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	Comentários em: Uma tradição brejeira!	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: José d'Encarnação		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/01/uma-tradicao-brejeira/#comment-10627</link>

		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 08:24:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem haja, Gustavo, pela sua oportuna observação, que tem toda a razão de ser; aliás para essa direcção apontávamos. Gostei também da sua hipótese - em que não tinha pensado - de o topónimo Moimenta ter como origem etimológica a palavra latina &#039;monumenta&#039;, monumentos (em português).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem haja, Gustavo, pela sua oportuna observação, que tem toda a razão de ser; aliás para essa direcção apontávamos. Gostei também da sua hipótese &#8211; em que não tinha pensado &#8211; de o topónimo Moimenta ter como origem etimológica a palavra latina &#8216;monumenta&#8217;, monumentos (em português).</p>
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		<title>
		Por: Gustavo Monteiro de Almeida		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/01/uma-tradicao-brejeira/#comment-10612</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Monteiro de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2024 21:26:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi com muita curiosidade que li o presente artigo e, quanto à parte do corpo a que corresponderá o fragmento da estátua, apenas posso confirmar que me parece, realmente ser o fundo das costas de uma senhora, sendo a parte oposta as pernas, uma dela coberta por tecido, vendo-se logo acima o umbigo. Seria a representação de alguma ninfa? Será fragmento de uma estátua, não do séc. XVI, mas bem mais antiga, quiçá romana e pertencente a um ninfeu de uma antiga villa romana que possa ter existido em &quot;Monumenta&quot; e que no séc. XVI foi descoberta e reaproveitada para se fazer a cerca do convento?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi com muita curiosidade que li o presente artigo e, quanto à parte do corpo a que corresponderá o fragmento da estátua, apenas posso confirmar que me parece, realmente ser o fundo das costas de uma senhora, sendo a parte oposta as pernas, uma dela coberta por tecido, vendo-se logo acima o umbigo. Seria a representação de alguma ninfa? Será fragmento de uma estátua, não do séc. XVI, mas bem mais antiga, quiçá romana e pertencente a um ninfeu de uma antiga villa romana que possa ter existido em &#8220;Monumenta&#8221; e que no séc. XVI foi descoberta e reaproveitada para se fazer a cerca do convento?</p>
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		<title>
		Por: José d'Encarnação		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/01/uma-tradicao-brejeira/#comment-10560</link>

		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 12:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A divulgação desta singela crónica permitiu obter dois esclarecimentos.
Primeiro: não há propriamente um nº 323 na rua onde a pedra se encontrava: é que essa rua coincide com a Estrada Nacional nº 323.
Segundo, muito mais interessante, porque se coaduna com o que não é raro acontecer em povoações onde todos se conhecem: a Canoa era uma senhora casada, anã! Daí a alcunha. Os anões constituem sempre motivo de ternura e, por vezes, de alguma maldade por parte dos seus vizinhos, mas não só não passam despercebidos como se tornam verdadeiros &#039;personagens&#039;. Todos conhecemos «O Corcunda de Notre Dame» - que era... anão!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A divulgação desta singela crónica permitiu obter dois esclarecimentos.<br />
Primeiro: não há propriamente um nº 323 na rua onde a pedra se encontrava: é que essa rua coincide com a Estrada Nacional nº 323.<br />
Segundo, muito mais interessante, porque se coaduna com o que não é raro acontecer em povoações onde todos se conhecem: a Canoa era uma senhora casada, anã! Daí a alcunha. Os anões constituem sempre motivo de ternura e, por vezes, de alguma maldade por parte dos seus vizinhos, mas não só não passam despercebidos como se tornam verdadeiros &#8216;personagens&#8217;. Todos conhecemos «O Corcunda de Notre Dame» &#8211; que era&#8230; anão!</p>
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