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	Comentários em: A máquina perfeita	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: José		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 08:50:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Regina Anacleto  
27 de janeiro de 2025 17:08
A laranja, além de saborosa, ainda fez funcionar o pensamento, ou seja, a inteligência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Regina Anacleto<br />
27 de janeiro de 2025 17:08<br />
A laranja, além de saborosa, ainda fez funcionar o pensamento, ou seja, a inteligência.</p>
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		<title>
		Por: José		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 08:45:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Teresa Meira  
25 de janeiro de 2025 17:19
A D O R E I ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Teresa Meira<br />
25 de janeiro de 2025 17:19<br />
A D O R E I </p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/01/a-maquina-perfeita/#comment-16630</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 08:39:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Teresa Mascarenhas  
25 de janeiro de 2025 18:30
Belo, belo texto, o da laranja!
Obrigada, Zé.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Teresa Mascarenhas<br />
25 de janeiro de 2025 18:30<br />
Belo, belo texto, o da laranja!<br />
Obrigada, Zé.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/01/a-maquina-perfeita/#comment-16618</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 11:13:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Pires Laranjeira  
25 de janeiro de 2025 01:47
Deves ter contos na gaveta ou publicaste e não conheço.
Esse texto fez-me lembrar um texto de Arsénio Mota, um conto sobre alguém a comer um fruto, também de modo sensual, não me lembro de qual, nem do livro que apresentei com esse texto, lá nos anos 80. Ele, jornalista e escritor, faleceu há dias com 90 e tal anos, um amigo que quis que só soubéssemos uma semana depois, notícia dada por uma sua sobrinha. Tem espólio no Museu do Neo-Realismo. Ah, acho que era uma pera! 
Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Pires Laranjeira<br />
25 de janeiro de 2025 01:47<br />
Deves ter contos na gaveta ou publicaste e não conheço.<br />
Esse texto fez-me lembrar um texto de Arsénio Mota, um conto sobre alguém a comer um fruto, também de modo sensual, não me lembro de qual, nem do livro que apresentei com esse texto, lá nos anos 80. Ele, jornalista e escritor, faleceu há dias com 90 e tal anos, um amigo que quis que só soubéssemos uma semana depois, notícia dada por uma sua sobrinha. Tem espólio no Museu do Neo-Realismo. Ah, acho que era uma pera!<br />
Abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/01/a-maquina-perfeita/#comment-16617</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 11:08:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: António Campar  
24 de janeiro de 2025 23:18
Tudo pode dar um motivo motivacional, assim haja jeito, como é o caso... Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: António Campar<br />
24 de janeiro de 2025 23:18<br />
Tudo pode dar um motivo motivacional, assim haja jeito, como é o caso&#8230; Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2025/01/a-maquina-perfeita/#comment-16616</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 10:47:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gosto muito desta viagem...ia dizer silenciosa, mas o silêncio está cheio de vozes que as palavras (sempre as palavras como diria Canetti) acabam por traduzir. Mas devo confessar que esta imagem final &quot;vou-te comer&quot;, também está divinal e um tudo nada perversa...
O teu texto, José d&#039;Encarnação, faz-nos reflectir longamente neste processo de comer uma refeição, uma iguaria, que eu nos últimos tempos engolia quase sem critério.
Já me estou a imaginar, doravante, a ver uma peça de fruta que me apeteça e a dizer-lhe, pensando , &quot;vou-te comer&quot; e a pobre, antecipando os meus requintes de degustação, a encolher-se de medo.
Por reverência, em atenção a este texto, pensarei simplesmente, vou saborear-te. E se for uma laranja do Algarve, ainda acrescentarei: tenho esperança de ficar mais saudável com a tua vitamina C, cálcio, fósforo e potássio, mais fibras e flavonoides...
Tenho a certeza de estabelecermos uma relação mais cordial e favorável.
Um mimo de texto. Muito grata.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito desta viagem&#8230;ia dizer silenciosa, mas o silêncio está cheio de vozes que as palavras (sempre as palavras como diria Canetti) acabam por traduzir. Mas devo confessar que esta imagem final &#8220;vou-te comer&#8221;, também está divinal e um tudo nada perversa&#8230;<br />
O teu texto, José d&#8217;Encarnação, faz-nos reflectir longamente neste processo de comer uma refeição, uma iguaria, que eu nos últimos tempos engolia quase sem critério.<br />
Já me estou a imaginar, doravante, a ver uma peça de fruta que me apeteça e a dizer-lhe, pensando , &#8220;vou-te comer&#8221; e a pobre, antecipando os meus requintes de degustação, a encolher-se de medo.<br />
Por reverência, em atenção a este texto, pensarei simplesmente, vou saborear-te. E se for uma laranja do Algarve, ainda acrescentarei: tenho esperança de ficar mais saudável com a tua vitamina C, cálcio, fósforo e potássio, mais fibras e flavonoides&#8230;<br />
Tenho a certeza de estabelecermos uma relação mais cordial e favorável.<br />
Um mimo de texto. Muito grata.</p>
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