CÚMPLICES NOS CRIMES

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O Facebook continua a censurar por motivações políticas. Os filtros implantados no sistema para deteção de textos ou imagens relativamente à situação na Palestina, funcionam como verdadeiros censores políticos.

Quando algum desses conteúdos é detetado, o sistema trata de o isolar, esconder, para impedir que a mensagem passe.

É o que se está a passar com o vídeo intitulado “Assassinos” e que retrata vários casos de palestinianos assassinados por militares israelitas. Os censores desta organização que gere a rede social Facebook não só escondem a publicação como, ainda, nos grupos onde ela já foi partilhada a remetem para o fundo do feed.

O censor decide sozinho, não pergunta aos administradores dos grupos se pode intervir, se se sentem incomodados com a partilha ou se acham a partilha interessante. Por exemplo, neste grupo que se chama “Denuncia dos crimes de Israel contra o povo palestiniano” o Facebook informa que a publicação foi movida “para uma posição mais abaixo no Feed”. Ou seja, pouco importa ao Facebook a finalidade para a qual o grupo foi criado.

Para o Facebook, importa que determinadas situações não sejam do conhecimento público, importa defender, neste caso, os crimes de Israel. Se juntarmos a ação do Facebook com a medida tomada pelo YouTube de dificultar o visionamento do vídeo, percebemos o escudo protetor erguido pelos donos das redes sociais em torno das ações genocidas de Israel.

Para eles, a violência está na mensagem e não nas ações que a mensagem denuncia. Ora, isto é de um cinismo e de uma hipocrisia monumentais. Eles são, afinal, parceiros nos crimes, nos massacres, na limpeza étnica que os israelitas estão a levar a cabo na Palestina.

Para perturbar este bloqueio, partilhem a partir daqui.

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