. É o primeiro bar de Carcavelos, do lado do forte.</p>



<p>Os animais não são pedras, têm o mesmo direito a uma vida digna sem sofrimentos. E depois, bem vistas as coisas, quem trata bem um cão, trata bem uma pessoa. E se acaricia com gosto um cão ou um gato, vai tratar de certeza muito bem os seus filhos, os seus pais e os seus concidadãos.</p>



<p>Fiquem a saber, no dia do funeral dos meus gatos, não contem comigo no trabalho.</p>
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