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	Comentários em: O OCEANO DA ESCRITA	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: MARGARIDA MARIA SIMÕES CHAGAS LOPES		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2023/05/o-oceano-da-escrita/#comment-7800</link>

		<dc:creator><![CDATA[MARGARIDA MARIA SIMÕES CHAGAS LOPES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 15:52:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que texto este, que denúncia corajosa a que Helena Ventura Pereira aqui faz! É como diz, vivemos tristes tempos em que a Economia tudo subverte, é como economista desencantada que o digo. Por mim, já me dei bem conta daquela subversão em outros domínios, como o da chamada publicação científica: nesse domínio, em Economia, os artigos e livros mais citados e referidos são os que papagueiam o pensamento dominante, mesmo que não acrescentem nada ao conhecimento constituído e muito menos contribuam para o bem estar social.
A esses não faltam editores e, mais, editores bem indexados nos repertórios de referência para a academia.
Que assim suceda também no domínio literário é uma lástima. Porque se no domínio que antes referi só se afoitam os interessados, aqui é toda uma população e o seu acesso ao conhecimento e à cultura que assim se vêm condenados à mediocridade. E, pelo que Helena Ventura Pereira também refere, é igualmente de lamentar que as associações de representação dos escritores  os não defendam face ao oportunismo e à mediocridade dos arrivistas. É mais fácil promover, ou censurar, do que criticar construtivamente, demora menos tempo e vende melhor.
Há que contrariá-lo, custe o que custar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que texto este, que denúncia corajosa a que Helena Ventura Pereira aqui faz! É como diz, vivemos tristes tempos em que a Economia tudo subverte, é como economista desencantada que o digo. Por mim, já me dei bem conta daquela subversão em outros domínios, como o da chamada publicação científica: nesse domínio, em Economia, os artigos e livros mais citados e referidos são os que papagueiam o pensamento dominante, mesmo que não acrescentem nada ao conhecimento constituído e muito menos contribuam para o bem estar social.<br />
A esses não faltam editores e, mais, editores bem indexados nos repertórios de referência para a academia.<br />
Que assim suceda também no domínio literário é uma lástima. Porque se no domínio que antes referi só se afoitam os interessados, aqui é toda uma população e o seu acesso ao conhecimento e à cultura que assim se vêm condenados à mediocridade. E, pelo que Helena Ventura Pereira também refere, é igualmente de lamentar que as associações de representação dos escritores  os não defendam face ao oportunismo e à mediocridade dos arrivistas. É mais fácil promover, ou censurar, do que criticar construtivamente, demora menos tempo e vende melhor.<br />
Há que contrariá-lo, custe o que custar.</p>
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		<title>
		Por: Fernando Faria		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2023/05/o-oceano-da-escrita/#comment-7799</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 22:31:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente reflexão. Para além de colocar o dedo na ferida, no que respeita à importante questão da &#039;visibilidade&#039; dos autores perante o grande público, quase sempre definida não pelo mérito e qualidade literária, mas por interesses de vária ordem, ou mesmo, compadrios, Mª Helena Ventura estabelece, com clarividência e brilho, a distinção entre o mero escrevente e o verdadeiro escritor. Para ser (bom) escritor, não basta dominar a gramática e o léxico; são necessários outros importantes ingredientes, predominantemente relacionados com o &#039;interior&#039;, com o emocional, e também com a elegância e a originalidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente reflexão. Para além de colocar o dedo na ferida, no que respeita à importante questão da &#8216;visibilidade&#8217; dos autores perante o grande público, quase sempre definida não pelo mérito e qualidade literária, mas por interesses de vária ordem, ou mesmo, compadrios, Mª Helena Ventura estabelece, com clarividência e brilho, a distinção entre o mero escrevente e o verdadeiro escritor. Para ser (bom) escritor, não basta dominar a gramática e o léxico; são necessários outros importantes ingredientes, predominantemente relacionados com o &#8216;interior&#8217;, com o emocional, e também com a elegância e a originalidade.</p>
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