Confuso, baralhada, sem saber o que pensar ou o que fazer?

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“Claro que todos os cientistas concordam, quando se censura os que não concordam” diz Justin Vanparys. É isso mesmo! Mas quantas vezes, procurando melhor no Google, encontro cientistas que afinal não concordam, que questionam e até avisam, mas que são ignorados. Cientistas de renome, médicos investigadores e professores universitários, que publicam os seus trabalhos em revistas reconhecidas pela classe médica e científica.

Até a OMS tem lançado avisos e recomendações que são ignorados! Pergunto-me: foi para isto que há quase cinquenta anos arriscámos tanto e quisemos construir um país mais humano, em que a pobreza, as oportunidades e a justiça não fossem tão desiguais?

Sei que quando se atingem momentos de histeria… é difícil compreendermos e permanecermos lógicos e racionais. Os medos surgem e o desespero instala-se. Sentimo-nos confusos, incapazes de resolver os problemas e impotentes para o fazer.

Mas já aprendi que se não compreendo, é porque o texto, ou aquilo que foi dito, talvez não seja claro, seja de facto confuso, ou apresente contradições, ou esteja em oposição ao que foi dito anteriormente. Também pode ser que contenha palavras que eu não compreendo ou que seja demasiado teórico. Bem, mas para isso há os dicionários, o procurar uma fotografia ou fazer esquemas que nos ajudem a compreender melhor. Às vezes apercebo-me de que me faltam dados, e então há que perguntar ou procurá-los.

Mas sentir-me confusa, ou que não compreendi e ficar por aí, isso não! Não abdico do meu direito e dever, como cidadã deste planeta, de compreender para poder ajudar a construir uma sociedade mais humana, mais inclusiva, mais justa, mais sustentável e onde as mulheres e os homens honestos também tenham direitos!

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