É uma graça ver Rui Rio preocupado com as maçonarias

Não leu as queixas de José Manuel Anes, ex-Grão Mestre da Grande Loja Regular. Ainda não foi vacinado. Tem 77 anos, é diabético, hipertenso e foi vítima de um infarto agudo do miocárdio há seis meses.

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Rui Rio não percebe nada de movimentos sociais e cívicos. Frequentou um colégio alemão. E não sabe o que é um clube inglês. Não aprendeu que os exércitos incorporaram Lojas Maçónicas, destinadas a refrear os instintos bélicos e a fazer pontes com os povos. Rio está mais virado para Berlim, onde os Iluminados fizeram história.

A maçonaria teve o seu começo simbólico em 1723 na Constituição do padre escocês James Anderson, quase 200 anos depois do rei Henrique VIII nacionalizar a religião católica em 1534, com o “Acto de Supremacia”, quando o Papa Clemente VII excomungou o rei que decapitava as suas sucessivas mulheres.

As Lojas maçónicas tornaram-se num local de comunhão de pessoas de todos os credos e interesses, reunidos com os livros das religiões de um Deus revelado.

As maçonarias têm tido um papel importante na formação e consolidação de países. Dos EUA a Timor-Lorosae. A estátua de George Washington tem avental de maçon.

Por cá, José Manuel Anes é criminalista de mérito da PJ, professor universitário, químico (FCL), doutorado em Antropologia Social (FCSH/UNL), membro de vários organismos ligados à segurança e criminalidade e ex Grão Mestre da maçonaria de influência anglo-saxónica GLRP. Doente de alto risco, hipertenso, diabético, com infarto recente, de 77 anos, continua a  aguardar ser vacinado.

Rui Rio deve viver num fundo dum poço escuro. Que grande vantagem ser maçon.

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