<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários em: FOI ALTAR, PIA, TANQUE DE LAVAR, VASO	</title>
	<atom:link href="https://duaslinhas.pt/2025/06/foi-altar-pia-tanque-de-lavar-vaso/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://duaslinhas.pt/2025/06/foi-altar-pia-tanque-de-lavar-vaso/</link>
	<description>Informação online</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jun 2025 10:58:38 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.7</generator>
	<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/06/foi-altar-pia-tanque-de-lavar-vaso/#comment-19316</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 10:58:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=42251#comment-19316</guid>

					<description><![CDATA[De: Nair Castro Soares
17 de junho de 2025 13:39
Caríssimo Colega e Amigo:
Em cada dia que leio os textos que nos chegam pelas tuas mãos, mais presente sinto essa paixão pela Antiguidade e pela cultura que salta aos olhos de verdadeiros iluminados cientistas –  que integras com o maior mérito de conhecedor e divulgador inspirado. Bem hajas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Nair Castro Soares<br />
17 de junho de 2025 13:39<br />
Caríssimo Colega e Amigo:<br />
Em cada dia que leio os textos que nos chegam pelas tuas mãos, mais presente sinto essa paixão pela Antiguidade e pela cultura que salta aos olhos de verdadeiros iluminados cientistas –  que integras com o maior mérito de conhecedor e divulgador inspirado. Bem hajas!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Azevedo e Silva		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/06/foi-altar-pia-tanque-de-lavar-vaso/#comment-19294</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Azevedo e Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 11:08:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=42251#comment-19294</guid>

					<description><![CDATA[História interessante, a dessa pedra.

&quot;Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma&quot; - Lavoisier

JOsé Azevedo e Silva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>História interessante, a dessa pedra.</p>
<p>&#8220;Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma&#8221; &#8211; Lavoisier</p>
<p>JOsé Azevedo e Silva</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Belchior		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/06/foi-altar-pia-tanque-de-lavar-vaso/#comment-19292</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Belchior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 17:40:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=42251#comment-19292</guid>

					<description><![CDATA[Surpreendente narrativa, a do passado desta pedra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Surpreendente narrativa, a do passado desta pedra.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/06/foi-altar-pia-tanque-de-lavar-vaso/#comment-19291</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 15:12:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=42251#comment-19291</guid>

					<description><![CDATA[Quando comecei a ler este texto, prezado José d&#039;Encarnação, e a sugestão de várias metamorfoses sofridas por uma pedra-vaso, lembrei-me imediatamente de um poema da infância: &quot;o destino da árvore&quot;.
As semelhanças vêm em sentido oposto, mas encontram-se na mesma finitude: aqui a pedra, que já fora parte de majestosa sepultura, veio decrescendo até se tornar num simples vaso que um perito arguto identificou...
A árvore ia crescendo a olhos vistos até se tornar visível e potente, mas com o destino traçado da amputação final.
Curiso também é que, na imagem da &quot;face frontal da pedra&quot;, eu tivesse visto logo sardinhas antes de ler a palavra, o que diz muito do realismo da representação a esta distância, assim como diz aos entendidos que a sepultura recebera os restos mortais de alguém ligado às actividades piscatórias, ou transformadoras do pescado. 
Acho fascinante todo este trabalho de pesquisa, reconstituição do passado, corrente que, desgastada com o passar dos séculos, ainda nos consegue aproximar.
Um abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei a ler este texto, prezado José d&#8217;Encarnação, e a sugestão de várias metamorfoses sofridas por uma pedra-vaso, lembrei-me imediatamente de um poema da infância: &#8220;o destino da árvore&#8221;.<br />
As semelhanças vêm em sentido oposto, mas encontram-se na mesma finitude: aqui a pedra, que já fora parte de majestosa sepultura, veio decrescendo até se tornar num simples vaso que um perito arguto identificou&#8230;<br />
A árvore ia crescendo a olhos vistos até se tornar visível e potente, mas com o destino traçado da amputação final.<br />
Curiso também é que, na imagem da &#8220;face frontal da pedra&#8221;, eu tivesse visto logo sardinhas antes de ler a palavra, o que diz muito do realismo da representação a esta distância, assim como diz aos entendidos que a sepultura recebera os restos mortais de alguém ligado às actividades piscatórias, ou transformadoras do pescado.<br />
Acho fascinante todo este trabalho de pesquisa, reconstituição do passado, corrente que, desgastada com o passar dos séculos, ainda nos consegue aproximar.<br />
Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
