Quarteirão inteiro ao abandono no Cais do Sodré

Há 3 anos foram fechadas 32 portas num quarteirão inteiro no Cais do Sodré. O edifício gigante está abandonado. E espelha a especulação imobiliária que a Câmara de Lisboa não faz parar.

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Pelo seu tamanho, o edifício sobressai de uma resma de outros edifícios abandonados ou à espera de obras. A pandemia matou a construção de hotéis em Lisboa, coisa severamente contida em Barcelona.

Dando a volta ao enorme edifício-quarteirão vazio é possível contar, pelo menos, mais de 20 pequenos negócios encerrados.

Para ser habitável, a cidade precisa da regra dos terços, um terço de comércio, outro de serviços e outro de habitação.

Medina apostou tudo no Turismo, nos serviços. E na iniciativa privada, deixando até construir o Hospital da CUF Tejo, por exemplo, no local onde Santana Lopes tinha previsto um pequeno bairro.

Uma simples volta por Lisboa revela uma cidade repleta de edifícios desabitados ou em ruínas, onde estão placas que anunciam obras pedidas há 3 anos.

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