Rui Rio maltrata Maçonaria e Opus Dei

Rui Rio atacou as Maçonarias e o Opus Dei. Tal como o reacionário João Franco governou quando o rei D. Carlos I apelidava Portugal de "piolheira", diz-se. Mas Rio não representa o PPD de Sá Carneiro. E acaba de erguer uma ampla frente contra ele.

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Sá Carneiro enfrentou a ditadura dentro dela própria, na Assembleia Nacional. E levou Snu Abecassis a todos os atos públicos. Em apenas seis anos após a Revolução de 1974, ultrapassou o mítico Mário Soares. E tornou-se primeiro-ministro.

Os maçons e os opus são uma parte importante da sociedade de ideias. Há também Rotários, Iluministas, Templários, Carbons, Franciscanos públicos, Ex-alunos de Colégios. E seria bom se houvesse mais. Havia menos gente sentada no sofá a ver Cristina e Palmeirim.

A JSD dos 18 anos de Rui Rio foi diferente da que enfrentou o MRPP de Durão Barroso na Faculdade de Direito de Lisboa. Ou que apoiou a Juventude Comunista na Faculdade de Letras, com longas negociações num edifício cinzento de esquina ao cimo da Av. Duque de Loulé.

Rui Rio era do Colégio Alemão do Porto.  Não vinha da Amadora, Algés ou Setúbal. Não teve aulas graciosas dos professores Jorge Miranda, Carlos Mota Pinto, Magalhães Mota ou Sousa Franco. Não assistiu ao discurso da Capela do Rato, do médico João Miller Guerra, contra a Guerra Colonial, antes de 1974.  Não foi ensinado a valorizar a Liberdade e a Democracia.

Os cidadãos têm o direito de reunião e de resguardo das suas opiniões. 

Rui Rio vai tornar públicas as reuniões dos órgãos do PSD?

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