O serrote da censura e da prepotência

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A serra de Sintra ainda não ardeu, felizmente, mas a prepotência lavra impante pelos corredores do casarão no Largo Dr. Virgílio Horta.

Se fosse possível, a esta hora o artigo “E quando a serra de Sintra arder, de quem será a culpa?” já teria sido censurado e o seu autor ou autores engavetados no Tarrafal de boa memória para os salazaristas.

imagem de capa do artigo “E quando a serra de Sintra arder, de quem será a culpa?”

Mas como não nos podem tocar, quem foram eles chatear? Um cidadão que nem tem nada a ver com o artigo, autor de um dos muitos comentários que proliferam nas redes sociais sobre o assunto em questão. Comentário que foi escolhido por mero acaso, podia ter sido outro qualquer.

O cidadão em causa foi tão incomodado que enviou-nos um email a pedir para tirarmos o seu nome (visível na imagem recortada).

É evidente que acatámos o pedido deste senhor, mas não deixamos de lamentar que as pessoas se continuem a dobrar às prepotências de quem acha que tudo pode, tudo quer e em todos manda. É claro que se trata de uma minudência, mas não deixa de ser representativa da relação de prepotência que existe entre o poder e a população que reclama.

E será que todos os outros autores de comentários sobre o mesmo tema foram igualmente importunados ou foi só o autor do comentário que escolhemos para integrar o artigo? Não resistimos em experimentar e, assim, vamos partilhar aqui mais uma dúzia de comentários retirados de diferentes páginas do Facebook que publicaram as fotografias do Alexandre Cibrão ou o artigo do Duas Linhas.

São apenas alguns exemplos da opinião dos sintrenses sobre este assunto. Não nos obriguem a publicar mais 150 comentários. Claro que se alguém quiser borrar a cara ou tapar o nome, avisem-nos que o pedido será imediatamente satisfeito.

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