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	Comentários em: MEMÓRIA DA ESCRAVATURA	</title>
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		Por: Helena		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 21:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agradeço muito a publicação deste texto.
Aprender pormenores, ou relembrar outros conhecidos, da dominação de homens indefesos por outros homens armados, é reflectir mais uma vez na sórdida acção de parte da humanidade que detém o poder.
Há um autor algarvio falecido o ano passado, Jacinto Palma Dias, que nos seus livros agora em divulgação no FB, escrevia que ao infante pouco importava avançar nos Descobrimentos de novas paragens. Bastava ficar por ali, onde o aprisionamento de escravos para venda posterior, justificava as expedições. 
Não eram considerados os dramas de separação de famílias, o sofrimento dos prisioneiros. O tráfico humano era um negócio como qualquer outro. 
Como sugere aqui Vanda Narciso, até rendia mais do que a maioria dos outros negócios. Estimulado pelo poder, ou por indivíduos a ele ligados, como o infante, que já beneficiava de outros privilégios de forma escandalosa.
De facto continua a traficar-se gente, crianças e adultos. Não vai ser apagada a prática vil dos homens torpes, mas deve haver por aí, no fundo dos sacos perdidos pelos gabinetes ministeriais, alguns trocos para fazer avançar o projecto do Memorial...Só para não deixar esquecer isso mesmo: a escravatura só mudou de rosto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço muito a publicação deste texto.<br />
Aprender pormenores, ou relembrar outros conhecidos, da dominação de homens indefesos por outros homens armados, é reflectir mais uma vez na sórdida acção de parte da humanidade que detém o poder.<br />
Há um autor algarvio falecido o ano passado, Jacinto Palma Dias, que nos seus livros agora em divulgação no FB, escrevia que ao infante pouco importava avançar nos Descobrimentos de novas paragens. Bastava ficar por ali, onde o aprisionamento de escravos para venda posterior, justificava as expedições.<br />
Não eram considerados os dramas de separação de famílias, o sofrimento dos prisioneiros. O tráfico humano era um negócio como qualquer outro.<br />
Como sugere aqui Vanda Narciso, até rendia mais do que a maioria dos outros negócios. Estimulado pelo poder, ou por indivíduos a ele ligados, como o infante, que já beneficiava de outros privilégios de forma escandalosa.<br />
De facto continua a traficar-se gente, crianças e adultos. Não vai ser apagada a prática vil dos homens torpes, mas deve haver por aí, no fundo dos sacos perdidos pelos gabinetes ministeriais, alguns trocos para fazer avançar o projecto do Memorial&#8230;Só para não deixar esquecer isso mesmo: a escravatura só mudou de rosto.</p>
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