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	Comentários em: OS (DES)APOIOS DO ESTADO	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Por: Redação		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/06/os-desapoios-do-estado/#comment-12204</link>

		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 20:30:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://duaslinhas.pt/2024/06/os-desapoios-do-estado/#comment-12189&quot;&gt;Luís Braga&lt;/a&gt;.

Parte da solução será tributar o trabalho da máquina, tal qual se faz com a mão-de-obra humana. 1 cêntimo por cada carro que passe na via verde, 15% ao mês sobre o equivalente a um salário a definir por cada máquina que execute uma função em substituição de um humano. Só na indústria automóvel há centenas de robots por fábrica a substituir operários, por exemplo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://duaslinhas.pt/2024/06/os-desapoios-do-estado/#comment-12189">Luís Braga</a>.</p>
<p>Parte da solução será tributar o trabalho da máquina, tal qual se faz com a mão-de-obra humana. 1 cêntimo por cada carro que passe na via verde, 15% ao mês sobre o equivalente a um salário a definir por cada máquina que execute uma função em substituição de um humano. Só na indústria automóvel há centenas de robots por fábrica a substituir operários, por exemplo.</p>
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		<title>
		Por: Luís Braga		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/06/os-desapoios-do-estado/#comment-12189</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luís Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 13:32:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Discriminação positiva dos jovens e sustentabilidade da segurança social, dois temas sempre presentes e sempre vistos na mesma perspectiva.
Ser-se jovem pode ser uma fatalidade, não não o ser, geralmente, é uma fatalidade mto mais fatal!
Sim, os jovens têm especificidades que não devem ser negligenciadas, mas se umas são específicas do estar-se jovem, outras como a fiscalidade dos rendimentos do trabalho, não o são.
A fiscalidade sobre os rendimentos do trabalho são isso mesmo, isto é, não uma questão jovem, mas uma questão laboral e as questões laborais, dizem em primeira instância, aos trabalhadores. Trabalhadores mais atreitos a patologias que tornam o trabalho mais difícil de executal, como é o caso dos não jovens, trabalhadores experientes, mais ou menos saudáveis e com uma vida mais estabilizada, como é o caso dos trabalhadores menos jovens e finalmente, aqueles geralmente saudáveis, cheios de energia e motivação, os tão celebrados idolatrados jovens.
Mesmo assim, nesta diversidade de situações geracionais e laborais, a fiscalidade sobre os rendimentos do trabalho, a uma grande maioria nada lhes diz, pela simples razão de que esses rendimentos, não ultrapassam os €800 mensais.
Acresce a isto tudo que a proposta do governo na redução do IRS jovem, irá custar a módica quantia de mil milhões de euros! 
A propósito ou para alguns, a despropósito, onde estão aqueles que alegando o princípio do utilizador pagador, contestam a perda de cento e qualquer coisa de milhões de euros, com o fim de algumas portagens em estradas que se construiram com o objectivo de promover o desenvolvimento do interior e assim, promover a coesão nacional?
E passando para o segundo grande tema de discussão nacional, a sustentabilidade da SS.
Qd é que a sociedade percebe que a SS não poderá indefinidamente depender das contribuições do trabalho? O argumento, ttas vezes repetido de que &quot;qd chegar a minha vez, já não vou ter reforma&quot; é apenas justificado com base nesta já ultrapassada realidade da dependência da sustentabilidade dos rendimentos do trabalho.
Qd ao aproximarmo-nos das &quot;praças &quot; de portagens, com todas elas a funcionar sem qq portageiro humano, perguntamo-nos, qto pagarão de TSU aqueles portageiros electronicos? Nada, isso mesmo. É o progresso.
Quer dizer, todos ansiamos por mais progresso que, para além de nos proporcionar, na maior parte das vezes, maior conforto, por coincidência, ou talvez não, tb proporciona mtos mais rendimentos, muitíssimos mais aos &quot;patrões&quot; desses electronicos portageiros.
