Covid-19: reuniões e praxes ajudam o contágio

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Números da pandemia, de hoje: 12 mortos 1.394 novos casos de infeção com o novo coronavírus.

Desde o início da pandemia, em março, este é o segundo maior número de casos de infeção. O maior foi em 10 de abril, com 1.516.

Portugal já registou 2.062 mortes e 83.928 casos de infeção, estando hoje ativos 29.702 casos, mais 735 do que na quinta-feira.

O boletim da Direção Geral de Saúde  indica que das 12 mortes registadas, oito ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, três na região Norte e uma na região centro.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim revela que estão internadas 811 pessoas (mais 10 nas últimas 24 horas), das quais 125 em cuidados intensivos (mais 10 em relação a quinta-feira).

Os convívios familiares deram origem a 67% dos novos casos de covid-19 nos últimos dias, revelou hoje a diretora-geral da Saúde, que alertou ainda para o impacto das festas de jovens na propagação da doença.

“Estas confraternizações familiares têm sido responsáveis por 67% dos casos reportados nos últimos dias em Portugal. Quando as autoridades de saúde fazem uma investigação epidemiológica encontram esse tipo de convívio, por isso faço um grande apelo para que as famílias se coíbam nesta fase de ter estes encontros festivos, que, obviamente, levam à descontração e esta leva a múltiplos contactos”, frisou.

Por outro lado, a responsável da Direção-Geral da Saúde (DGS) visou os festejos de jovens neste período de regresso das aulas nas universidades para realçar o efeito negativo que podem ter sobre a comunidade e as estruturas sanitárias.

Uma boa oportunidade para se legislar de modo a acabar com as praxes.

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