EMIGRANTE ROUBA CÃO EM FRANÇA

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É uma história incrível a que vamos contar. O cão é um Chihuahua que vivia em França com a dona, Celine Jarry. Um dia desapareceu. Foi procurado por todo o lado, em Villars-Saint Pancras, a pequena vila onde todos o conheciam. Celine chorou durante mais de um mês, até se resignar.

Mas, um mês depois, Celine recebeu um telefonema de um veterinário francês. Um veterinário português tinha-lhe escrito porque tinha detetado um cão Chihuahua com um chip que indicava uma morada naquela região.

Segundo a história relatada pela pessoa que levou o cão ao veterinário, tratava-se de um cão vadio que essa pessoa quereria adotar e estaria a verificar o estado de saúde do animal . Ora, isto aconteceu em Ponte de Lima, no norte de Portual, a mais de 1700 km de distância de Villars-Saint Pancras.

É evidente que o pequeno cão não andou esse caminho. Os cães da raça Chihuahua são dos mais pequenos do mundo, cabem num bolso, mas são caros. Alguém o levou. Muito provavelmente algum emigrante com raízes em Ponte de Lima. É quase certo, até porque não seria a primeira vez que tal acontecia. Mas não se sabe, o veterinário português não quis denunciar a pessoa que foi com o cão ao seu consultório.

Mal acreditando no que estava a ouvir, Celina pegou no carro e fez-se à estrada. Dois dias depois, em Ponte de Lima constatou o inacreditável: era mesmo o seu Joy. Nunca um nome foi tão bem posto a um animal de estimação, porque Celina exultou de alegria, mesmo.

Celine depois de recuperar Joy

Moral da história: o chip pode fazer com que os animais de estimação regressem a casa.

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