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	Comentários em: A PONTE DE VOUGA	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: José		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:31:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem hajas, Helena, por teres reforçado o apelo. Sempre a nossa leitora atenta!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem hajas, Helena, por teres reforçado o apelo. Sempre a nossa leitora atenta!</p>
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		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/04/a-ponte-do-vouga/#comment-20949</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 15:02:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lamentavelmente nunca se faz a prevenção de uma ponte na proporção do seu desgaste, nem que as portagens continuem a ser cobradas abusivamente. Aí não há esquecimentos na cobrança, nem cedências aos justificados argumentos dos utentes: &quot;estão pagas: continuar a contribuir para quê, para quem?&quot;
Por outro lado, é ainda mais negligenciado o património arquitectónico com forte carga histórica afastado dos centros de decisão. Obras de engenharia civil que contam séculos, aguentam-se mercê da arte/engenho com que foram erguidas para servir as populações.
São criados organismos que de longe pouco cuidam, pouco querem saber, invocando muitas e complexas decisões a tomar. 
Como tão bem sugere José d&#039;Encarnação, terá de se voltar aos principais interessados para que reivindiquem, através dos seus representantes do poder local, o direito de ver reparada essa infraestrutura de passagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lamentavelmente nunca se faz a prevenção de uma ponte na proporção do seu desgaste, nem que as portagens continuem a ser cobradas abusivamente. Aí não há esquecimentos na cobrança, nem cedências aos justificados argumentos dos utentes: &#8220;estão pagas: continuar a contribuir para quê, para quem?&#8221;<br />
Por outro lado, é ainda mais negligenciado o património arquitectónico com forte carga histórica afastado dos centros de decisão. Obras de engenharia civil que contam séculos, aguentam-se mercê da arte/engenho com que foram erguidas para servir as populações.<br />
São criados organismos que de longe pouco cuidam, pouco querem saber, invocando muitas e complexas decisões a tomar.<br />
Como tão bem sugere José d&#8217;Encarnação, terá de se voltar aos principais interessados para que reivindiquem, através dos seus representantes do poder local, o direito de ver reparada essa infraestrutura de passagem.</p>
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