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	Comentários em: A minha professora primária	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/a-minha-professora-primaria/#comment-13353</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 07:42:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Alberto Silva
6 de agosto de 2024 15:20
Só a resposta do José d&#039;Encarnação me deu a conhecer o livro do Domingos Barradas. O meu tempo de Escola Primária não foi ditoso. Tenho o maior apreço por todos os professores. O maior. Mas a minha professora assombrou-me a infância. Muito berro, muita reguada. Mas era boa professora. Outros tempos, outros métodos. Ditoso Barradas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Alberto Silva<br />
6 de agosto de 2024 15:20<br />
Só a resposta do José d&#8217;Encarnação me deu a conhecer o livro do Domingos Barradas. O meu tempo de Escola Primária não foi ditoso. Tenho o maior apreço por todos os professores. O maior. Mas a minha professora assombrou-me a infância. Muito berro, muita reguada. Mas era boa professora. Outros tempos, outros métodos. Ditoso Barradas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: José d'Encarnação		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/a-minha-professora-primaria/#comment-13047</link>

		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 18:24:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Genciano Morais Afonso
Obrigado, Zé, por me teres recordado o meu professor primário pela experiência do Domingos Barradas na Vendinha. Belos tempos...

De: Vanda Maria Amaro Jardim Fernandes &#060;vandamajf@gmail.com&#062;
6 de agosto de 2024 17:58
Gostei imenso do texto, voltei à infância e ainda recordo bem as minhas professoras primárias: na 1a classe, em Lisboa, a profª Rosita e nas 2a, 3a e 4a, em Luanda, a profª Elsa. A minha velha cabeça está ainda recheada de memórias e a lembrança destas queridas professoras é tão boa !!!...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Genciano Morais Afonso<br />
Obrigado, Zé, por me teres recordado o meu professor primário pela experiência do Domingos Barradas na Vendinha. Belos tempos&#8230;</p>
<p>De: Vanda Maria Amaro Jardim Fernandes &lt;vandamajf@gmail.com&gt;<br />
6 de agosto de 2024 17:58<br />
Gostei imenso do texto, voltei à infância e ainda recordo bem as minhas professoras primárias: na 1a classe, em Lisboa, a profª Rosita e nas 2a, 3a e 4a, em Luanda, a profª Elsa. A minha velha cabeça está ainda recheada de memórias e a lembrança destas queridas professoras é tão boa !!!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José d'Encarnação		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/a-minha-professora-primaria/#comment-13016</link>

		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 08:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Ana Clare
4 de agosto de 2024 10:24
Muito bom, faz-nos saltar para esses tempos de sã camaradagem. 
Apesar dos tempos cruéis para muitos, todos se uniam e ajudavam. Bons tempos, impossíveis
de ver neste mundo de egoísmos, onde cada um só olha para o seu umbigo.
Bem hajas, compadre!
Adorei, deve ser um livro interessante de comer de princípio ao fim.

De: maria helena coelho
4 de agosto de 2024 16:06
Eu também fui das ditosas que tive uma professora que me ensinou para todo a vida- ensinou-
me o método de trabalho.
Sempre a tenho nas minhas orações.

De: Regina Anacleto
4 de agosto de 2024 17:40
A minha Professora primária (que nunca vi bater nem me consta que alguma vez batesse em
algum aluno) morreu há 5 ou 6 anos, dois meses antes de festejar os 100.

De: joao gouveia monteiro
4 de agosto de 2024 17:42
Estimado Amigo, o bom sabor da ruralidade alentejana nesta mensagem. Quanto me lembro
do meu bom professor primário, o Professor Saul, diretor da Escola dos Olivais. Quanta
influência um bom professor pode ter na vida e na carreira de um aluno! 

