PREÇOS SEMPRE A SUBIR

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Os preços continuam a subir paulatinamente. Cada vez há mais mês quando o salário acaba. E onde o dinheiro se gasta é, principalmente, na compra de alimentos. Os supermercados, as grandes superfícies, nunca faturaram tanto. Por tabela, a arrecadação de impostos também tem subido. Talvez esteja na hora do Governo começar a redistribuir com maior justiça social essa receita extraordinária que tem tido.

Segundo acaba de divulgar a DECO Proteste, o cabaz de bens alimentares essenciais custa atualmente 210,85 euros (+14,83%), mais 27,22 euros do que custava a 23 de fevereiro, véspera do início da guerra na Ucrânia.

fonte DECO Proteste

Entre 23 de fevereiro e 2 de novembro, a carne registou um aumento de 21,17%. Nos laticínios, a segunda categoria com maiores subidas de preços, o aumento foi de 19,08%. As frutas e os legumes aumentaram 15,27%. O peixe registou uma subida de 14,75%. Apenas alguns exemplos discriminados no relatório da DECO Proteste.

Quem vai às compras depara-se com uma situação um tanto surreal. A grande maioria dos preços terminam em 0.09 €. Mais um cêntimo e a coisa teria outra “aspeto” e os gestores dos supermercados julgam que enganam alguém com este truque de marketing pateta.

Na fatura que reproduzimos, 20 dos 22 artigos adquiridos têm um preço a terminar em 0.09 cêntimos. Em cinco desses artigos o preço termina em 0.99 cêntimos.

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