Prédios da rua cor-de-rosa estão em ruínas

A rua cor-de-rosa, no Cais do Sodré, é uma aldrabice. Foi divulgada como um máximo de diversão e afinal é um perigo desde há muito. Quem andou por lá, nunca percebeu o perigo que correu. Porque as noites eram animadas e com muitas cervejas.

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Enquanto a pandemia não chegou, os frequentadores tinham os olhos em baixo. Nas duas entradas na Pensão do Amor. Por dentro sem condições de licenciamento, caso houvesse uma emergência. E nos antigos bares de alterne.

Ninguém reparou no alegado perigo de ruína iminente de um enorme prédio, onde, por debaixo, continuam  esplanadas abertas. A rua de cor-de-rosa foi apresentada como um novo cosmopolitismo. Rasca, acrescentamos nós. Nem se importaram com o estado degradado da tal pensão.

Como é possível falar na reabilitação de Lisboa antiga, Os Bombeiros Sapadores foram consultados. Os diversos departamentos camarários deram pareceres positivos?

Ou seria mais uma tentativa de repetir a história do hotel-fantasma do Parque das Nações? Durante onze anos esteve inscrito como terreno com a chancela de notário. 

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