UMA RAPIDINHA

Já tinha acontecido a Vale e Azevedo, ser libertado e, no minuto seguinte, voltar a ser detido à porta da prisão. No caso de Vale e Azevedo até havia câmaras de televisão à espreita da cena.

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Agora a graçola foi repetida com Duarte Lima. O antigo deputado do PSD estava a cumprir uma pena de prisão de seis anos, por crimes de burla no caso “Homeland”, um dos processos do caso BPN. Ontem, eram 17.15 horas quando foi notificado da decisão para ser libertado. Mas, quando saiu, tinha à sua espera quatro agentes da PSP, munidos de mandado de detenção, que o levaram para a esquadra do Cacém, onde pernoitou.

cartoon de Hélder Dias

Hoje, o juiz mandou-o para casa com Termo de Identidade e Residência, obrigação de se apresentar semanalmente às autoridades. Ficou proibido de se ausentar do país. Teve de entregar o passaporte.

Porque razão isto não pode ser feito de outra maneira, não sabemos. O juiz podia ter pedido aos serviços prisionais para lhe levarem Duarte Lima ou, então, o juiz podia ter ido à Carregueira comunicar ao recluso que, no âmbito do outo processo em que está envolvido, iria ficar sujeito a estas medidas de coação. Em causa, está o processo sobre a morte de Rosalina Ribeiro, sendo Duarte Lima suspeito de a ter morto.

O início do julgamento do homicídio de Rosalina Ribeiro, que ocorreu em 2009 no Brasil, está marcado para 23 de novembro.

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