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	Comentários em: A mirabolante história do Machadinha, capitão-de-mar-e-guerra	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		Por: Helena Ventura Pereira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Ventura Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 17:39:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um texto muito interessante, com laivos de humor latente, como é costume em José d´Encarnação, recheado de informação com História, paisagens e gentes. 
Sobre a &quot;generosidade&quot; de Padre Marçal da Silveira em corresponder ao quesito do Marquês de Pombal (sempre à cata de &quot;eventuais homens insignes&quot;) podemos interpretá-la como mais egoísta que altruísta: os outros padres cuidariam do sigilo &quot;profissional&quot;, ele veria ali uma forma de agradar a um grande senhor de Cascais, 3º. marquês da vila, e em boa posição para retribuir a deferência.
Engraçado, típico dos poderes e amiguismos em redor, é que não seria Duarte Pereira a verdadeira estrela deste relato. O seu feito, resgatar o barco aos piratas e conduzi-o ao reino do Algarve, teria menos importância na exposição do que a recepção que lhe fora dada pelo ilustre marquês de Cascais. Era ele quem apresentava o marinheiro ao rei D. Pedro II e contribuía para que o rei o distinguisse com o bastão de capitão de Mar e Guerra.
Recomendo a leitura destas linhas,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um texto muito interessante, com laivos de humor latente, como é costume em José d´Encarnação, recheado de informação com História, paisagens e gentes.<br />
Sobre a &#8220;generosidade&#8221; de Padre Marçal da Silveira em corresponder ao quesito do Marquês de Pombal (sempre à cata de &#8220;eventuais homens insignes&#8221;) podemos interpretá-la como mais egoísta que altruísta: os outros padres cuidariam do sigilo &#8220;profissional&#8221;, ele veria ali uma forma de agradar a um grande senhor de Cascais, 3º. marquês da vila, e em boa posição para retribuir a deferência.<br />
Engraçado, típico dos poderes e amiguismos em redor, é que não seria Duarte Pereira a verdadeira estrela deste relato. O seu feito, resgatar o barco aos piratas e conduzi-o ao reino do Algarve, teria menos importância na exposição do que a recepção que lhe fora dada pelo ilustre marquês de Cascais. Era ele quem apresentava o marinheiro ao rei D. Pedro II e contribuía para que o rei o distinguisse com o bastão de capitão de Mar e Guerra.<br />
Recomendo a leitura destas linhas,</p>
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