REAÇÃO CORPORATIVISTA DO SINDICATO DOS GUARDAS PRISIONAIS

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Notícia sobre agressão de guardas prisionais a um recluso motiva um processo judicial do Sindicato dos Guardas Prisionais contra a Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR).

Segundo um comunicado da APAR, que cita o Diário de Notícias, “em causa está um post publicado, na quinta-feira, pela APAR na sua página de Facebook, a denunciar uma alegada agressão violenta” a um recluso por parte de guardas prisionais.

Chegados a este ponto, o sindicato parece que não pretende desmentir a denúncia feita contra os guardas agressores, mas “atacar o mensageiro”, diz a APAR.

No caso em apreço, tratou-se de uma denúncia feita pelo recluso que se diz vítima das agressões. A APAR sublinha, ainda, que “tem um compromisso com a Procuradoria-Geral da República no sentido de denunciar todas as queixas de agressão de que tenha conhecimento no sentido destas denúncias serem averiguadas para caso se confirmem, se proceder aos respetivos processos disciplinar e criminal”. E, como se sabe, têm sido vários, ao longo dos anos. De resto, alguns guardas têm sido condenados e expulsos da corporação, precisamente por razões dessa ordem.

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