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	Comentários em: O homem que escreveu o livro mais triste que há em Portugal	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: Helena		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Nov 2023 12:25:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro SÓ teria de ser um livro triste. O próprio autor lhe chamou &quot;o mais triste&quot;, como entre aspas coloca Pedro Adão neste seu quase ensaio. 
António Nobre estava consciente de uma partida definitiva deste mundo com pouco mais de trinta anos. Afinal era vítima de uma doença que ceifava vidas jovens sem misericórdia.
O romantismo que levava na bagagem para Paris, caldeado com o simbolismo que por lá assimilava, só podia resultar num acentuar (doentio) da melancolia que talvez caracterizasse o modo de estar português, e numa escrita poética expressiva de valorização do transcendente (crente que voltaria do além) e que antecipava a saudade das coisas que eram queridas ao seu quotidiano, até um cachimbo.
No fundo percebemos que António Nobre amava a vida. Como diz Pedro Adão, e porque o Poeta tinha meios de fortuna, ainda pensava em Pretória para se curar, mas creio que chegava a permanecer algum tempo na Suíça...
Um interessante texto que saúdo, bem como este pendor do Pedro para temas elaborados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O livro SÓ teria de ser um livro triste. O próprio autor lhe chamou &#8220;o mais triste&#8221;, como entre aspas coloca Pedro Adão neste seu quase ensaio.<br />
António Nobre estava consciente de uma partida definitiva deste mundo com pouco mais de trinta anos. Afinal era vítima de uma doença que ceifava vidas jovens sem misericórdia.<br />
O romantismo que levava na bagagem para Paris, caldeado com o simbolismo que por lá assimilava, só podia resultar num acentuar (doentio) da melancolia que talvez caracterizasse o modo de estar português, e numa escrita poética expressiva de valorização do transcendente (crente que voltaria do além) e que antecipava a saudade das coisas que eram queridas ao seu quotidiano, até um cachimbo.<br />
No fundo percebemos que António Nobre amava a vida. Como diz Pedro Adão, e porque o Poeta tinha meios de fortuna, ainda pensava em Pretória para se curar, mas creio que chegava a permanecer algum tempo na Suíça&#8230;<br />
Um interessante texto que saúdo, bem como este pendor do Pedro para temas elaborados.</p>
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