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	Comentários em: Garlic Farofa	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: José		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 07:48:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Maria Teresa Azevedo
22 de agosto de 2024 00:42
eu também não duvidei  de que o dito garlic farofa do menu (lá estou eu! devia dizer cardápio) fosse irónico. Só não percebo por que carga d&#039;água uma comida tão alentejana quanto portuguesa há-de ter um nome híbrido tão estapafúrdio! Os comentários  dos nossos colegas alargam a reflexão a outros campos em que é urgente pensar, como a identidade da nossa língua ou a recusa de &quot;modas&quot; (linguísticas mas não só) que nem sempre o progresso &quot;lá de fora&quot; justifica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Maria Teresa Azevedo<br />
22 de agosto de 2024 00:42<br />
eu também não duvidei  de que o dito garlic farofa do menu (lá estou eu! devia dizer cardápio) fosse irónico. Só não percebo por que carga d&#8217;água uma comida tão alentejana quanto portuguesa há-de ter um nome híbrido tão estapafúrdio! Os comentários  dos nossos colegas alargam a reflexão a outros campos em que é urgente pensar, como a identidade da nossa língua ou a recusa de &#8220;modas&#8221; (linguísticas mas não só) que nem sempre o progresso &#8220;lá de fora&#8221; justifica.</p>
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		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/garlic-farofa/#comment-13195</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 18:20:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: António Campar 
21 de agosto de 2024 12:28
é
Precisamente, se uma empresa, um prato, uma publicidade, um termo científico, sei lá que mais, não tiver uma palavrinha em inglês já não tem &quot;valor&quot;. Chamar-lhe-ia impressionismo linguístico, embora bacoco. Por vezes não há alternativa, mas tanto, &quot;não havia necessidade&quot;. São os tempos do alarde de pretensa sabedoria, escondida com uma cada vez mais profunda ignorância.
Ainda bem que há alguém que lhes vai dando nas orelhas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: António Campar<br />
21 de agosto de 2024 12:28<br />
é<br />
Precisamente, se uma empresa, um prato, uma publicidade, um termo científico, sei lá que mais, não tiver uma palavrinha em inglês já não tem &#8220;valor&#8221;. Chamar-lhe-ia impressionismo linguístico, embora bacoco. Por vezes não há alternativa, mas tanto, &#8220;não havia necessidade&#8221;. São os tempos do alarde de pretensa sabedoria, escondida com uma cada vez mais profunda ignorância.<br />
Ainda bem que há alguém que lhes vai dando nas orelhas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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