SECA DESTAPA TESOURO NO RIO AMAZONAS

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Já antes tinham sido ali sinalizadas algumas gravuras, mas a descida do nível das águas no rio Amazonas destapou um grande número de gravuras rupestres muito interessantes, de grande valor arqueológico e histórico.

São rostos humanos esculpidos na pedra há 2 mil anos, estima-se. Além das gravuras há outras marcas como, por exemplo, sulcos nas rochas que os arqueólogos pensam terem resultado do processo de afiar as pontas das setas e lanças, que eram igualmente de pedra ou talvez, também, de ossos de animais.

O arqueólogo brasileiro Jaime de Santana Oliveira afirma que “as gravuras são pré-históricas, ou pré-coloniais. Não podemos datar exatamente, mas com base em evidências de ocupação humana da área, acreditamos que tenham entre 1.000 a 2.000 anos”, disse o arqueólogo.

O achado está localizado no sítio das Lajes, na margem norte do Amazonas, perto da junção dos rios Negro e Solimões. O nível das águas no Amazonas baixou cerca de 15 metros nos últimos meses. Este achado arqueológico revela, ainda, que há 2 mil anos era ali que o rio corria em condições normais, não por haver seca.

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