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	Comentários em: LAR DOCE LAR	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: NUNO GARRIDO DE FIGUEIREDO		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19425</link>

		<dc:creator><![CDATA[NUNO GARRIDO DE FIGUEIREDO]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 16:59:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro novo AMIGO e professor
O que eu já tenho aprendido desde que nos conhecemos, há dois dias!! Quem sabe, sabe. Mas saber explicar a quem não sabe, com palavras simples e &quot;Clarinho, clarinho, que é para militar!&quot; tem ainda mais valor.
Teria muito que dizer sobre este seu artigo. A começar pela imagem das cegonhas... que me recordou logo o recente apagão (do qual, por cá, ainda não se explicou nada, apenas se atira com as culpas para Espanha, quando muito provavelmente por cá também temos fotovoltaicas a mais e se eliminaram já centrais daquelas que asseguram maior estabilidade da Rede). É que há já muitos anos também houve outro apagão, que então foi, falsamente, atribuído a uma cegonha. Como em Portugal a culpa morre sempre solteirona, arranjam-se a cegonha que fique mais à mão. E o assunto - de que só raros sabem as verdadeiras razões - morre depressa. Ninguém vai pedir que se meta uma cegonha na prisão.

Também me interessou o facto de se pôr a data nas casas. É que na minha casa os construtores puseram a data sobre a porta, sem que eu lhes tivesse pedido tal, e sem me ter lembrado de lhe perguntar porque o teriam feito. Agora fiquei muito mais informado, até sobre a minha própria casa. Obrigado!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro novo AMIGO e professor<br />
O que eu já tenho aprendido desde que nos conhecemos, há dois dias!! Quem sabe, sabe. Mas saber explicar a quem não sabe, com palavras simples e &#8220;Clarinho, clarinho, que é para militar!&#8221; tem ainda mais valor.<br />
Teria muito que dizer sobre este seu artigo. A começar pela imagem das cegonhas&#8230; que me recordou logo o recente apagão (do qual, por cá, ainda não se explicou nada, apenas se atira com as culpas para Espanha, quando muito provavelmente por cá também temos fotovoltaicas a mais e se eliminaram já centrais daquelas que asseguram maior estabilidade da Rede). É que há já muitos anos também houve outro apagão, que então foi, falsamente, atribuído a uma cegonha. Como em Portugal a culpa morre sempre solteirona, arranjam-se a cegonha que fique mais à mão. E o assunto &#8211; de que só raros sabem as verdadeiras razões &#8211; morre depressa. Ninguém vai pedir que se meta uma cegonha na prisão.</p>
<p>Também me interessou o facto de se pôr a data nas casas. É que na minha casa os construtores puseram a data sobre a porta, sem que eu lhes tivesse pedido tal, e sem me ter lembrado de lhe perguntar porque o teriam feito. Agora fiquei muito mais informado, até sobre a minha própria casa. Obrigado!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19413</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 09:58:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De : Antão Vinagre
Data: 05/07/25 12:34 
Gostei muito do teu interessante artigo. Nas minhas frequentes viagens para Alter do Chão, chamam-me sempre a atenção esses ninhos de cegonhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De : Antão Vinagre<br />
Data: 05/07/25 12:34<br />
Gostei muito do teu interessante artigo. Nas minhas frequentes viagens para Alter do Chão, chamam-me sempre a atenção esses ninhos de cegonhas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jorge santos		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19382</link>

