Carlos Fino: as verdadeiras fronteiras da Ucrânia

Os portugueses andam a ser injetados com a guerra da Ucrânia. Uma espécie de reedição das duas guerras do Iraque. As televisões e o jornais andam numa lufa-lufa. Só falta uma Cimeira nos Açores. Estivesse cá o Durão Barroso e o Putin estaria tramado.

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fotografia partilhada do Facebook de Carlos Fino

A Rússia sofre desde sempre da mania das grandezas. E quando quis voltar a ser grande, substituiu o Czar decadente Nicolau II pelo Lenine ‘novell-czar’ – transportado pelos alemães num comboio especial da Suíça para a Russia, para que a Revolução prevista por Marx não rebentasse em Berlim.

Mas a Ucrânia é fruto das sucessivas doações territoriais de Lenine, em 1922. De Estaline mais tarde, de 1939 a 1945. E por fim Nikita Khrushchov, com a inclusão da Crimeia, em 1954.

Vale a pena ver o mapa que Carlos Fino postou no seu Facebook. Ficamos elucidados sobre a ‘grande Ucrânia’. 

Pior é verificarmos que a NATO, Organização do Tratado do Atlântico Norte, parece querer chegar à fronteira com a China!

A Imprensa Portuguesa tem tratado de forma errónea o caso Ucrânia. Não aprendemos com a guerra do Iraque e as famosas armas químicas.

Por favor, não empurrem Putin para a guerra. Evitem que o homem se sinta tentado pelo síndrome do ’czarismo’ A Europa precisa, isso sim, de paz para se opor comercialmente à China galopante.

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