NOVA ESPÉCIE DE GALINHAS GIGANTES

Agora que está na moda voltar a viver no campo, deixamos aqui o exemplo de um brasileiro que decidiu começar a criar galinhas.

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Criar galinhas no Brasil deve ser uma dor de cabeça. O país é o maior produtor e exportador de galináceos do mundo e a concorrência entre produtores deve ser feroz.  Para se ter uma vida mais relaxada, convém ser criativo.

Ruben Braz é o exemplo do criador de galinhas com imaginação. Em vez de competir num mundo cheio de “animais ferozes”, criou um nicho de mercado. Começou por cruzar diferentes tipos de galináceos até ter uma nova raça. Neste momento, espera pela homologação deste novo tipo de galinha, que ele já batizou: Índios Gigantes. Há dois tipos, os Índios Gigantes de Canela Amarela (com penas de várias cores) e os Índios Gigantes Urubu (penas pretas).

O que diferencia estes galináceos dos restantes é o tamanho. Os galos podem chegar a 1 metro e 20 cm de altura. Não são galináceos que se criem para serem comidos, embora resultem bem num grelhador a carvão. Mas são aves ornamentais. E são caras, um adulto pode custar 3 mil euros. Um pinto, 100 euros.

A verdade é que a empresa de Ruben Braz, Avicultura Gigante, já tem cerca de 300 Índios Gigantes dedicados à reprodução. O negócio está a crescer, um pouco pela extravagância de se ter um galo gigantesco no jardim. Há quem tenha pavões. Agora podem optar por uma das variantes do Índio Gigante.

Ruben não vai ficar rico, mas como dizemos no início desta crónica, tem uma vida calma. Ainda não há notícia de haver um Índio Gigante em capoeiras de Portugal.

Ruben Braz com uma das suas galinhas Índio Gigante

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