<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários em: O Menino	</title>
	<atom:link href="https://duaslinhas.pt/2025/04/o-menino/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://duaslinhas.pt/2025/04/o-menino/</link>
	<description>Informação online</description>
	<lastBuildDate>Sat, 26 Apr 2025 11:59:20 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/04/o-menino/#comment-19005</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 15:48:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=41129#comment-19005</guid>

					<description><![CDATA[Ninguém pode ficar indiferente a esta imagem aparentemente despojada. 
Somos atraídos para a desnecessária mutilação de um menino obrigado a perder a inocência e a inverter a sua escala de valores. 
Se reparamos no olhar vago, nas lágrimas suspensas das pálpebras, no sorriso travado por uma  amargura que excede a sua capacidade de sofrimento, e ainda na magreza extrema num mundo de excedentes, percebemos que a fotógrafa deve ter alcançado tudo isso numa fracção de segundo. E disparou, não com uma arma de morte, mas com um instrumento de trabalho num registo de apelo à vida.
Combatam-se os inimigos entre si. Que não haja regozijo com o sofrimento de uma criança que brinca entre escombros, uma jovem que sonha com o futuro, uma mãe que segura nos braços uma criança de meses, acabada de morrer pouco depois de vir à luz.
O povo amargurado só quer viver em paz, sem venerar estrangeiros, ou pretensos defensores. Uma casa, um pedaço de terra, o pão de cada dia. 
Tão onerosa lhe fica a sobrevivência!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém pode ficar indiferente a esta imagem aparentemente despojada.<br />
Somos atraídos para a desnecessária mutilação de um menino obrigado a perder a inocência e a inverter a sua escala de valores.<br />
Se reparamos no olhar vago, nas lágrimas suspensas das pálpebras, no sorriso travado por uma  amargura que excede a sua capacidade de sofrimento, e ainda na magreza extrema num mundo de excedentes, percebemos que a fotógrafa deve ter alcançado tudo isso numa fracção de segundo. E disparou, não com uma arma de morte, mas com um instrumento de trabalho num registo de apelo à vida.<br />
Combatam-se os inimigos entre si. Que não haja regozijo com o sofrimento de uma criança que brinca entre escombros, uma jovem que sonha com o futuro, uma mãe que segura nos braços uma criança de meses, acabada de morrer pouco depois de vir à luz.<br />
O povo amargurado só quer viver em paz, sem venerar estrangeiros, ou pretensos defensores. Uma casa, um pedaço de terra, o pão de cada dia.<br />
Tão onerosa lhe fica a sobrevivência!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/04/o-menino/#comment-18897</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2025 14:49:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=41129#comment-18897</guid>

					<description><![CDATA[Sim, Carlos, urge quebrar o ciclo do silêncio. Os assassinos têm um nome. Que sobre eles caia o anátema maior!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, Carlos, urge quebrar o ciclo do silêncio. Os assassinos têm um nome. Que sobre eles caia o anátema maior!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
