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	Comentários em: TERRAS ALENTEJANAS NUM LIVRO DO SÉCULO XVI !	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: Helena Ventura Pereira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Ventura Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 19:40:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Começo por saudar este texto com um cumprimento especial ao seu autor e aos autores do livro em referência. 
Não sei de quem foi a ideia do título, mas DO CÁLAMO AO DRONE é dos mais bonitos que tenho encontrado nos últimos tempos, em diversas áreas e discursos.
Como vemos pela leitura, o livro é uma conjugação de esforços de conhecimentos do século XVI, com áreas afins do século XXI devidamente apuradas pelas ciência e tecnologia.
Primeiro o LIVRO DAS FORTALEZAS de Duarte D´Armas forneceu o material, ou inspirou a área, de que DO CÁLAMO AO DRONE se nutre. Este escudeiro da casa real era bacharel em leis, mas tinha um talento especial: saber desenhar. E talvez também não lhe faltasse arte para se insinuar perante os mais altos representantes do reino. D. Manuel I pedia-lhe que fizesse um levantamento das fortificações fronteiriças de Norte a Sul, mas os esboços  resultaram num trabalho cartograficamente perfeito. 
Depois os saberes associados de Santiago Macias, autor de O LEGADO ISLÂMICO EM PORTUGAL, ex-investigador da Universidade de Coimbra, parte da Direcção do Campo Arqueológico de Mértola, ou um bom conhecedor do Alentejo, hoje director do Panteão Nacional.
Finalmente a preciosa colaboração de Fernando Branco Correia, Professor Auxiliar da Universidade de Évora e defensor de uma tese sobre Fortificações e Guerra no Ocidente do Al-Andalus. 
Que mais se podia esperar senão excelência, de um trabalho que, com estes contributos, dá a conhecer melhor as terras alentejanas? 
É isto que nos sugere José d´Encarnação, num belo texto em que muito aprendi e em que tive que rever matéria, como de costume... Muito grata.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo por saudar este texto com um cumprimento especial ao seu autor e aos autores do livro em referência.<br />
Não sei de quem foi a ideia do título, mas DO CÁLAMO AO DRONE é dos mais bonitos que tenho encontrado nos últimos tempos, em diversas áreas e discursos.<br />
Como vemos pela leitura, o livro é uma conjugação de esforços de conhecimentos do século XVI, com áreas afins do século XXI devidamente apuradas pelas ciência e tecnologia.<br />
Primeiro o LIVRO DAS FORTALEZAS de Duarte D´Armas forneceu o material, ou inspirou a área, de que DO CÁLAMO AO DRONE se nutre. Este escudeiro da casa real era bacharel em leis, mas tinha um talento especial: saber desenhar. E talvez também não lhe faltasse arte para se insinuar perante os mais altos representantes do reino. D. Manuel I pedia-lhe que fizesse um levantamento das fortificações fronteiriças de Norte a Sul, mas os esboços  resultaram num trabalho cartograficamente perfeito.<br />
Depois os saberes associados de Santiago Macias, autor de O LEGADO ISLÂMICO EM PORTUGAL, ex-investigador da Universidade de Coimbra, parte da Direcção do Campo Arqueológico de Mértola, ou um bom conhecedor do Alentejo, hoje director do Panteão Nacional.<br />
Finalmente a preciosa colaboração de Fernando Branco Correia, Professor Auxiliar da Universidade de Évora e defensor de uma tese sobre Fortificações e Guerra no Ocidente do Al-Andalus.<br />
Que mais se podia esperar senão excelência, de um trabalho que, com estes contributos, dá a conhecer melhor as terras alentejanas?<br />
É isto que nos sugere José d´Encarnação, num belo texto em que muito aprendi e em que tive que rever matéria, como de costume&#8230; Muito grata.</p>
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