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	Comentários em: Um livro que é A Árvore da Vida	</title>
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		Por: Helena Ventura Pereira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Ventura Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 15:44:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já estive na apresentação de um livro deste poeta popular e sobre a deste título, deixei umas palavras no Notas e Comentários, o blog de José d´Encarnação. Tenho um carinho especial por quem, não tendo acesso ao grande público, pratica a sua arte de escrever apesar da provecta idade. E melhor do que muita gente mais jovem, sabem estes amantes da poesia reparar nas pequenas coisas com grande significado, até na graciosidade das borboletas (sejam elas quais forem...) que saltitam diante dos seus olhos. Lembro-me sempre dos almoços de domingo em certo período da infância, em que recebíamos um poeta popular (Francisco Lobo, que se dizia familiar do famoso autor leiriense dos séculos XVI-XVII) ex-colega do meu avô paterno algarvio. A sobremesa mais apetitosa eram &quot;os versos&quot;, como ele dizia, que debitava depois da refeição, quase todos com preocupações políticas e sociais, mas jocosos. E nunca me esquecerei dele, nem da alegria de viver que nos transmitia, como acontece com David Inácio. Parabéns à Associação Cultural de Cascais por se lembrar destes autores e ajudar a divulgar o seu trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estive na apresentação de um livro deste poeta popular e sobre a deste título, deixei umas palavras no Notas e Comentários, o blog de José d´Encarnação. Tenho um carinho especial por quem, não tendo acesso ao grande público, pratica a sua arte de escrever apesar da provecta idade. E melhor do que muita gente mais jovem, sabem estes amantes da poesia reparar nas pequenas coisas com grande significado, até na graciosidade das borboletas (sejam elas quais forem&#8230;) que saltitam diante dos seus olhos. Lembro-me sempre dos almoços de domingo em certo período da infância, em que recebíamos um poeta popular (Francisco Lobo, que se dizia familiar do famoso autor leiriense dos séculos XVI-XVII) ex-colega do meu avô paterno algarvio. A sobremesa mais apetitosa eram &#8220;os versos&#8221;, como ele dizia, que debitava depois da refeição, quase todos com preocupações políticas e sociais, mas jocosos. E nunca me esquecerei dele, nem da alegria de viver que nos transmitia, como acontece com David Inácio. Parabéns à Associação Cultural de Cascais por se lembrar destes autores e ajudar a divulgar o seu trabalho.</p>
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