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	Comentários em: UM ROL DE MUITAS HISTÓRIAS	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: José		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 18:14:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem hajas, Helena, pelo eco, que relança o que se escreveu e se disse. Um livro que apetece ler duma assentada para, depois, se voltar atrás às páginas que mais nos interessaram. Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem hajas, Helena, pelo eco, que relança o que se escreveu e se disse. Um livro que apetece ler duma assentada para, depois, se voltar atrás às páginas que mais nos interessaram. Abraço!</p>
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		<title>
		Por: Helena		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 09:58:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estive presente nesta bela sessão intimista (pelo aconchego do espaço e das palavras) e já comecei a ler as Crónicas de Guilherme Cardoso. 
Recomendo a toda a gente. O autor gosta pouco de falar, mas gosta de (e sabe) escrever convertendo a sua experiência em agradável leitura.
Pelas palavras e imagens que nos deixa, ficamos com a noção de que ele é mesmo &quot;arqueólogo desde pequenininho&quot;.
Nos mais pequenos detalhes se evidencia essa curiosidade de conhecer o que a sensibilidade, e os olhos treinados, facilmente descobrem como matéria de interesse. 
Se o Prof. José d&#039;Encarnação o ensinou, como percebemos na apresentação que fez do livro, Guilherme Cardoso soube aproveitar esses ensinamentos e retribuir em fiel Amizade. É também um grande Arqueólogo.
E depois a Amizade é uma das mais bonitas manifestações de solidariedade e empatia que os tem unido nos mais diversos projectos, porque muita parceria têm feito em importantes trabalhos arqueológicos locais
Ouvi assim falar de saloios, de arqueologia, de pedreiras abundantes, em duplicado. Na assistência estava um dos canteiros que, como muitos outros, &quot;exportou&quot; obra talhada nas pedras da região e que tem também obra escrita sobre o património local e a vivência dos saloios: Celestino Costa. 
Se quiserem ter uma ideia de quem é, observem a primeira das imagens que ilustram este texto: é o senhor mais à direira, com o seu boné e camisa de xadrez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive presente nesta bela sessão intimista (pelo aconchego do espaço e das palavras) e já comecei a ler as Crónicas de Guilherme Cardoso.<br />
Recomendo a toda a gente. O autor gosta pouco de falar, mas gosta de (e sabe) escrever convertendo a sua experiência em agradável leitura.<br />
Pelas palavras e imagens que nos deixa, ficamos com a noção de que ele é mesmo &#8220;arqueólogo desde pequenininho&#8221;.<br />
Nos mais pequenos detalhes se evidencia essa curiosidade de conhecer o que a sensibilidade, e os olhos treinados, facilmente descobrem como matéria de interesse.<br />
Se o Prof. José d&#8217;Encarnação o ensinou, como percebemos na apresentação que fez do livro, Guilherme Cardoso soube aproveitar esses ensinamentos e retribuir em fiel Amizade. É também um grande Arqueólogo.<br />
E depois a Amizade é uma das mais bonitas manifestações de solidariedade e empatia que os tem unido nos mais diversos projectos, porque muita parceria têm feito em importantes trabalhos arqueológicos locais<br />
Ouvi assim falar de saloios, de arqueologia, de pedreiras abundantes, em duplicado. Na assistência estava um dos canteiros que, como muitos outros, &#8220;exportou&#8221; obra talhada nas pedras da região e que tem também obra escrita sobre o património local e a vivência dos saloios: Celestino Costa.<br />
Se quiserem ter uma ideia de quem é, observem a primeira das imagens que ilustram este texto: é o senhor mais à direira, com o seu boné e camisa de xadrez.</p>
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