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	Comentários em: Em conversa com Daniela Anghel	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: Helena Ventura Pereira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Ventura Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2022 09:44:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[São vários os méritos deste texto que se transforma em entrevista no seu corpo principal. 
A exposição ainda não visitei, mas a natureza do trabalho e a personalidade da Daniela Anghel, vieram até mim, como irão aos outros leitores desta crónica de José d´encarnação. É uma ideia  interessante dialogar com os artistas plásticos sobre as suas telas e comparar com o que, através delas, o público consegue visualizar.
Para mim foi interessante perceber que Daniela Anghel, mais um dos nomes acarinhados por Lima de Carvalho, é uma artista muito culta, que se ocupa de temas actuais, todos com preocupações políticas, sociais e humanas.
O título da exposição já é sugestivo, mas a revelação da artista de que não pretende passar mensagens, mas deixar ambiguidades questionáveis, é uma proposta ainda mais sedutora. E pelas imagens aqui deixadas, reveladoras da multiplicidade de espaços-tempo e personagens que povoam as suas telas, muitas perplexidades hão-de surgir, muita luz sairá, não da escuridão, mas das enigmáticas sombras dos ambientes criados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São vários os méritos deste texto que se transforma em entrevista no seu corpo principal.<br />
A exposição ainda não visitei, mas a natureza do trabalho e a personalidade da Daniela Anghel, vieram até mim, como irão aos outros leitores desta crónica de José d´encarnação. É uma ideia  interessante dialogar com os artistas plásticos sobre as suas telas e comparar com o que, através delas, o público consegue visualizar.<br />
Para mim foi interessante perceber que Daniela Anghel, mais um dos nomes acarinhados por Lima de Carvalho, é uma artista muito culta, que se ocupa de temas actuais, todos com preocupações políticas, sociais e humanas.<br />
O título da exposição já é sugestivo, mas a revelação da artista de que não pretende passar mensagens, mas deixar ambiguidades questionáveis, é uma proposta ainda mais sedutora. E pelas imagens aqui deixadas, reveladoras da multiplicidade de espaços-tempo e personagens que povoam as suas telas, muitas perplexidades hão-de surgir, muita luz sairá, não da escuridão, mas das enigmáticas sombras dos ambientes criados.</p>
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