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	Comentários em: Prodígios das gentes de Cascais	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: Helena Ventura Pereira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Ventura Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2020 18:28:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que um título pode evocar: &quot;Prodigios en la Hispania Romana...&quot; ou &quot; Dicionário dos Milagres&quot;, este do célebre Eça de Queiroz, que nos habituou a outros registos tão diferentes, e publicado postumamente.
Dizer que aprendo sempre muito com os textos de José d´Encarnação já é um lugar comum, mas é a verdade pura. Como filho adoptivo de Cascais desde tenra idade (eu também sou, mas a partir da juventude) sabe tudo o que se relaciona com a História da vila, até o que diz respeito à ligação entre profano e sagrado. Tenho de assumir aqui que pouco ou nada sabia da Nossa Senhora do Porto Seguro, que salvou pai e filho da bravura do mar, ou que alimentou o menino retirado à mãe com as &quot;sopinhas de cravos&quot;. E ainda por cima o menino viria a ser personagem ilustre...E, ainda pior de assumir, nunca reparei na pintura ao cimo da Rua Visconde da Luz. Ainda bem que leio estas crónicas magníficas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que um título pode evocar: &#8220;Prodigios en la Hispania Romana&#8230;&#8221; ou &#8221; Dicionário dos Milagres&#8221;, este do célebre Eça de Queiroz, que nos habituou a outros registos tão diferentes, e publicado postumamente.<br />
Dizer que aprendo sempre muito com os textos de José d´Encarnação já é um lugar comum, mas é a verdade pura. Como filho adoptivo de Cascais desde tenra idade (eu também sou, mas a partir da juventude) sabe tudo o que se relaciona com a História da vila, até o que diz respeito à ligação entre profano e sagrado. Tenho de assumir aqui que pouco ou nada sabia da Nossa Senhora do Porto Seguro, que salvou pai e filho da bravura do mar, ou que alimentou o menino retirado à mãe com as &#8220;sopinhas de cravos&#8221;. E ainda por cima o menino viria a ser personagem ilustre&#8230;E, ainda pior de assumir, nunca reparei na pintura ao cimo da Rua Visconde da Luz. Ainda bem que leio estas crónicas magníficas&#8230;</p>
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