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	Comentários em: ALBRICOQUE, ALMECOQUE, ALCÓCARO, ALCOCRE, ALVARICOQUE, ABRICÓ	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/albricoque-almecoque-alcocaro-alcocre-alvaricoque-abrico/#comment-19446</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 15:41:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esses nomes estranhos nunca os conheci na região de Coimbra. Era damasco, diferente das variedades de pêssego e tão apetitoso como os melhores.
Podia tecer (sou má tecedeira) algumas considerações sobre os diferentes nomes dados aos frutos conforme as regiões, mas este texto termina de uma forma muito cordata e racional: importante é que nos entendamos. E se posssível, ver e provar para crer.
Tudo muda: o nome, o sabor, a qualidade. Uma vez comprei melancias (de que não gosto) a um vendedor que tinha a tenda num caminho que percorría todos os anos. 
De regresso a Lisboa, no ano seguinte, parei para lhe comprar mais melancias, porque ia fazer uma salada oriental e tinha uma mensagem:
– Este ano quero fazer a prova primeiro...as do ano passado não prestavam para nada.
E ele muito solícito, para meu espanto
– Tem razão, minha senhora, depois do 25 de Abril as melancias nunca mais foram as mesmas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses nomes estranhos nunca os conheci na região de Coimbra. Era damasco, diferente das variedades de pêssego e tão apetitoso como os melhores.<br />
Podia tecer (sou má tecedeira) algumas considerações sobre os diferentes nomes dados aos frutos conforme as regiões, mas este texto termina de uma forma muito cordata e racional: importante é que nos entendamos. E se posssível, ver e provar para crer.<br />
Tudo muda: o nome, o sabor, a qualidade. Uma vez comprei melancias (de que não gosto) a um vendedor que tinha a tenda num caminho que percorría todos os anos.<br />
De regresso a Lisboa, no ano seguinte, parei para lhe comprar mais melancias, porque ia fazer uma salada oriental e tinha uma mensagem:<br />
– Este ano quero fazer a prova primeiro&#8230;as do ano passado não prestavam para nada.<br />
E ele muito solícito, para meu espanto<br />
– Tem razão, minha senhora, depois do 25 de Abril as melancias nunca mais foram as mesmas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: A. Correia		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/albricoque-almecoque-alcocaro-alcocre-alvaricoque-abrico/#comment-19431</link>

		<dc:creator><![CDATA[A. Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2025 10:57:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma teia de saberes!...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma teia de saberes!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/07/albricoque-almecoque-alcocaro-alcocre-alvaricoque-abrico/#comment-19426</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 17:43:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Carlos Fabião 
12 de julho de 2025 18:28

E tenho &quot;para a troca&quot;: que me diz dos magnórios? - Cinco Quartos de Laranja: Nêsperas ou magnórios
E, já agora, sobre o português do Brasil que tantos pensam ser uma língua muito &quot;jovem e fresca&quot;, é fascinante a conservação de um português arcaico que por lá existe.
No passado mês de dezembro, visitando a &quot;Fazenda Victoria&quot;, pertença da Ipanema (a maior empresa mundial de café) o meu amável anfitrião foi-me mostrando as diversas &quot;glebas&quot; em que a &quot;fazenda&quot; está dividida. E, por influência de quem?.... As residências de estudantes universitários chamam-se &quot;Repúblicas&quot;.
Na minha opinião a permanência destes arcaísmos tem a ver com a muito tardia chegada da imprensa ao Brasil. Só chegou em 1808 com a transferência da corte portuguesa. Por isso, o português do Brasil foi durante séculos uma língua de transmissão oral. Também deve ser essa a razão pela qual têm tantas palavras do Tupi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Carlos Fabião<br />
12 de julho de 2025 18:28</p>
<p>E tenho &#8220;para a troca&#8221;: que me diz dos magnórios? &#8211; Cinco Quartos de Laranja: Nêsperas ou magnórios<br />
E, já agora, sobre o português do Brasil que tantos pensam ser uma língua muito &#8220;jovem e fresca&#8221;, é fascinante a conservação de um português arcaico que por lá existe.<br />
No passado mês de dezembro, visitando a &#8220;Fazenda Victoria&#8221;, pertença da Ipanema (a maior empresa mundial de café) o meu amável anfitrião foi-me mostrando as diversas &#8220;glebas&#8221; em que a &#8220;fazenda&#8221; está dividida. E, por influência de quem?&#8230;. As residências de estudantes universitários chamam-se &#8220;Repúblicas&#8221;.<br />
Na minha opinião a permanência destes arcaísmos tem a ver com a muito tardia chegada da imprensa ao Brasil. Só chegou em 1808 com a transferência da corte portuguesa. Por isso, o português do Brasil foi durante séculos uma língua de transmissão oral. Também deve ser essa a razão pela qual têm tantas palavras do Tupi.</p>
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