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	Comentários em: VIVER NO CAMPO	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2023/09/viver-no-campo/#comment-9065</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 15:20:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pessoa, mesmo um ilustre Prof. Doutor da matéria, pode cansar-se da História, mas nunca das histórias que se relacionam com a sua vida e com o meio que o viu nascer. 
Talvez isso aconteça porque, como escrevia H.G. Wells, o homem tem na &quot;massa do sangue&quot; esse desejo social de ouvir e contar...Ou talvez por outros motivos quaisquer...apelos da interioridade individual.
Uma pessoa da família, regente agrícola que também fugira à cidade para ir gerir uma propriedade da mulher, costumava exibir o mapa dessa grande extensão de terreno. E com um sorriso de felicidade, vaticinava que um dia todos haviam de regressar à terra, o único bem não perecível.
De certo modo teria razão. Até as cinzas, poeira, assentarão num solo próprio ou alheio. Ele já lá está. 
Parabéns pelo texto, uma prova de admiração e amizade pelo autor dos livros, a quem também desejo muito reconhecimento, enquanto celebra a paz rural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa, mesmo um ilustre Prof. Doutor da matéria, pode cansar-se da História, mas nunca das histórias que se relacionam com a sua vida e com o meio que o viu nascer.<br />
Talvez isso aconteça porque, como escrevia H.G. Wells, o homem tem na &#8220;massa do sangue&#8221; esse desejo social de ouvir e contar&#8230;Ou talvez por outros motivos quaisquer&#8230;apelos da interioridade individual.<br />
Uma pessoa da família, regente agrícola que também fugira à cidade para ir gerir uma propriedade da mulher, costumava exibir o mapa dessa grande extensão de terreno. E com um sorriso de felicidade, vaticinava que um dia todos haviam de regressar à terra, o único bem não perecível.<br />
De certo modo teria razão. Até as cinzas, poeira, assentarão num solo próprio ou alheio. Ele já lá está.<br />
Parabéns pelo texto, uma prova de admiração e amizade pelo autor dos livros, a quem também desejo muito reconhecimento, enquanto celebra a paz rural.</p>
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