		<dc:creator><![CDATA[jorge santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 22:38:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Interessante! Sempre a aprender com o Zé d&#039;Encarnação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante! Sempre a aprender com o Zé d&#8217;Encarnação.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19381</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 20:16:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito vou aprendendo de Geografia, nestes textos.
E com pesar verifico que nunca passei por aldeias com inscrições antigas, ou imitação das que lembram as romanas.
Aldeia de Nacomba...ia jurar que Nacomba era um nome africano. E como em 1890 D. Carlos se debatia com os ingleses sobre as possessões africanas, recebendo o ultimato...
Bom, estou a tergiversar um pouco, usando um verbo difícil para não repararem que nada conheço da etimologia do topónimo.
De qualquer modo o ninho, qualquer que fosse ou seja o seu formato e planta (número de andares) sempre teve e terá para os seus habitantes a mesma noção de aconchego.
Esta inscrição – e de mais uma se trata gravada na pedra – fica na Rua Via Romana e parece ter sido inspirada pelo nome, ou o nome dado à Rua pode ter-se inspirado na inscrição da casa abandonada e que eu acho tão poética.
Folha de hera, diz o nosso exímio epigrafista e autor do texto, que sabe melhor do que ninguém. Mas como ficcionista a especular, não podia a data referir-se à morte do proprietário e aquele pauzinho no coração partido da mulher, a referência ao lugar (ali) onde ele perdera a vida?
Grata pela permissão de conjecturar, José d&#039;Encarnação, com as propostas destes textos. Afinal já não ofendemos ninguém com tal labor.
Um abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito vou aprendendo de Geografia, nestes textos.<br />
E com pesar verifico que nunca passei por aldeias com inscrições antigas, ou imitação das que lembram as romanas.<br />
Aldeia de Nacomba&#8230;ia jurar que Nacomba era um nome africano. E como em 1890 D. Carlos se debatia com os ingleses sobre as possessões africanas, recebendo o ultimato&#8230;<br />
Bom, estou a tergiversar um pouco, usando um verbo difícil para não repararem que nada conheço da etimologia do topónimo.<br />
De qualquer modo o ninho, qualquer que fosse ou seja o seu formato e planta (número de andares) sempre teve e terá para os seus habitantes a mesma noção de aconchego.<br />
Esta inscrição – e de mais uma se trata gravada na pedra – fica na Rua Via Romana e parece ter sido inspirada pelo nome, ou o nome dado à Rua pode ter-se inspirado na inscrição da casa abandonada e que eu acho tão poética.<br />
Folha de hera, diz o nosso exímio epigrafista e autor do texto, que sabe melhor do que ninguém. Mas como ficcionista a especular, não podia a data referir-se à morte do proprietário e aquele pauzinho no coração partido da mulher, a referência ao lugar (ali) onde ele perdera a vida?<br />
Grata pela permissão de conjecturar, José d&#8217;Encarnação, com as propostas destes textos. Afinal já não ofendemos ninguém com tal labor.<br />
Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Azevedo e Silva		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19375</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Azevedo e Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:16:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=42700#comment-19375</guid>

					<description><![CDATA[Mais DUAS LINHAS de densa e intensa sabedoria, a desaguarem, destas feita, na recôndita Aldeia de Nacomba, Celorico da Beira.

