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	Comentários em: Uma estranha bóia de pesca!&#8230;	</title>
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		Por: Helena Ventura Pereira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Ventura Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jul 2021 16:50:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que belo texto e que belas lições dele se retiram. O autor fala da disponibilidade das pessoas, em Portugal e França, para fornecerem informação, qualidade que me parece estar ligada ao velho desejo social de contar. Depois sugere que até os achados aparentemente insignificantes (este não era) podem ter por detrás uma história maravilhosa para contar, porque nada nem ninguém é uma ilha isolada, todos fazemos parte de constelações de acontecimentos e relações tempo-espaço ricas de conteúdo. Por fim retiro eu uma terceira lição: a curiosidade e perseverança de alguém que ouse exercitá-las (no caso do autor ajudam também os seus conhecimentos) sempre trarão retorno para memória futura, além da consciência de que vivemos num mundo em que a solidariedade é urgente. Porque a interdependência também gera obrigações, sociedades inteiras podem ajudar a olhar as dificuldades de uma pequena comunidade, com problemas (aqui desemprego) repetidos em tantas mais. Muito grata pela importância deste texto, José d´Encarnação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que belo texto e que belas lições dele se retiram. O autor fala da disponibilidade das pessoas, em Portugal e França, para fornecerem informação, qualidade que me parece estar ligada ao velho desejo social de contar. Depois sugere que até os achados aparentemente insignificantes (este não era) podem ter por detrás uma história maravilhosa para contar, porque nada nem ninguém é uma ilha isolada, todos fazemos parte de constelações de acontecimentos e relações tempo-espaço ricas de conteúdo. Por fim retiro eu uma terceira lição: a curiosidade e perseverança de alguém que ouse exercitá-las (no caso do autor ajudam também os seus conhecimentos) sempre trarão retorno para memória futura, além da consciência de que vivemos num mundo em que a solidariedade é urgente. Porque a interdependência também gera obrigações, sociedades inteiras podem ajudar a olhar as dificuldades de uma pequena comunidade, com problemas (aqui desemprego) repetidos em tantas mais. Muito grata pela importância deste texto, José d´Encarnação.</p>
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