E a sustentabilidade? Quais as soluções? Dirão os mais especializados dos peritos especialistas em seguranças sociais, o aumento da esperança de vida, justifica, sem margem de dúvida?????, o aumento da idade de reforma!!!!!
E assim vamos vivendo, felizes e contentes, defendendo intransigentemente, o direito e ou a liberdade de enriquecer até onde a nossa capacidade de &quot;produzir valor&quot; que, por acaso, apenas beneficia um mto poucos, e outros, mto muitos, se contentam a perseguir apenas uma cenoura!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discriminação positiva dos jovens e sustentabilidade da segurança social, dois temas sempre presentes e sempre vistos na mesma perspectiva.<br />
Ser-se jovem pode ser uma fatalidade, não não o ser, geralmente, é uma fatalidade mto mais fatal!<br />
Sim, os jovens têm especificidades que não devem ser negligenciadas, mas se umas são específicas do estar-se jovem, outras como a fiscalidade dos rendimentos do trabalho, não o são.<br />
A fiscalidade sobre os rendimentos do trabalho são isso mesmo, isto é, não uma questão jovem, mas uma questão laboral e as questões laborais, dizem em primeira instância, aos trabalhadores. Trabalhadores mais atreitos a patologias que tornam o trabalho mais difícil de executal, como é o caso dos não jovens, trabalhadores experientes, mais ou menos saudáveis e com uma vida mais estabilizada, como é o caso dos trabalhadores menos jovens e finalmente, aqueles geralmente saudáveis, cheios de energia e motivação, os tão celebrados idolatrados jovens.<br />
Mesmo assim, nesta diversidade de situações geracionais e laborais, a fiscalidade sobre os rendimentos do trabalho, a uma grande maioria nada lhes diz, pela simples razão de que esses rendimentos, não ultrapassam os €800 mensais.<br />
Acresce a isto tudo que a proposta do governo na redução do IRS jovem, irá custar a módica quantia de mil milhões de euros!<br />
A propósito ou para alguns, a despropósito, onde estão aqueles que alegando o princípio do utilizador pagador, contestam a perda de cento e qualquer coisa de milhões de euros, com o fim de algumas portagens em estradas que se construiram com o objectivo de promover o desenvolvimento do interior e assim, promover a coesão nacional?<br />
E passando para o segundo grande tema de discussão nacional, a sustentabilidade da SS.<br />
Qd é que a sociedade percebe que a SS não poderá indefinidamente depender das contribuições do trabalho? O argumento, ttas vezes repetido de que &#8220;qd chegar a minha vez, já não vou ter reforma&#8221; é apenas justificado com base nesta já ultrapassada realidade da dependência da sustentabilidade dos rendimentos do trabalho.<br />
Qd ao aproximarmo-nos das &#8220;praças &#8221; de portagens, com todas elas a funcionar sem qq portageiro humano, perguntamo-nos, qto pagarão de TSU aqueles portageiros electronicos? Nada, isso mesmo. É o progresso.<br />
Quer dizer, todos ansiamos por mais progresso que, para além de nos proporcionar, na maior parte das vezes, maior conforto, por coincidência, ou talvez não, tb proporciona mtos mais rendimentos, muitíssimos mais aos &#8220;patrões&#8221; desses electronicos portageiros.<br />
E a sustentabilidade? Quais as soluções? Dirão os mais especializados dos peritos especialistas em seguranças sociais, o aumento da esperança de vida, justifica, sem margem de dúvida?????, o aumento da idade de reforma!!!!!<br />
E assim vamos vivendo, felizes e contentes, defendendo intransigentemente, o direito e ou a liberdade de enriquecer até onde a nossa capacidade de &#8220;produzir valor&#8221; que, por acaso, apenas beneficia um mto poucos, e outros, mto muitos, se contentam a perseguir apenas uma cenoura!</p>
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