Grande abraço

José Azevedo e Silva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais DUAS LINHAS de densa e intensa sabedoria, a desaguarem, destas feita, na recôndita Aldeia de Nacomba, Celorico da Beira.</p>
<p>Grande abraço</p>
<p>José Azevedo e Silva</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19374</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 17:14:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: maria helena coelho 
2 de julho de 2025 12:50
Caro Amigo
Repito o de sempre e com a maior admiração - o que tu descobres!...
Resposta:
É verdade: decidi-me a ir por i, à cata de coisas fora do comum. Toda a gente as vê, mas nem todos as lêem!
Um beijo, grato pela tua presença constante.
Zé]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: maria helena coelho<br />
2 de julho de 2025 12:50<br />
Caro Amigo<br />
Repito o de sempre e com a maior admiração &#8211; o que tu descobres!&#8230;<br />
Resposta:<br />
É verdade: decidi-me a ir por i, à cata de coisas fora do comum. Toda a gente as vê, mas nem todos as lêem!<br />
Um beijo, grato pela tua presença constante.<br />
Zé</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19373</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 17:11:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pires Laranjeira 
2 de julho de 2025 17:05
Caro “farejador” de preciosidades “perdidas” por essas terras do mundo aqui tão perto. Textos curtinhos, pedagógicos, calmos e que sabem catrapiscar a sensibilidade do leitor, que, feitas as contas, tem tanto que ler/ver, que não tem tempo para chegar a esses pormenores, se é que pudesse conseguir reparar neles!
Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pires Laranjeira<br />
2 de julho de 2025 17:05<br />
Caro “farejador” de preciosidades “perdidas” por essas terras do mundo aqui tão perto. Textos curtinhos, pedagógicos, calmos e que sabem catrapiscar a sensibilidade do leitor, que, feitas as contas, tem tanto que ler/ver, que não tem tempo para chegar a esses pormenores, se é que pudesse conseguir reparar neles!<br />
Abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19372</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 15:11:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: João Coutinho 
2 de julho de 2025 16:05
Pois é, meu amigo
Lar, o termo que traz momentos de felicidade passados em família e, nos dias de hoje, cada vez mais difícil de pronunciar, por aqueles que o vêem como uma miragem.
Principalmente para os nossos jovens, ao pretenderem afirmar-se na sua merecida independência, e se vêem com dificuldades em possuírem o seu espaço, sujeitando-se a viver com os familiares enquanto não chega o seu dia.
Tal como para os que procuram o país para conseguirem o sustento dos seus familiares, cuja distância determina a sua origem. 
Esses sujeitam-se ao que é possível, a maior parte das vezes em habitação utilizada por muitos, todos ao molho e fé no Senhor.
Através da imprensa, chegam as vozes de doutos políticos a arremessar a culpa para o parceiro do lado, verberando que nada fizeram. 
Pelo estado da coisa e muitos sabem que a conversa da treta chegará até ao dia em que terminarem o mandato, e muitos sabem que pouco ou nada se fará … ou quase nada.
A culpa dessa condição recairá sobre o custo, à falta de terrenos ou aliado à galopante inflação que já chegou na última onda, assim como às múltiplas habitações sem uso, de alguém que se protege na legislação. Essa, que impede o uso de forma a ir ao encontro das partes.
E, desse modo, só podemos dizer felizes dos que têm um lar e votos para que quem não o possua que, um dia, tenham o seu cantinho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: João Coutinho<br />
2 de julho de 2025 16:05<br />
Pois é, meu amigo<br />
Lar, o termo que traz momentos de felicidade passados em família e, nos dias de hoje, cada vez mais difícil de pronunciar, por aqueles que o vêem como uma miragem.<br />
Principalmente para os nossos jovens, ao pretenderem afirmar-se na sua merecida independência, e se vêem com dificuldades em possuírem o seu espaço, sujeitando-se a viver com os familiares enquanto não chega o seu dia.<br />
Tal como para os que procuram o país para conseguirem o sustento dos seus familiares, cuja distância determina a sua origem.<br />
Esses sujeitam-se ao que é possível, a maior parte das vezes em habitação utilizada por muitos, todos ao molho e fé no Senhor.<br />
Através da imprensa, chegam as vozes de doutos políticos a arremessar a culpa para o parceiro do lado, verberando que nada fizeram.<br />
Pelo estado da coisa e muitos sabem que a conversa da treta chegará até ao dia em que terminarem o mandato, e muitos sabem que pouco ou nada se fará … ou quase nada.<br />
A culpa dessa condição recairá sobre o custo, à falta de terrenos ou aliado à galopante inflação que já chegou na última onda, assim como às múltiplas habitações sem uso, de alguém que se protege na legislação. Essa, que impede o uso de forma a ir ao encontro das partes.<br />
E, desse modo, só podemos dizer felizes dos que têm um lar e votos para que quem não o possua que, um dia, tenham o seu cantinho.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/lar-doce-lar/#comment-19371</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 14:56:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=42700#comment-19371</guid>

					<description><![CDATA[De: Ana Leonor Pereira 
2 de julho de 2025 15:34
 Muito bonito!
 Temos aprendido umas coisas bem oportunas! 
Abraço
Al]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Ana Leonor Pereira<br />
2 de julho de 2025 15:34<br />
 Muito bonito!<br />
 Temos aprendido umas coisas bem oportunas!<br />
Abraço<br />
Al</p>
]]></content:encoded>
		
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