O arquiteto que é escritor: ‘Perguntem a Sara Gross’

‘Perguntem a Sarah Gross’ pede João Pinto Coelho, um arquiteto, que nos conta a tragédia da morte programada pelos nazis. Num livro que se lê num fôlego. Quando se têm tempo. Qualidade de vida.

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“Deitou-se a pensar nela e, apesar de continuar sozinho, foi com ela que acordou de madrugada“.
É assim que começa um dos mais trepidantes romances portugueses sobre Auschwitz, um dos campos de extermínio de gente!

Lugar tenebroso onde os alemães assassinaram e queimaram centenas de milhar de homens, mulheres e crianças apenas por serem judias.

João Pinto Coelho nasceu em Londres em 1967, frequentou Belas Artes, viveu em Nova Iorque e agora está enfiado numa aldeia transmontana. Onde é professor do ensino secundário para ganhar o pão nosso de cada dia.

do Facebook de João Pinto Coelho


Temos pouco tempo ‘nosso’

Talvez João Pinto Coelho seja de ascendência judia, porque durante dois anos integrou equipas do Conselho da Europa de investigação do Holocausto: o assassinato programado por alemães de 40 milhões de judeus. E de ciganos, homossexuais e deficientes. Um horror!
João conta-nos a história de uma jovem professora de literatura que encontra Sarah Gross.

O resto não digo. Leiam, por favor.
Porque lemos pouco em Portugal. A nossa qualidade de vida é má. É escasso o nosso tempo para além do trabalho e dos transportes.
Perguntem por João Pinto Coelho numa livraria, irão descobrir outro fabuloso livro: ‘Os Loucos da Rua Mansur’.

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