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	Comentários em: CRISTO, PELA LIBERDADE DA PALESTINA	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: JOAQUIM MANUEL DA FONSECA		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/12/cristo-pela-liberdade-da-palestina/#comment-20380</link>

		<dc:creator><![CDATA[JOAQUIM MANUEL DA FONSECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 12:29:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[REALIDADES TÃO ACTUAIS...
E SEM NATAIS...
PARA MEDITAR
E REZAR,
POR DIAS MELHORES,
CHEGA DE SOFREDORES.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REALIDADES TÃO ACTUAIS&#8230;<br />
E SEM NATAIS&#8230;<br />
PARA MEDITAR<br />
E REZAR,<br />
POR DIAS MELHORES,<br />
CHEGA DE SOFREDORES.</p>
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		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/12/cristo-pela-liberdade-da-palestina/#comment-20376</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 16:50:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Começo pelo final da sua estupenda crónica, Carlos Narciso: O Natal é uma construção simbólica feita de retalhos de memórias afectivas. Pretender mais do que isso, talvez seja exagerar.
Se o associaram ao Cristianismo, é porque esta religião é também ela cerzida com ideias que surgiram do primeiro Concílio de Niceia presidido por Constantino I, onde os bispos lá reunidos decidiram da natureza divina deste Jesus para IMPOR uma religião (de estado) que unisse um tão vasto Império.
Na verdade Jesus que dizem da Nazaré, um topónimo que ainda nem existia segundo Flávio Josefo, pregou uma doutrina social de equidade entre todos os povos e pessoas dentro deles, reforçando uma designação para marcar o que dizia como profeta e &quot;formador&quot; de prosélitos: o Reino do Céu, uma entidade acima de todos os que ostentavam caprichos de nacionalismos exacerbados e direitos de fazerem lucros escandalosos com a exploração dos mais fracos, que submetiam e castigavam. Como hoje.
Claro que, opondo-se com convicção, Jesus, o &quot;Cristo&quot;, era um rebelde, alvo fácil para o Império Romano que castigava com a pena máxima da crucifixação. Mas atenção, foi primeiro acusado pelos seus...E aqui entra a polémica questão da Judeia e da Palestina. 
Vou passar ao lado, porque teria de pegar em detalhes como &quot;este é o rei dos judeus&quot; quando colocaram na cabeça de Jesus uma coroa de espinhos e ser a Judeia uma província romana governada por Pôncio Pilatos. É histórico, mas sabemos que a História está cheia de ficções.
Depois negar toda a que é tecida à volta da fuga para o Egipto, sendo Belém a cidade de acolhimento. Já estive nessa gruta e em muitos outros locais onde dizem que...como forma de atrair turistas. Só me preocupa saber, fuga DESDE onde? Seria importante para avaliar a coerência da marcação de um destino para uma grávida quase a dar à luz e para o companheiro.
Importa o seu texto, Carlos Narciso, que tem o grande mérito de nos obrigar a todas estas reflexões: a força do poder, ou a desigual capacidade de submissão de povos, de pessoas dentro de um estado, a justiça, a impunidade.
Tudo igual, até a hipocrisia. Mas nada impede este actor social que é o homem de continuar a representar desde o desejo (às vezes pouco consciente) de um Natal cheio de maravilhas quando em tantos lugares do mundo, como na Palestina, se vive abaixo do mais profundo limiar de miséria.
Dias tranquilos. Um abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo pelo final da sua estupenda crónica, Carlos Narciso: O Natal é uma construção simbólica feita de retalhos de memórias afectivas. Pretender mais do que isso, talvez seja exagerar.<br />
Se o associaram ao Cristianismo, é porque esta religião é também ela cerzida com ideias que surgiram do primeiro Concílio de Niceia presidido por Constantino I, onde os bispos lá reunidos decidiram da natureza divina deste Jesus para IMPOR uma religião (de estado) que unisse um tão vasto Império.<br />
Na verdade Jesus que dizem da Nazaré, um topónimo que ainda nem existia segundo Flávio Josefo, pregou uma doutrina social de equidade entre todos os povos e pessoas dentro deles, reforçando uma designação para marcar o que dizia como profeta e &#8220;formador&#8221; de prosélitos: o Reino do Céu, uma entidade acima de todos os que ostentavam caprichos de nacionalismos exacerbados e direitos de fazerem lucros escandalosos com a exploração dos mais fracos, que submetiam e castigavam. Como hoje.<br />
Claro que, opondo-se com convicção, Jesus, o &#8220;Cristo&#8221;, era um rebelde, alvo fácil para o Império Romano que castigava com a pena máxima da crucifixação. Mas atenção, foi primeiro acusado pelos seus&#8230;E aqui entra a polémica questão da Judeia e da Palestina.<br />
Vou passar ao lado, porque teria de pegar em detalhes como &#8220;este é o rei dos judeus&#8221; quando colocaram na cabeça de Jesus uma coroa de espinhos e ser a Judeia uma província romana governada por Pôncio Pilatos. É histórico, mas sabemos que a História está cheia de ficções.<br />
Depois negar toda a que é tecida à volta da fuga para o Egipto, sendo Belém a cidade de acolhimento. Já estive nessa gruta e em muitos outros locais onde dizem que&#8230;como forma de atrair turistas. Só me preocupa saber, fuga DESDE onde? Seria importante para avaliar a coerência da marcação de um destino para uma grávida quase a dar à luz e para o companheiro.<br />
Importa o seu texto, Carlos Narciso, que tem o grande mérito de nos obrigar a todas estas reflexões: a força do poder, ou a desigual capacidade de submissão de povos, de pessoas dentro de um estado, a justiça, a impunidade.<br />
Tudo igual, até a hipocrisia. Mas nada impede este actor social que é o homem de continuar a representar desde o desejo (às vezes pouco consciente) de um Natal cheio de maravilhas quando em tantos lugares do mundo, como na Palestina, se vive abaixo do mais profundo limiar de miséria.<br />
Dias tranquilos. Um abraço.</p>
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