TEMPORAL ESTÁ A CHEGAR, É MELHOR CALÇAR AS BARBATANAS

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Com o regresso do temporal, segundo as previsões meteorológicas, regressa também a apreensão dos que vivem ou trabalham nas zonas mais susceptíveis de virem a ser afetadas por inundações, enxurradas e deslizamento de terras.

Algumas dessas zonas já estiveram duas vezes debaixo de água, como são os casos da zona ribeirinha de Alcântara, em Lisboa, Algés, em Oeiras, ou Póvoa de Santo Adrião em Odivelas.

Algés em 13 de dezembnro de 2022

Aliás, o município de Odivelas anunciou a criação de um fundo de auxílio de emergência para apoiar 62 famílias, um apoio para despesas de alimentação, medicamentos, óculos, livros escolares e faturas de água, eletricidade e gás.

A autarquia ainda está a fazer o levantamento dos prejuízos, mas estima haver pelo menos 7 milhões de euros em danos causados pelas inundações dos dias 7 e 13 de dezembro, em habitações, empresas e infraestruturas públicas. Se hoje ou amanhã voltar a acontecer o mesmo, a fatura poderá ser bastante superior.

Foi em Odivelas que ocorreu uma das mortes do temporal da semana passada, quando um táxi caiu à ribeira de Odivelas e foi arrastado pela corrente. O corpo do taxista foi encontrado poucas horas depois no Barreiro, o que dá bem uma ideia da força da água. A outra morte foi numa cave em Algés, onde morreu a residente.

Hoje, a proteção civil não tem parado de enviar avisos de alerta por sms aos residentes das áreas mais críticas.

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