30 Dias em Oeiras

0
1166

Raros são os municípios que mantêm, em papel, uma agenda cultural mensal. Quase todos se renderam, submissos, ao digital, na expectativa, primeiro, de que em todas as casas haja acesso à Internet, depois, que todos saibam orientar-se no labirinto – que labirinto é sempre! – da página de uma autarquia. Por mais que se lhes diga o contrário, o peso dos técnicos é grande, o custo do papel assusta e… a agenda em digital é outra coisa, dizem os seus apaniguados, em cujo número eu me não situo.

Aplaudo, pois, a continuidade dada ao pequeno livrinho de bolso que é como se apresenta 30 Dias em Oeiras, a agenda cultural do município de Oeiras, distribuída pontualmente, no início de cada mês, nas caixas do correio de quem oportunamente a solicitou.

Tenho presente a de Julho/Agosto (excepcionalmente bimensal), em que ressaltam os logótipos Oeiras Cultura e Oeiras Valley, que foi, esta, uma das recentes denominações com que Oeiras – para se enquadrar no panorama linguístico da estranja – não hesitou em se baptizar, mormente para sublinhar que, sim, há prédios, há arranha-céus (construídos e a construir!), mas o mais importante é o ambiente, o vale, o do Jamor, por exemplo.

Neste número, destaque-se a entrevista ao conjunto Club Makumba e às meninas d’As Três da Manhã. E, para os melómanos, a rica programação do VI Festival Internacional de Piano (o FIPO!) – porque música é o que não vai faltar!

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui