JACQUES RODRIGUES no Tribunal de Sintra

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À saída do tribunal de Sintra, o patrão da Impala, Jacques Rodrigues, rodeado por mulheres jornalistas que queriam saber o que ele tinha a dizer depois de 4 noites numa cela dos calabouços da Polícia Judiciária, resolveu agredir:

“As senhoras são detentoras da mentira, tudo o que vocês têm dito tem sido uma mentira.” E mais não disse, aquele que deve 100 milhões de euros a credores (a lista de credores tem 351 nomes), entre trabalhadores, fornecedores e Segurança Social.

Depois de ter sido detido pela PJ na manhã de quinta-feira, quando ainda se encontrava em casa, na Quinta da Marinha, no âmbito da operação ‘Última Edição’, Jacques Rodrigues e outros 3 arguidos (um dos filhos, o advogado e o TOC) prestaram declarações no Tribunal de Sintra. Meteu-se o fim-de-semana de permeio e só saíram esta segunda-feira. Jacques Rodrigues, teve de entregar o passaporte. A caução a pagar é de 500 mil euros. Uma bagatela, para um homem rico.

Jacques Rodrigues pode não gostar de pagar dívidas, mas não lhe custa nada mandar fazer uma transferência de meio milhão de euros para a conta do Ministério Público. A caução é uma pequena fração das dívidas acumuladas, dinheiro que serviu para investir no estrangeiro e para acumular património faustoso. Digamos que a caução será paga com o dinheiro dos jornalistas a quem ele ficou a dever indemnizações por despedimento sem justa causa. A sensação com que se fica é que o crime compensa.

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