Covid-19: 14 mortes e subsídio de risco para enfermeiros e médicos

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Quatorze mortos e 1.249 novos casos de infeção, a<penas nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico covid-19 da Direção-Geral da Saúde.

O boletim regista que das 14 mortes registadas, oito ocorreram na região Norte e seis em Lisboa e Vale do Tejo.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim revela que nas últimas 24 horas há mais 34 pessoas internadas totalizando 877, das quais 128 em cuidados intensivos (mais quatro em relação a domingo).

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 505 novos casos de infeção, 40,4% do total, enquanto que na região Norte registaram-se 602 novos casos de covid-19, 48,1% do total.

O boletim de hoje divulga o número de casos por concelhos, sendo Lisboa o que continua a apresentar mais infeções (7.460), seguido de Sintra (6.110), Loures (3.594), Amadora (3.268), Vila Nova de Gaia regista (2.589), Odivelas (2.486), Cascais (2.380), Porto (2.320), Oeiras (1.941), Vila Franca de Xira (1.836), Matosinhos (1.681), Braga (1.670), Guimarães (1.556), Almada (1.485), Seixal (1.456), Gondomar (1.370) e Maia (1.237).

Os restantes concelhos que constam da lista do relatório registam valores abaixo dos mil casos.

Subsídio de risco

Os profissionais de saúde que trabalhem em áreas dedicadas à covid-19 vão receber um subsídio extraordinário de risco no valor máximo de 219 euros, segundo a versão preliminar da proposta de Orçamento do Estado para 2021, refere a agência Lusa que teve acesso privilegiado ao documento.

O subsídio extraordinário de risco será pago aos profissionais de saúde do Serviço Nacional de Saúde ou integrados no Ministério da Saúde “que pratiquem atos diretamente e maioritariamente relacionados com pessoas suspeitas e doentes infetados”, desde que de forma permanente e em áreas dedicadas.

Este apoio ao risco acrescido no exercício de funções será pago até 12 meses por ano e “enquanto persistir a situação de pandemia da doença covid-19 em período de emergência, calamidade ou contingência”, refere o documento.

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