De: José Amado Mendes
5 de agosto de 2024 19:15
Obrigado Zé; muito interessante. 
Também eu tenho memórias do meu tempo de escola primária, em Torre de Bera, nos
arredores de Coimbra (1945-1950), umas boas, outras nem por isso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Ana Clare<br />
4 de agosto de 2024 10:24<br />
Muito bom, faz-nos saltar para esses tempos de sã camaradagem. <br />
Apesar dos tempos cruéis para muitos, todos se uniam e ajudavam. Bons tempos, impossíveis<br />
de ver neste mundo de egoísmos, onde cada um só olha para o seu umbigo.<br />
Bem hajas, compadre!<br />
Adorei, deve ser um livro interessante de comer de princípio ao fim.</p>
<p>De: maria helena coelho<br />
4 de agosto de 2024 16:06<br />
Eu também fui das ditosas que tive uma professora que me ensinou para todo a vida- ensinou-<br />
me o método de trabalho.<br />
Sempre a tenho nas minhas orações.</p>
<p>De: Regina Anacleto<br />
4 de agosto de 2024 17:40<br />
A minha Professora primária (que nunca vi bater nem me consta que alguma vez batesse em<br />
algum aluno) morreu há 5 ou 6 anos, dois meses antes de festejar os 100.</p>
<p>De: joao gouveia monteiro<br />
4 de agosto de 2024 17:42<br />
Estimado Amigo, o bom sabor da ruralidade alentejana nesta mensagem. Quanto me lembro<br />
do meu bom professor primário, o Professor Saul, diretor da Escola dos Olivais. Quanta<br />
influência um bom professor pode ter na vida e na carreira de um aluno! </p>
<p>De: José Amado Mendes<br />
5 de agosto de 2024 19:15<br />
Obrigado Zé; muito interessante. <br />
Também eu tenho memórias do meu tempo de escola primária, em Torre de Bera, nos<br />
arredores de Coimbra (1945-1950), umas boas, outras nem por isso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/a-minha-professora-primaria/#comment-12995</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 19:38:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com raras excepções, Carlos Narciso, era uma brutalidade exercida contra crianças indefesas, que deviam estar protegidas, na escola, de quaisquer violência.
Matéria que daria para um livro, porque era tal a confusão mental das e dos professores malcomportados, que a primeira, depois de uma repreensão do meu pai, até me ofereceu um &quot;santinho&quot; (uma santinha) para eu me lembrar sempre dela!!!
Ainda a guardo...Atrás está assinada pelo meu primeiro amor: António, o menino mais bonito da sala ao lado e de toda a escola, que na hora do recreio premiou a minha atitude com essa distinção.
É dele que me lembro quando vejo a imagem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com raras excepções, Carlos Narciso, era uma brutalidade exercida contra crianças indefesas, que deviam estar protegidas, na escola, de quaisquer violência.<br />
Matéria que daria para um livro, porque era tal a confusão mental das e dos professores malcomportados, que a primeira, depois de uma repreensão do meu pai, até me ofereceu um &#8220;santinho&#8221; (uma santinha) para eu me lembrar sempre dela!!!<br />
Ainda a guardo&#8230;Atrás está assinada pelo meu primeiro amor: António, o menino mais bonito da sala ao lado e de toda a escola, que na hora do recreio premiou a minha atitude com essa distinção.<br />
É dele que me lembro quando vejo a imagem&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos Narciso		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/a-minha-professora-primaria/#comment-12994</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 18:54:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A memória mais forte que tenho da minha professora primária foi uma carga de porrada que nos deu (eramos quatro) apenas porque chegámos atrasados a uma sessão solene na escola. Entrámos na sala a meio do discurso do diretor, uma ofensa. E uma vergonha para a professora dos 4 meliantes. No final daquilo, depois de regressados à sala de aula, levámos lambadas que fez faísca...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A memória mais forte que tenho da minha professora primária foi uma carga de porrada que nos deu (eramos quatro) apenas porque chegámos atrasados a uma sessão solene na escola. Entrámos na sala a meio do discurso do diretor, uma ofensa. E uma vergonha para a professora dos 4 meliantes. No final daquilo, depois de regressados à sala de aula, levámos lambadas que fez faísca&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/08/a-minha-professora-primaria/#comment-12993</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 13:36:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=35512#comment-12993</guid>

					<description><![CDATA[Bom dia Zé
A matéria inicial desta crónica diz-me muito, porque foi uma PROFESSORA primária, ou do primeiro ciclo como hoje se diz, que me ensinou os princípios fundamentais pelos quais ainda hoje rejo boa parte da minha vida.
Saí de uma escola onde, aos seis anos, fui ameaçada de levar com a régua – enorme, maciça –  por não querer bater numa colega, a minha melhor amiga, a quem fui ajudar a resolver no quadro um problema de Matemática. Levei com a régua.
O pecado dela foi não saber resolvê-lo, por estar tão temerosa que nem via como. O meu foi saber resolver e não querer &quot;castigá-la&quot;. Fomos as duas castigadas, numa cena que na altura me deu vómitos (pelo medo, pela revolta) e que mereceu do meu pai e de algumas pessoas amigas, profunda censura por tal método &quot;pedagógico&quot;.
A nova Professora não era jovem, já tinha sido professora da minha mãe, mas era exemplar até na humanidade com que mandava cozer pão e dar, todos os dias, o pequeno almoço às crianças que não o tomavam: café com leite e pão com uma fatia de queijo.
Festas também promovia, com o marido (professor dos rapazes) a propósito da apanha dos frutos do pomar, distribuídos equitativamente, escrevendo peças para todos representarem e dando, aos sábados, lições de bordados e de jardinagem numa outra festa: a dos sentidos.
Já falei dela em dois livros, mas aqui é só o momento para te agradecer a oportunidade de, a propósito de um livro de memórias gratas, também eu poder lembrar as minhas.
Um abraço. Bom domingo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia Zé<br />
A matéria inicial desta crónica diz-me muito, porque foi uma PROFESSORA primária, ou do primeiro ciclo como hoje se diz, que me ensinou os princípios fundamentais pelos quais ainda hoje rejo boa parte da minha vida.<br />
Saí de uma escola onde, aos seis anos, fui ameaçada de levar com a régua – enorme, maciça –  por não querer bater numa colega, a minha melhor amiga, a quem fui ajudar a resolver no quadro um problema de Matemática. Levei com a régua.<br />
O pecado dela foi não saber resolvê-lo, por estar tão temerosa que nem via como. O meu foi saber resolver e não querer &#8220;castigá-la&#8221;. Fomos as duas castigadas, numa cena que na altura me deu vómitos (pelo medo, pela revolta) e que mereceu do meu pai e de algumas pessoas amigas, profunda censura por tal método &#8220;pedagógico&#8221;.<br />
A nova Professora não era jovem, já tinha sido professora da minha mãe, mas era exemplar até na humanidade com que mandava cozer pão e dar, todos os dias, o pequeno almoço às crianças que não o tomavam: café com leite e pão com uma fatia de queijo.<br />
Festas também promovia, com o marido (professor dos rapazes) a propósito da apanha dos frutos do pomar, distribuídos equitativamente, escrevendo peças para todos representarem e dando, aos sábados, lições de bordados e de jardinagem numa outra festa: a dos sentidos.<br />
Já falei dela em dois livros, mas aqui é só o momento para te agradecer a oportunidade de, a propósito de um livro de memórias gratas, também eu poder lembrar as minhas.<br />
Um abraço. Bom domingo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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